Pelo voto via internet

VotarUma das principais bandeiras da Flusócio sempre foi o voto do torcedor tricolor, para que pudesse decidir os destinos de nossa paixão.

Em 2009, ainda como oposição à gestão Horcades, a Flusócio promoveu uma campanha com recursos próprios para estimular a Cidadania Tricolor. Na época, criamos o SATT – Serviço de Assistência ao Torcedor Tricolor.

A ideia era bem simples: fizemos uma “vaquinha” entre os membros do grupo para custear os salários de uma secretária e um motoboy. Estes ficavam responsáveis por receber via Correios os documentos de tricolores espalhados em todo Brasil, levar a documentação à Secretaria da sede em Laranjeiras e enviar de volta a carteirinha do novo sócio. Conseguimos mobilizar mais de 1000 novos associados desta forma. Na época ainda não existia adesão online de associados, algo que só foi implementado posteriormente, durante o primeiro mandato da gestão Peter Siemsen.

Ainda durante o primeiro mandato do Presidente Peter, nos movimentamos politicamente e fomos decisivos para o lançamento do Pacote Futebol, ou seja, trabalhamos de forma próxima à diretoria e juntos conseguimos criar as condições políticas e comerciais que permitiram aos sócios das categorias proprietário e contribuinte ingressarem nos jogos do Fluminense como mandante, mediante o acréscimo de uma taxa simbólica de R$ 10,00 mensais. A estratégia fez crescer em mais de 4 mil o número de sócios do Flu, pois a maioria dos heavy users de arquibancada aderiu como associado do Fluminense.

Em novembro de 2012, atuamos politicamente pela aprovação da categoria Sócio Futebol com direito a voto, uma das nossas principais bandeiras de campanha. A nova categoria foi inserida no Estatuto, tornando praticamente impossível sua descontinuidade no futuro por outras diretorias. A mensalidade de apenas R$ 29,90 e o desconto de 50% nos ingressos dos jogos do Fluminense fez o número global de associados do Flu chegar próximo dos 24 mil sócios de hoje em dia. Sem dúvida alguma, democratizar a política do Clube e criar uma nova e expressiva fonte de receita foi uma promessa integralmente cumprida pela gestão Peter Siemsen.

Contextualizamos todo este histórico para informar a todos os tricolores que já estamos trabalhando politicamente pela implantação do voto pela internet em 2016. A Flusócio atua há cerca de 6 meses como colaboradora na área de Tecnologia da Informação (TI) do Clube, na figura do Vice Presidente Marcelo Porto.

A Vice Presidência de TI informou que está iniciando uma fase de estudos junto aos possíveis fornecedores com objetivo de implantar o voto eletrônico, logicamente tendo como premissas mecanismos rígidos de Segurança da Informação e Auditoria.

Em breve, a Vice Presidência de TI pretende levar o sistema de votação proposto ao Conselho Deliberativo, onde poderá ser realizada uma prova de conceito para entendimento e teste da solução de votação, por parte todas as correntes políticas do Clube.

Solicitamos à diretoria uma especial atenção ao processo como um todo, para que possamos promover a implementação desta mudança nas eleições de 2016, algo que vai consolidar definitivamente a democratização dos destinos do Fluminense.

Bom jornalismo passa longe

diploma-jornalismo-rasgado1Como se não bastassem todos os problemas reais que o Fluminense enfrenta no dia a dia, ultimamente o Clube sofre com várias matérias maldosas impostas pela mídia, como objetivo claro de tumultuar o ambiente político e administrativo.

Desde que o campeonato acabou, durante a fase de entressafra de pautas sobre futebol, o site Globoesporte.com já convocou alguns opositores da gestão Peter Siemsen pra dar entrevista, bem como funcionários demitidos por esta mesma gestão, tais como o Renato Gaúcho. Para manter a coerência com a linha editorial, sugerimos Emerson Sheik como o próximo entrevistado.

O site NetFlu também tem sido lamentável, mais parecendo um canal viciado politicamente do que um simples site de clipping e notícias. Há muito tempo o espaço virou plataforma de notas plantadas por alguns players, sendo que estas notas não saíram em nenhum outro veículo, portanto, não podem ser consideradas como clipping.

Em episódio recente, o NetFlu abriu seu espaço para o ex-dirigente Jackson Vasconcelos criticar desafetos da Flusócio que se empenharam para tirá-lo de Laranjeiras, mas não ofereceu direito de resposta às pessoas atacadas, como mandaria o bom jornalismo.

