Bem-vinda Valle Express!

ValleExpress

Damos boas-vindas à Valle Express como sua patrocinadora master do Fluminense até o fim de 2019.

Trata-se de uma empresa de administração de convênios e serviços através de cartões, focada no mercado corporativo, que inovou ao oferecer otimização na gestão de empresas através da disponibilização de crédito imediato para funcionários.

A marca ficará na parte frontal da camisa Tricolor a partir do dia 20 de janeiro, no clássico contra o Botafogo no Maracanã. Além da camisa, a Valle Express vai estar presente em placas publicitárias nos Centros de Treinamento da Barra da Tijuca e Xerém, além da sede em Laranjeiras, e nas camisas de todas as categorias de base.

A presença da Valle Express já atinge 600 cidades brasileiras. A empresa também é detentora de uma bandeira própria de cartões. Criada em 2013, no fim de 2016 trocaram o modelo de crescimento orgânico para um modelo de franquias por cidade e com isso o crescimento explodiu. Também acertaram patrocínio com o Corinthians, onde vão expor a marca nas mangas do uniforme.

Como disse o CEO Marcus Vinícius Freire na coletiva de imprensa que apresentou a parceria, é importante frisar que o valor líquido a receber anualmente será maior que o valor líquido oferecido pela CEF no ano passado. Isso porque a proposta da CEF tinha inúmeras contra-partidas por parte do Flu, sendo as mais complicadas a exclusividade do banco estatal para todas as operações financeiras do clube, além da obrigatoriedade de montar um time de futebol feminino antes do prazo limite estipulado pelo Profut.

Importante também perceber que a Valle Express vai ocupar apenas o espaço da frente da camisa. Então o Flu ainda poderá negociar com outros patrocinadores a parte de cima do número traseiro e o espaço do short, aumentando a receita com a exposição do uniforme. A proposta oferecida pela CEF era por estes 3 espaços em conjunto.

Lembramos que o novo parceiro do Flu também está nas redes sociais, tais como Twitter e Facebook. Seguí-los nestes canais demonstra a força da nossa torcida e deixa claro que usar a camisa do Flu como veículo publicitário oferece resultado imediato em visibilidade e exposição da marca.

#SomosFluminense

Plano de reequilíbrio econômico avança no Flu

plano

Em qualquer instituição, é impossível conviver mensalmente com o que tecnicamente se chama de déficit operacional. Na prática, tal termo significa a diferença negativa entre receitas ordinárias e despesas ordinárias, sem considerar as despesas financeiras relacionadas à correção das dívidas.

Durante todo ano de 2017, o Flu conviveu com as despesas sendo mensalmente maiores que as receitas. Neste contexto, atrasos de salários são apenas consequência. E nenhuma instituição sobrevive desta forma.

O básico em qualquer orçamento, seja ele numa empresa, clube, condomínio ou até familiar, é fechar o mês sem déficit operacional. O orçamento 2018, aprovado no Conselho Deliberativo no último dia 29/12, prevê a eliminação do déficit operacional durante o ano de 2018. Isso significa que aos poucos o Flu vai se estruturando de forma planejada, empresarial e sustentável.

Também merece registro o orçamento ter sido votado e aprovado no exercício anterior ao ano da execução, se constituindo de fato numa peça de planejamento financeiro, como manda a boa prática de gestão que não era aplicada no Fluminense pelo menos há mais de 30 anos. O Conselho Deliberativo aprovou o orçamento por esmagadora maioria, com apenas dois votos contrários.

Importante lembrar que no futebol o erro acontece sempre na hora de celebrar os contratos, na hora das escolhas de elenco. Em 2015 e 2016, as pessoas que comandavam o futebol do Flu fizeram contratos longos com jogadores caros e de idade avançada, alguns com aumentos não vinculados à performance, uma combinação explosiva, que praticamente anula as possibilidades de transferências ou trocas.

O motivo é simples: com contratos caros e longos, o mercado não mais se interessa pelo custo x benefício de tais atletas, e os jogadores/agentes também se acomodam, pois sabem que o mercado não vai pagar a eles no mesmo patamar.

