Sobre 2015…

2015A Flusócio surgiu das arquibancadas, fruto do inconsciente coletivo de tricolores antenados, indignados com as seguidas administrações amadoras e irresponsáveis. Foram vários anos de oposição combativa e construtiva. E, agora, caminha para o quinto ano como situação, como principal base de apoio do Presidente.

Infelizmente, ser situação não significa o poder de transformar a administração do clube no modelo idealizado pelo grupo. Até porque a responsabilidade pelas decisões é do Presidente, o qual é influenciado também por outras forças políticas do clube. Faz parte da democracia. Fora os fatores externos, originados principalmente das irresponsabilidades das administrações antecessoras, que tanto atrapalharam o clube, especialmente a partir do fim de 2012.

E quando se fala em administração do clube, especialmente no Fluminense, há duas dimensões bastante distintas: o Futebol e o resto do clube. E aqui cabe pontuar. Se no resto da administração do clube, nossa influência tem sido limitada, no futebol tem sido próximo de zero. Na prática, podemos dizer apenas que a repercussão de nossas opiniões é maior pelo fato de sermos “o principal grupo de apoio do Presidente”. O que não significa, de forma alguma, influência.

Um grupo político como o nosso, formado por torcedores de arquibancada, não influenciar decisivamente nos rumos do futebol é até algo saudável, uma vez que futebol, especialmente hoje, pelas cifras envolvidas, é coisa para profissional, e não para amadores. E é esse profissionalismo que cobramos.

O ano de 2015 tende a ser um ano de transição. Já foi mais do que batido que nosso parceiro reduzirá significativamente os investimentos. Por outro lado, temos finalmente nosso fluxo de caixa com alguma previsibilidade por conta da equalização da nossa situação fiscal, o que permite algum planejamento, apesar dos pesados compromissos impostos pelos parcelamentos fiscais e trabalhistas.

Nesse contexto, a redução de investimentos do parceiro, que poderia ser vista como crise, pode ser vista também como oportunidade. Oportunidade para mostrar que o Fluminense pode montar times competitivos sem se basear somente em medalhões consagrados e com salários milionários. Oportunidade de buscar jogadores que se valorizem no clube proporcionando retorno técnico e financeiro. Oportunidade para lançar garotos da base com planejamento e paciência para que possam encontrar o seu melhor futebol.

Boa parte da base vencedora que tantas alegrias deu ao nosso clube, especialmente entre 2010 e 2012, já dá claros sinais de que está com o prazo de validade vencido. Renovar e colocar sangue novo, mesclando com aqueles que ainda são capazes de jogar com sangue nos olhos e espírito guerreiro, é fundamental para motivar e buscar novos desafios.

É isso que esperamos para 2015. O próximo ano já começa nessas 2 rodadas finais. Que ao invés da despedida melancólica de um ano sem conquistas, usemos esses 2 jogos para clarear os horizontes para o ano que vem. Que pensemos desde já na comissão técnica com o perfil ideal para os desafios de 2015. Não há tempo a perder.

Em clima de fim de festa

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Após a inaceitável derrota em casa para a Chapecoense, o clima de final de festa se instalou entre os torcedores do Flu, e pelo visto também entre os jogadores.

O que vimos no empate de hoje em 2 x 2 contra o Sport foi um Fluminense novamente apático, correndo com “freio de mão puxado”, tocando a bola de lado de maneira melancólica e praticamente sem ameaçar o gol adversário durante toda partida.

As exceções a esta apatia foram exatamente 4 lances: a boa assistência de Fred, concluída por Jean no primeiro gol do Flu, uma boa jogada de Wagner no segundo tempo, mal concluída por Kenedy, que isolou a bola na cara do gol mesmo após um bom domínio e ajeitada para a perna boa, e um golaço do atacante Fred, já no fim da partida, emendando de fora da área e calando o estádio inteiro que o vaiava. Aos 48 minutos do segundo tempo, uma blitz do Flu acabou na conclusão perigosa de Biro-Biro, em cabeçada que encobriu o gol com grande perigo e por pouco não deu a vitória ao Flu, mas a verdade é que não seria merecida.

O destaque negativo do jogo foi um dos “baluartes” da melancólica temporada, o zagueiro Fabrício, que falhou de forma grosseira em ambos os gols do Sport, sendo sacado ainda no intervalo. A improvisação de Valencia na zaga deu resultado muito mais satisfatório.

Se está claro para todos que a capacidade de investimento da Unimed não é mais a mesma para 2015, então vamos apostar nas divisões de base, lançar os garotos durante o campeonato estadual, mesclando-os com os medalhões que permanecerem sob contrato.

Que façamos as contratações apenas com critério e observação técnica rigorosa, aproveitando o bom exemplo do volante Edson. E que nunca mais optemos por compor elenco contratando jogadores oferecidos por empresários, mesmo que endossados por treinadores, pois estes em via de regra são sempre passageiros mas suas escolhas acabam ficando na folha de pagamento e no elenco, eliminado a chance de jovens e sendo escalados às vezes, para desespero da torcida. Este roteiro aconteceu exatamente com o Fabrício, atleta que não tem condições de jogar na Série A do Brasil e que nos fez perder vários pontos na temporada.