Já são inúmeros tiros que saíram pela culatra, pois como o nível geral do torcedor do Fluminense é elevado, felizmente temos a certeza que na maioria das vezes a torcida consegue enxergar o viés que está nas entrelinhas.

Artilharia pesada

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A marca de Fred ao atingir a artilharia do Campeonato Brasileiro não foi positiva apenas para o jogador. Com ela o Flu, aparece em destaque no ranking dos times que mais produziram goleadores na era dos pontos corridos. Somos os líderes com 3 presenças no topo: duas com Fred, uma com Washington, o Coração Valente.

Por falar neles, são os dois únicos a aparecer duas vezes na lista, Fred nas duas pelo Flu, e Washington por Atlético-PR e Fluminense. Fred também pode ultrapassar em breve a marca de Paulo Baier e se tornar o maior goleador dos pontos corridos. Atualmente a contagem está em 106 x 104 para o meia, já em fim de carreira.

Confira abaixo a lista completa das artilharias a partir de 2003, quando houve a mudança no formato do campeonato:

2014 - Fred (Fluminense): 18
2013 – Ederson (Atlético-PR): 21
2012 – Fred (Fluminense): 20
2011 – Borges (Santos): 23
2010 – Jonas (Grêmio): 23
2009 – Diego Tardelli (Atlético-MG) e Adriano (Flamengo): 19
2008 – Kléber Pereira (Santos), Keirrison (Coritiba) e Washington (Fluminense): 21
2007 – Josiel (Paraná Clube): 20
2006 - Souza (Goiás): 17
2005 – Romário (Vasco): 22
2004 – Washington (Atlético PR): 34
2003 – Dimba (Goiás): 31

Com esta conquista, Fred passa a integrar um seleto grupo de jogadores que foram artilheiros do Brasil por duas vezes, se juntando a Washington, Romário, Roberto Dinamite, Zico, Cesar Maluco e Toninho Guerreiro. Nossa torcida é para que o artilheiro permaneça no Fluminense em 2015, disputando títulos e tendo a possibilidade de conseguir a artilharia pela terceira vez, o que o colocaria ao lado do Rei Pelé, além dos “Maravilhas” Dadá e Túlio, hoje empatados na liderança deste ranking.

Estratégia da Viton 44 com patrocínio ao Flu

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Novo patrocinador master do Fluminense, a empresa de bebidas Viton 44 tem uma estratégia bem definida ao escolher a gloriosa camisa tricolor como plataforma de anúncio para os seus produtos.

Estão lançando no mercado o Matte Viton, marca que pretende rivalizar com o Matte Leão, produto antigo e de reconhecida reputação, líder em seu segmento. A ideia é usar o bom padrão de consumo da torcida do Fluminense por produtos de maior qualidade para alavancar as vendas do caçula da família de produtos Viton 44.

A estratégia tem tudo para dar certo, pois a torcida do Flu há muito tempo é reconhecida por prestigiar as empresas que investem no Clube. Foi assim com a Unimed, com a Hyundai, com a Sul América e outros. Certamente também será assim com o Matte Viton, o Guaraviton e o Guaravita.

Direitos econômicos são salvaguarda

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Muito tem se falado sobre a possibilidade ou não da Unimed honrar os contratos de direito de imagem com os jogadores, mesmo após o término do patrocínio na camisa tricolor.

Inicialmente, houve rumores de um rompimento unilateral com os jogadores, imediatamente rechaçado por Celso Barros em algumas entrevistas. Felizmente o discurso hoje é de que a Unimed vai honrar todos os pagamentos com os atletas mas que vai analisar a duração de cada contrato separadamente.

O motivo é simples: se a Unimed não cumprir os contratos dos atletas pelo menos até negociá-los, ela na prática rasga dinheiro, pois fica sem a chance de lucrar com a venda dos direitos econômicos que possui nestes atletas. Além disso, uma ruptura definitiva da cooperativa com todos eles sinalizaria pessimamente para o mercado, pois certamente os jogadores não ficarão satisfeitos e vão dar entrevistas sobre um eventual calote.

A manutenção dos contratos é a melhor estratégia para todos: jogadores, Fluminense e Unimed, mas não é difícil supor que haverá desinvestimentos na medida em que acontecerem propostas concretas pelos jogadores em questão.

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