Balanço 2017

RETROSPEC 2017

A temporada 2017 chegou ao fim.

Num ano com capacidade de investimento reduzida por conta de problemas orçamentários, e contusões que minaram a competitividade da equipe para vôos mais altos, o Flu acabou conquistando apenas a vaga na Copa Sulamericana 2018.

Lembramos que em outros anos, tais como 2003, 2006, 2008, 2009 e 2013, o Flu também passou por dificuldades no campeonato brasileiro, muitas vezes se livrando do abismo de uma Série B na última rodada. Infelizmente, anos esportivos ruins já aconteceram em clubes gigantes como o nosso, mesmo em épocas em que tivemos orçamentos bem maiores para investir no futebol. Acontece o mesmo também em nossos rivais.

Sim, 2017 foi um ano duro e de sofrimento. A conquista da Taça GB foi o único momento de alegria e nenhum tricolor pode estar satisfeito com isso, pois nosso clube merece mais. O torcedor do Flu merece mais.

Entretanto, a opção por um time jovem e com elenco enxuto não foi uma mera escolha dos gestores atuais, mas sim uma imposição das circunstâncias.

Com o fluxo de caixa comprometido por uma série de contratos longos e já em andamento, o Flu só conseguiu se reforçar com Lucas (aproveitando a exata sobra de folha de pagamento oriunda do empréstimo de Wellington Silva ao Bahia), Robinho (única ousadia do ano, utilizando parte da venda do Richarlison para pagar a 1a parcela), Marlon (por empréstimo), Richard e Romarinho, estes últimos com salários muito baixos, apostas para compor elenco.

É sempre bom lembrar como funciona a Lei Pelé em relação ao distrato de atletas. Este artigo explica em detalhes: “…a cláusula compensatória foi limitada ao máximo de 400 vezes o salário do atleta na rescisão contratual, sendo o mínimo correspondente à soma dos salários devidos até o término do contrato”. Para quem tiver curiosidade, recomendamos a leitura.

Mesmo assim, com muito esforço, a diretoria atual conseguiu realocar jogadores, entrar em acordo para dispensa de outros que tinham propostas de outros clubes, e com isso a folha de pagamento foi reduzida em cerca de 18 milhões anuais. Também foi feito um esforço de renegociação de contratos com prestadores de serviços, reduzindo despesas administrativas importantes.

Na parte de novas receitas, o Flu luta para conseguir patrocinador master num mercado recessivo, com o país ainda mergulhado na maior crise econômica de sua história, e com o estado do Rio de Janeiro em situação ainda pior. Mas o clube conseguiu neste ano um bom contrato com a Under Armour para material esportivo, além de patrocínios novos, alguns fixos e outros experimentais, bem como várias permutas.

Na parte de despesas imprevistas, o Flu foi impactado por uma revisão do contrato com o Maracanã imposta pelo TJ a favor da Obebrecht, obrigando o Tricolor a literalmente pagar para jogar em várias partidas, mesmo com boa média de público.

Sobre a Flusócio, talvez os mais jovens não conheçam, mas esse grupo tem história de quase 15 anos de luta pelo Fluminense. Antes de vencermos três eleições, perdemos duas  como oposição. Chegamos ao poder de maneira democrática, em 3 campanhas onde a marca foi muita militância e poucos recursos financeiros.

Sempre lutamos pelo investimento em Xerém para que tivéssemos divisões de base de excelência, reveladora anual de talentos, e não o “Carandiru” que existia antes. Brigamos para que nossa história tivesse um memorial digno de nossas tradições, com produtos institucionais que reforçassem a trajetória do Flu ao longo dos seus 115 anos de glórias. Lutamos para que a construção de um Centro de Treinamentos se tornasse realidade.

As gestões que elegemos entregaram todos esses itens.

A Flusócio como base das últimas chapas eleitas viu o Flu conquistar o Campeonato Brasileiro em 2012, o Campeonato Carioca de 2012 e a Primeira Liga 2016, além de inúmeros títulos relevantes na base, tais como o campeonato brasileiro Sub20, em 2015, e o Al Kass Cup, equivalente ao mundial de clubes Sub17, conquistado em 2013. Nosso time disputou Libertadores em 2011, 2012 e 2013.

