Máscaras caindo

Se não fosse a Lusa

No final de 2013 e início de 2014, quando veio à tona a irregularidade na escalação do jogador Héverton, da Portuguesa de Desportos, provocando a perda de pontos do clube e seu consequente rebaixamento, muito se falou na imprensa nacional e nos meios de discussão dos torcedores. O voz corrente era: A Portuguesa era a coitadinha, O Fluminense era o vilão. A Portuguesa ganhou no campo e perdeu no tribunal. Pobre Portuguesa, injustiçada para favorecer o futebol do Rio.

Emissoras antes respeitadas, como a ESPN Brasil, hoje estão na lista negra da nossa torcida. Fecharam com a Portuguesa e desrespeitaram o Fluminense. Jamais os perdoaremos. Jornalistas (?) nunca respeitados, como o recalcado Renato Mauricio Prado e outros, apenas corroboraram a opinião já formada, de que têm espaço grande demais na mídia, desproporcional à sua relevância e seriedade.

Mas e agora? Passados alguns meses, será que alguém ainda acha que a Portuguesa era coitadinha?

Nada como um dia após o outro. As máscaras vão caindo. Personagens daquela história, que posavam de mocinhos, começaram a voltar à mídia em situações nada edificantes. O ex-presidente da Lusa, Manuel da Lupa, outro indignado de dezembro, foi flagrado saindo sorrateiramente quando a polícia desbaratou cassino clandestino dentro do Canindé. O jogador André Santos do Flamengo, que atuou na última rodada apesar de suspenso pelo STJD, foi agredido pela sua própria torcida após mais um vexame de sua equipe, atual lanterna na competição, e está submetido a um degradante processo de cozimento em banho maria, não se sabendo se terá o contrato rescindido ou não.

A diretoria da Portuguesa comete um ato desastrado após o outro. Retirou o time de campo após partida já iniciada na série B, contra o Joinville e seu time, que julgava ser digno de permanecer na séria A mesmo após burlar o regulamento, no momento namora o rebaixamento para a série C. Agora o nome do promotor Roberto Senise Lisboa, que falou muito mas não esclareceu nada, surge no noticiário como sendo investigado pelo Ministério Público por venda de acordos, conforme notícia do jornal Estadão. A revista VEJA abordou o mesmo tema.

Onde está a seriedade? Onde está a justiça? O que nós pedimos e que alguém dê fim à imensa hipocrisia nacional neste episódio. Uma imprensa séria não pode desconsiderar a inacreditável coincidência ocorrida entre Flamengo e Portuguesa na última rodada do campeonato de 2013. Impressiona o esmero com que o nome do clube rubro-negro é desassociado do caso Lusa. Mas nós estamos de olho. Coincidências não são evidências, mas têm que ser investigadas com seriedade, com quebra de sigilos bancários de todos os possíveis envolvidos. O que não podemos aceitar é que todos façam de conta que o Flamengo apenas deu sorte no episódio, com a Portuguesa tendo cometido rigorosamente o mesmo e raríssimo erro que ele, menos de 24 horas depois, salvando-o assim do rebaixamento.

Quando a esmola é demais, até o santo desconfia.

Emocionante

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Hoje é dia de elogiar uma boa ação de Marketing do Fluminense: pela manhã várias iniciativas foram desenvolvidas para acolhermos o capitão do time, líder do elenco, atacante injustiçado pela mídia e que vinha retornando de curto período de férias após a Copa do Mundo.

O destaque é que a ação ocupou parte significativa dos noticiários esportivos na internet, e o Fluminense, através da sua fan page oficial no Facebook também divulgou um vídeo pra lá de emocionante.

A torcida, com saudades, recebe o capitão novamente de braços abertos. O Fred vai te pegar!

Bar dos Guerreiros mal na fita

Bar dos Guerreiros

Nós sempre apoiamos a decisão de ter um espaço que trouxesse a torcida para dentro do Clube, pois essa é e sempre será uma de nossa premissas. A ideia de ter uma espécie de pub inglês, onde os sócios pudessem torcer pelo Flu nas partidas fora de casa, sempre agradou a todos pois representa um atrativo a mais para o torcedor entrar como associado do Clube. Porém desde a sua inauguração em 2012, o Bar dos Guerreiros é motivo constante de reclamação para os sócios e torcedores que o frequentam.

O espaço é operado pela AMBEV, e diante das reclamações generalizadas, já houve até mudança de concessionário, mas não adiantou. O espaço também já esteve fechado para obras, já foi tema de inúmeras discussões, mas a verdade é que até hoje não se sabe ao certo qual clientela o bar quer satisfazer: público de almoço, público de happy hour, ou ambos? Não existe uma linha bem definida e hoje o espaço acaba não atendendo bem a nenhum destes públicos.