Esperamos dos atletas ao menos dignidade e respeito à camisa do Flu nestas duas partidas que faltam. E para 2015, esperamos da diretoria uma reformulação geral, afastando do elenco os jogadores que não mais demonstrem vontade de vestir a camisa do Fluminense. É preciso muito critério técnico na montagem do novo grupo de jogadores, pois sem isso não vamos a lugar algum na próxima temporada. Se o investimento ficou mais curto, então é preciso diminuir a margem de erro.

Novos títulos da base tricolor

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Contrastando com o vexame do time profissional, a base do Fluminense fez bonito na quinta-feira conquistando dois títulos em cima do Vasco. De manhã, no Estádio Los Lários em Xerém, a equipe sub-15 conquistou a Taça Rio ao bater o time de São Januário por 4×3, com gols de Paulo Victor (2), Cristian e Da Silva. O Flu abriu 3 x 0, deu uma relaxada e quase complica um jogo que estava controlado. O destaque da partida foi o atacante Paulo Victor, que infernizou a defesa adversária com suas arrancadas e dribles. O atacante Cristian também foi um dos grandes nomes do jogo, levando sempre vantagem sobre os defensores vascaínos

O time tricolor iniciou o jogou com João, Davi, Gabriel, Caetano, Luiz; José Ricardo, Nascimento, Rafinha; Paulo Victor, Da Silva e Cristian.

O Fluminense agora joga a final do estadual contra o Botafogo em duas partidas, com a vantagem do empate nos dois jogos.

No mesmo dia à tarde, a nossa equipe sub-17 foi à São Januário enfrentar o Vasco. Jogando com muita autoridade sagrou-se Campeã Carioca da categoria, vencendo por 2 x 0. O Fluminense ganhou os dois turnos, e com isso não houve necessidade da disputa dos jogos finais.

No primeiro tempo o Vasco teve as melhores chances, mas esbarrou no nosso excelente goleiro Jennerson. No segundo tempo o Flu voltou melhor, comandado pelo volante Douglas que marcou por duas vezes. Seu segundo gol foi uma pintura, com um toque sutil de fora da área que entrou no ângulo do goleiro vascaíno.

O Flu iniciou o jogou com: Jennerson, Breno, Jonhatan, Kadu, Matheus Mascarenhas; Andrey, Douglas, Guilherme Eulálio; Patrick, Pedro e João Victor.

Parabéns Xerém!

Vexame!

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Mais uma goleada sofrida contra um time sem expressão no cenário nacional e dentro do Maracanã.

Mais um jogo perdido com o dedo do treinador. Cristóvão confirma que não tem competência para dirigir um grande clube de futebol: sua leitura de jogo é péssima, demora a mexer e quando substitui, comete erros grosseiros.

Sempre temos dificuldades contra times que marcam forte e/ou jogam fechados devido à falta de velocidade da nossa equipe. Mas o treinador sempre opta pela opção errada, colocando, como ontem, um atacante pesado para superar uma defesa bem armada. Qual jogo o nosso treinador vê e que ninguém consegue entender?

Já passou da hora de renovarmos este elenco vencido (vale o duplo sentido) e aproveitarmos esses jogos finais iniciando desde já os trabalhos para 2015. E o trabalho começa com a demissão imediata do técnico e a escalação dos jovens que farão parte do time no ano que vem.

Muita coisa precisa ser feita também na direção do futebol. O que faz Paulo Angioni? Cadê o pulso firme do nosso VPF Mário Bittencourt?

Muitos erros foram cometidos em 2014 desde o planejamento até as tentativas de retomada dos trilhos, muita incompetência, muita falta de vontade de jogadores caríssimos e muito pouco futebol para um elenco milionário.

Que para 2015 consigamos nos livrar das laranjas podres do elenco e que, com um investimento menor, tenhamos jogadores que, mesmo com nomes e salários mais modestos, apresentem o triplo de disposição e comprometimento com a camisa do Fluminense.

Momento de mobilização

MaracaTricolor

Os jogadores conclamaram em todas as entrevistas, os foruns tricolores agitam a torcida nas redes sociais, e com isso vai se criando um clima positivo, que certamente vai lotar o Maracanã no feriado de quinta-feira para empurrar o Flu contra o Chapecoense.

O jogo não é fácil, pois o adversário encontra-se em situação desesperadora, vem de uma troca de treinador e com vários jogadores novos, após algumas dispensas.

Certamente vão jogar todos atrás da linha da bola, dificultando bastante na marcação. Desta forma, assim como aconteceu no jogo contra o Botafogo, o time do Fluminense e sua torcida precisarão de paciência para rodar a bola e encontrar o ponto fraco que possa furar o bloqueio da defesa adversária.

O Flu não terá o meia Wagner, que faz sua melhor temporada em Laranjeiras, mas conta com a volta do excelente Cícero, jogador de muita qualidade e que precisa recuperar seu espaço após contusão. O resto do time é praticamente a formação titular.

Além do jogo ser decisivo para pretensões de Libertadores, um grande público pode valer ao Fluminense uma recuperação no ranking de média de público do campeonato (atualmente somos os sétimos), além de uma grande arrecadação que seria muito bem-vinda neste momento.

Na parte esportiva, temos ainda o atacante Fred disputando a artilharia da competição, distante apenas um gol de Henrique do Palmeiras.

Venda antecipada em andamento. Clique aqui para conferir todas as informações.

#VemProJogo
#AindaMaisFortes

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