Quando éramos oposição, criamos a campanha pela Cidadania Tricolor, iniciativa que trouxe mais de 1500 novos sócios proprietários e/ou contribuintes, uma vez que o clube não tinha modalidade de Sócio Futebol nem sequer adesão online. Uma vez eleitos, ajudamos a criar o Sócio Futebol com direito a voto para que nosso torcedor decida os rumos de sua paixão para sempre.

Houve erros nos últimos anos, principalmente na execução orçamentária, com muitos investimentos realizados simultaneamente. E também na celebração de contratos com alguns atletas. Mas mesmo se não tivesse havido erro algum, os gastos do futebol teriam que aumentar de qualquer maneira a partir de 2015, pois a Unimed saiu em dezembro de 2014 deixando o Fluminense com vários contratos em andamento, sem lastro para pagá-los, e tendo que montar um novo time de uma hora pra outra.

A patrocinadora que arcava com cerca de 70% da folha de pagamento dos jogadores se foi de repente, obrigando o Flu a assumir 100% do seu Depto de Futebol de uma hora pra outra, sem qualquer transição. Lembramos que o primeiro ano do Palmeiras sem a Parmalat terminou num rebaixamento (2002) e o mesmo aconteceu com o Corinthians após a saída da MSI (2007).

Neste encerramento de temporada, queremos pedir uma reflexão: é possível que a gestão atual tenha errado na condução de algumas questões, mas se o fez, foi de boa fé, pensando no melhor para o Fluminense. É preciso um esforço contínuo para melhorar cada vez mais e assim lutaremos para que aconteça.

Mas a campanha de ódio criada neste ano em alguns sites tricolores e redes sociais não pode atingir o Fluminense com pregações de abandono aos estádios, saída de sócios e chacota com patrocinadores.

Faz bem ao Fluminense uma oposição vigilante, construtiva e responsável. As críticas bem fundamentadas fazem o Flu melhorar, ajudam a evoluir, mas destilar o ódio não.

Antes de repetir críticas meramente destrutivas ou notícias falsas, cabe ao torcedor refletir sobre os reais interesses de quem as propaga.

#SomosFluminense

Unificação do cadastro de sócios concluída no Flu

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Foi concluído o projeto de integração das diferentes categorias de sócios do Flu, a partir de agora mantidas num cadastro único. Do dia 05/12 em diante, o sistema Multiclubes, do fornecedor Tríade, será o único software gestor do cadastro dos sócios, rotinas de cobrança, controle de pagamentos, checkins para jogos e todas as demais funcionalidades.

Todos os planos possíveis são agora oferecidos num único portal de vendas, com a descrição dos benefícios de cada um, integrado ao site oficial do Flu. É o trabalho de um ano inteiro que finalmente está concluído, pois seria um risco grande realizar a migração durante as competições de 2017 e com checkins em andamento.

Tanto os sócios ligados ao clube (contribuintes e proprietários) como também os sócios futebol acessarão um único sistema quando realizarem login no Portal do Sócio, onde também terão ao seu dispor várias funcionalidades self service, tais como alteração de dados cadastrais, atualização de meio de pagamento, geração de 2a via de boletos, histórico de pagamentos e etc.

Até então, as diferentes categorias de sócios do Flu estavam divididas em dois sistemas separados, com rotinas de atendimento que não se comunicavam, sendo uma equipe na Secretaria de Laranjeiras e outra num call center externo. Enquanto os sócios proprietários e contribuintes eram mantidos no sistema interno, os sócios futebol estavam sendo geridos por uma empresa terceirizada (CSM), que também gerenciava o cadastro das contribuições ao CT, a taxa adicional que permite aos sócios do clube descontos nos ingressos dos jogos, chamada Pacote Futebol, a emissão de carteirinhas e o call center.