Após a reabertura a impressão que se tem é que as mudanças foram para pior e que perdeu-se totalmente o foco do que seja um bar temático. O atendimento é quase sempre precário, com uma demora absurda na entrega dos pedidos. Na hora do almoço, a comida à peso foi abolida e as refeições, por mais simples que sejam, agora custam mais caro. Isso somado ao atendimento ruim é a senha para o fracasso.

Foi inadmissível o bar estar fechado durante boa parte da Copa do Mundo, onde recebemos dezenas de visitas de estrangeiros de todo o mundo. Na noite de aniversário do Clube (21 de julho) o problema se repetiu, mesmo com o Clube cheio e sessão solene do Conselho Deliberativo.

No jogo Criciúma 3 x 2 Fluminense, após mais de 40 dias de paralisação do campeonato brasileiro, os torcedores presentes no local presenciaram situações inadmissíveis tais como a chopeira quebrada e o término de promoções que atraiam o público ao quase sempre vazio Bar dos Guerreiros. Se o maior movimento do bar é para os jogos do Fluminense , como pode o espaço não estar preparado para tal?

Ficamos esperando por ações que tragam o torcedor para dentro do bar e o que acontece? As ações são contrarias, afastam o sócio, decepcionam o torcedor.

Precisamos de uma maior atenção da AMBEV com o bar. De um tratamento condizente com o torcedor e associado tricolor. Precisamos de um concessionário que realmente queira fazer o bar decolar. Temos um espaço ótimo para tal, mas não vemos vontade alguma da AMBEV.

Esperamos que atitudes sejam tomadas e que o Bar dos Guerreiros seja o espaço que todos nós sempre sonhamos que ele fosse.

Seleção Sub-20 tem quatro do Flu

CamisaCBF

O técnico Alexandre Gallo convocou nesta terça-feira (ontem) 22 jogadores para a disputa do Torneio Internacional de COTIF, em Valencia, na Espanha.

O campeonato sub-20 ocorrerá entre os dias 10 e 20 de agosto. A apresentação da delegação será no dia 4 de agosto. O time fica até o dia 8 no centro de Treinamento da CBF e viaja dia 8 para a Europa.

Goleiros
Georgemy (Cruzeiro)
Marcos Felipe (Fluminense)

Zagueiros
Igor Rabello (Botafogo)
Eduardo (Internacional)
Lucão (São Paulo)
Marlon (Fluminense)

Laterais
Auro (São Paulo)
Lorran (Vasco)
Pará (Bahia)
William (Internacional)

Meias
Boschilia (São Paulo)
Danilo (Braga-POR)
João Afonso (Internacional)
Eduardo Henrique (Atlético-MG)
Matheus Biteco (Grêmio)
Nathan (Atlético-PR)

Atacantes
Gabriel (Santos)
Gerson (Fluminense)
Kenedy (Fluminense)
Mosquito (Atlético-PR)
Thalles (Vasco)
Yuri Mamute (Botafogo)

Parabenizamos a gestão do CTVL pelo excelente trabalho, e torcemos para que estas promessas dêem bastante retorno técnico e financeiro ao Fluminense FC nos profissionais.

Valeu, Exeter!

Exeter

O domingo passado terminou festivo com a importante vitória sobre o Santos, mas logo pela manhã a festa já acontecia em Laranjeiras.

Relembrando os 100 anos do jogo inicial do Brasil, o mesmo time inglês daquela partida foi convidado para enfrentar o Fluminense no estádio das Laranjeiras. O Tricolor acabou utilizando uma mescla de time sub-23 e alguns reservas por conta da rodada do campeonato brasileiro marcada para o mesmo dia. O resultado (0 x 0) era o que menos importava nesta data festiva.

Infelizmente, a partida perdeu parte do brilho por conta da péssima imagem final da seleção brasileira na Copa do Mundo 2014, e o evento tampouco mereceu grande divulgação por parte do clube, uma pena. Outro ponto a se lamentar foi a Fluboutique fechar as portas em seu horário normal, enquanto ainda haviam muito ingleses dentro da sede.

Por outro lado, há de se exaltar a grande presença de torcedores ingleses, que vieram acompanhar a equipe, visitaram (e se maravilharam com) a sala de troféus, almoçaram e circularam pelo clube e depois ainda partiram em quatro ônibus para acompanhar o jogo tricolor em Volta Redonda.

Foi gratificante também ver muitos torcedores do Exeter City tornando-se sócios do Fluminense e também comprando a versão em inglês do livro “Nós Somos a História”.

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