Problemas nas migrações de categoria, checagem de inadimplência, duplicação de registros e outros do gênero sempre foram dores de cabeça. A realização de consultas analíticas que permitissem melhorar a relação com os associados, pesquisas sobre comportamento dos mesmos e o estudo de ações para incremento das ativações sempre foram complexas de implementar.

O modelo de operação anterior provocava distorções, por exemplo: após se emocionar numa visita à sala de Troféus e comprar uma camisa oficial, até então não era possível ao torcedor ingressar como Sócio Futebol nas Laranjeiras, apenas via internet. A partir de agora, não apenas será possível fazer o cadastro presencialmente como sair da sede com a carteirinha impressa.

A unificação da base de dados garante como benefícios imediatos a redução de custos administrativos, pois diminui de dois para apenas um os prestadores de serviços envolvidos na operação do programa de sócios. E também oferece mais autonomia no atendimento, pois todos os recursos gestores são funcionários do Flu. Além disso, padroniza rotinas do call center, que agora é contratado pelo próprio Fluminense, e não por um parceiro comercial. Facilita ainda a implementação de análises baseadas em Bigdata / CRM.

A empresa Active Sales será a nova responsável pelo atendimento remoto. Especializada também em conversão de leads, atua com foco em buscar novos associados de maneira ativa, a partir de contatos deixados pelo público alvo em outras bases de dados, sites ou parceiros comerciais. Por exemplo, está previsto inicialmente o foco na busca pelo retorno de sócios que estão desativados, usando contatos que estão em posse do próprio Flu.

O Fluminense conclui o mesmo movimento que já tinha sido realizado por times como Sport e Cruzeiro, rivais que também eliminaram terceirizações na gestão do cadastro dos dados de seus sócios, ativo essencial num clube de futebol e que deve ser encarado como uma das principais fontes de receitas e engajamento.

Os sócios proprietários, contribuintes e sócios futebol antigos (por ex, toda matrícula iniciada com FUT ou AFUT está nessa situação), deverão ingressar no Portal do Sócio através da seção “Acesse seu portal”. Se for o caso, podem recuperar senha através do link “Esqueceu sua Senha”, que aparece durante o processo de login.

Por conta do novo modelo de operação, os associados da categoria Sócios Futebol que aderiram durante a gestão da empresa anterior deverão usar o botão “Cadastrar Senha”, presente na seção Novo Cadastro, no primeiro acesso ao novo Portal do Sócio.

Todos os Sócios Futebol, público alvo da migração, foram avisados por email sobre as mudanças.

#SejaSocio
#SomosFluminense

Sobre a cessão de ingressos

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A essa altura, todos os torcedores do Fluminense já têm conhecimento da operação policial – muito bem-vinda, por sinal – desencadeada ontem para punir o câmbio negro de ingressos no futebol. Nessa operação, vários dirigentes de clubes foram chamados a depor, inclusive nosso presidente, Pedro Abad.

Foi aí que veio à tona o fato de haver uma ação excepcional e por tempo determinado, de cessão de ingressos e caravanas para algumas torcidas organizadas. Quem nos acompanha sabe que a Flusócio abomina e sempre lutou contra essa prática e com toda a certeza se posicionaria contra, se consultada, mas é preciso colocar as coisas em perspectiva e tentar entender.

Abad tem feito um esforço muito correto de recuperação das finanças do clube. Um trabalho impopular, que desagrada o torcedor e que não rende frutos de curto prazo, mas que é absolutamente fundamental e dará frutos em um futuro próximo. Os resultados de campo , porém, estavam ruins demais e o clube estava ameaçado pelo descenso, o que poderia comprometer tudo. O presidente, utilizando-se das prerrogativas de seu cargo, tomou sozinho a decisão de ceder ingressos, como parte do esforço de unir a arquibancada e ajudar o time na reta final do campeonato.

Erros acontecem e são cometidos até pelas pessoas mais bem-intencionadas. Foi o caso. Mas não impede que reconheçamos o trabalho incansável do presidente, e que reiteremos nossa confiança e nosso apoio irrestrito a ele.

Nas finanças, evolução em busca do reequilíbrio

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Na noite de ontem houve uma importante reunião do Conselho Deliberativo.

Na pauta, uma exposição bastante completa por parte do Vice-Presidente de Finanças, Diogo Bueno, sobre a situação econômica do Fluminense, os esforços que a gestão Pedro Abad vem aplicando na busca do reequilíbrio financeiro, algumas projeções de futuro e outras possibilidades.

Diogo apresentou os números globais do clube. Por exemplo, deixou claro que a receita ordinária total é da ordem de R$ 185 milhões anuais brutos ou cerca de R$ 170 milhões líquidos (descontando impostos). É com esse valor médio que podemos contar anualmente. As negociações de atletas, luvas por assinaturas de contratos, premiações por sucesso esportivo e aumento de bilheteria são incertezas que podem melhorar o resultado de cada ano, mas são receitas extraordinárias e é assim que devem ser encaradas.

A dívida global do Flu é da ordem de R$ 440 milhões, mas cerca de R$ 221 milhões estão equacionados no longo prazo em parcelamentos fiscais como PROFUT e REFIS, assim como ocorre em todos os grandes clubes brasileiros.

As dívidas cíveis (débitos com parceiros comerciais, direitos de imagem) montam cerca de R$ 87 milhões, as dívidas trabalhistas montam em cerca de R$ 92 milhões e as dívidas financeiras (correções dos valores devidos) chegam perto de R$ 40 milhões. O total destas dívidas é de cerca de R$ 219 milhões e é com elas que o Flu deve se preocupar no curto e médio prazos.

Diogo mostrou cenários e estratégias de como o clube está trabalhando para melhorar o perfil da dívida, renegociando com credores, alongando prazos, focando em conseguir dinheiro novo com grandes fundos financeiros para trocar dívida cara por dívida a taxas menores, conversando com grandes investidores mundiais do futebol e criando um novo produto financeiro junto o banco Plural, para investimento por parte da torcida.

No geral, ficou bem claro que o Fluminense está finalmente se estruturando, de maneira empresarial. A consultoria contratada que norteou todo trabalho foi a Ernst & Young, uma das mais respeitadas do planeta. O trabalho por ela mapeado segue em implantação em todas as áreas do clube.

Diogo colocou como meta primária da gestão Abad resgatar a credibilidade institucional do Fluminense para atração de investidores internacionais, falou de conversas com chineses e outras possibilidades. A meta é subirmos nosso patamar de receitas anuais ordinárias de R$ 185 milhões para algo próximo de R$ 300 milhões. Este é o nosso desafio.

Confirmou na tribuna que todo funcionário do Flu está com salários em dia, incluindo jogadores e comissão técnica. O Flu ainda deve alguns DIs e também as férias dos atletas de 2016. Elogiou o trabalho da nova equipe financeira sob a gerência do CFO Eduardo Paez e supervisão do CEO Marcus Vinícius Freire.

Mostrou ainda que a suplementação orçamentária a ser enviada ao Conselho Deliberativo ainda neste ano trata-se de um mero ajuste contábil de menos de 1% no orçado, algo que representa cerca de R$ 3 milhões. Na prática significa que o orçamento aprovado em 2017 foi uma boa peça de planejamento financeiro, pois a suplementação solicitada é mínima.

Diogo elogiou a resiliência e liderança do Presidente Pedro Abad para fazer o que tem que ser feito institucionalmente, tendo suas palavras reforçadas na tribuna por integrantes do Conselho Fiscal e outros conselheiros.

Por último, informou que o Orçamento de 2018 será votado ainda em dezembro de 2017, algo que nunca ocorreu nos últimos 40 anos do Flu. E que o resultado realizado em 2017 será bem melhor que o orçado, embora o clube ainda esteja em situação que vai exigir esforço contínuo até atingir o equilíbrio financeiro. O balancete financeiro do 3o trimestre está no site do clube e confirma essa tendência.

Quem ama este clube deve atentar para o problema raiz, que é o seguinte: em qualquer instituição, as despesas mensais devem ser cobertas pelas receitas mensais. Se não for assim, não será sustentável pois o clube precisará se endividar de tempos em tempos para acertar suas despesas ordinárias. É como o chefe de família que gasta mais do que pode e vive no cheque especial. Se fizer a coisa certa administrativamente, o Flu vai recuperar sua capacidade de investimento e competitividade.

Respondendo a perguntas na tribuna, o Presidente Abad falou em mudanças no futebol para 2018, mesmo sem citar nomes. Confirmou que o planejamento do elenco já está em andamento e mostrou esperança em dias melhores.

Deixamos aqui nosso apoio irrestrito.

#SomosFluminense

Apoio ao Abel e elenco na reta final

Tamojunto

Desde o início do ano, com a consultoria da Ernst & Young, foi deixado claro pela diretoria que teríamos uma temporada com restrições orçamentárias e fluxo de caixa comprometido por contratos longos, de elevado valor, mas ainda vigentes.

Foi dada total transparência ao déficit projetado e explicada uma necessidade imediata de reduzir despesas e aumentar receitas em busca de um novo equilíbrio financeiro. Só assim a capacidade de investimento poderá retornar ao Fluminense no médio prazo. Trata-se do mesmo trabalho realizado no rival durante o primeiro ano da gestão Bandeira de Mello, empreitada também conduzida pela E&Y.

O orçamento foi aprovado por unanimidade. Nem os conselheiros da oposição votaram contra.

Na parte de redução de despesas, foi realizada uma ampla reforma administrativa com readequação de cargos e salários e contratação de um CEO (Chief Executive Officer) e um CFO (Chief Financial Officer). Foi estabelecido ainda um novo organograma institucional, adequando o Flu ao modelo empresarial.

Na parte de custos patrimoniais, o Flu conseguiu renegociação de contratos com prestadores de serviços. Fechou ainda parcerias que reduziram custos administrativos de serviços com base em permutas.

No Departamento de Futebol, a gestão conseguiu-se uma redução de R$ 18,3 milhões anuais com empréstimos e dispensas de jogadores que estavam fora dos planos e infelizmente foi obrigada a retrair investimentos.

Na parte de busca por novas receitas, em meados de 2017 foi criada a nova Vice-Presidência Comercial e contratados novos recursos para turbinar o apetite por parceiros comerciais.

No início da temporada o clube tinha apenas a Frescatto como patrocinadora oficial, mas está chegando ao fim do ano com as marcas adicionais Under Armour, TIM e Thinkseg como patrocinadores fixos em sua camisa. Como patrocinadores temporários, chegaram também Universal Orlando Resort, Zoom, Lafe e Mackenzie, além dos parceiros comerciais Gatorade, Ambev, 99Taxis, NB Telecom, Bauerfind, Euro Colchões, Bioleve e Volkswagen.

Ainda na parte de busca por novas receitas, foi iniciada a campanha de engajamento #AbraceOFlu, criado o advento do e-ticket e estabelecido o compromisso de jogar no Maracanã durante o ano inteiro, mesmo com o elevado padrão de custos do estádio. Foi também relançado o Sócio-Futebol com 100% de desconto nos ingressos dos jogos, em condições elogiadas por todos.

O Flu encerrará o ano com apenas três atletas negociados pelo Flu: Richarlison, Eduardo e Ailton. Nos três casos, o Flu manteve percentuais de sell on, que remuneram o Tricolor em caso de lucro em possíveis revendas por parte dos clubes compradores.

Mas na parte esportiva, a temporada ainda não acabou.

A fase aguda da temporada se aproxima e deixamos aqui todo nosso apoio às palavras do Presidente Abad sobre a manutenção do treinador Abel Braga, que foi um exemplo de dedicação ao Fluminense durante todo ano, superando a dor de uma irreparável perda familiar.

É hora de trabalhar internamente pela solução das pendências financeiras e dar todo apoio à comissão técnica e aos jogadores na reta final da competição.

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