Sobre os jogadores já anunciados como fora dos planos, não há muito o que discutir em relação à atitude que foi tomada pela diretoria, nem quanto ao custo x benefício dos atletas envolvidos. Logicamente que a prioridade sempre foi negociar saídas através de transferências, algo difícil se considerarmos os contratos que estão assinados. A diretoria atual tentou durante um ano inteiro buscar essas alternativas, entretanto, propostas nunca chegaram.

Em caso de possíveis rescisões, o trunfo de qualquer clube é a liberação sem ônus, pois para consegui-la qualquer jogador terá que negociar.

Todos se lembram do que fez o Cícero: para sair e assinar com o São Paulo FC, o jogador deu desconto e alongou seu crédito futuro em 50 parcelas. O Flu também economizou com todos os encargos sobre os salários futuros, pois indenização por rescisão de contrato de trabalho não tem os tributos pesados que incidem sobre as remunerações mensais na folha de pagamento.

No momento, Flu busca uma operação financeira que permita comprar possíveis dívidas indenizatórias por valores mais baixos e à vista. Pode ser uma alternativa boa para todas as partes.

Ainda neste ano pretendemos propor uma alteração estatutária que coloque como competência do Conselho Fiscal dar o aval em contratos que onerem o clube em valores superiores a determinado percentual do orçamento. O objetivo será aumentar a governança e o controle sobre os atos do Conselho Diretor, antes dos compromissos serem assinados. Pelo Estatuto atual, o Conselho Fiscal atua apenas a posteriori, com os compromissos já assumidos. Não interfere na execução orçamentária.

Por último, um pedido de reflexão: na sua apresentação, o gestor esportivo Paulo Autuori deu uma declaração importante: “vim porque enxerguei um projeto institucional, e não pessoal“. O treinador Abel Braga também já falou várias vezes coisas parecidas sobre a condução da instituição Fluminense durante a gestão Pedro Abad. São dois profissionais consagrados, campeões do mundo, e suas palavras merecem a atenção de nossa torcida.

Para 2018, temos muitas esperanças num time guerreiro e bem-treinado, que possa surpreender seus adversários. Um grupo mais focado por conta de um comando técnico mais encorpado e salários em dia.

Feliz 2018 para todos os tricolores.

O trabalho continua.

#SomosFluminense

Boas Festas e Feliz Ano Novo

Boas festas

Chegamos ao fim do ano desejando boas festas a todos os tricolores, um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo!

Em 2018, nos gramados estaremos nas disputas da Florida Cup, Campeonato Carioca, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Primeira Liga e Copa Sulamericana.

No comando do Depto de Futebol temos a chegada de Paulo Autuori, um campeão do mundo que terá a missão de gerenciar o futebol tricolor com o treinador Abel Braga, mantido por conta de toda sua capacidade de trabalho, compromisso e identificação com a instituição. Fabiano Camargo ocupará o cargo de Vice-Presidente de Futebol. Desejamos boa sorte a todos eles.

Jogadores chegarão, outros sairão, como é normal em qualquer início de temporada. Mas a certeza é que dias melhores virão.

Também é importante citar onde avançamos no ano que se passou.

Na busca por novas receitas, o ano de 2017 trouxe a Vice-Presidência Comercial, criada em agosto e liderada por Ronaldo Barcelos. Mesmo em pouco tempo, a nova pasta conseguiu contratar bons profissionais e implementar algumas iniciativas de engajamento, tais como a campanha #AbraceOFlu, o advento do e-ticket e a volta do plano Sócio Futebol com desconto de 100% nos jogos. Além disso, fechou o ano com alguns patrocínios novos e inúmeras permutas que reduzem os custos administrativos do Fluminense.

A entrada do grupo Base na gestão Pedro Abad foi essencial para esses avanços na parte comercial. São hoje aliados do Fluminense na busca do reequilíbrio financeiro e da retomada na capacidade de investimento, independente do fato de terem apoiado outra chapa nas eleições passadas.

Na parte administrativa, o Flu concluiu a unificação do cadastro de sócios, eliminou custos administrativos e passou a obter maior controle e autonomia no atendimento aos seus associados. A gestão total sobre os processos de cadastro, cobrança, pagamentos e checkin é essencial para a melhoria da governança administrativa do Flu, independente da categoria do sócio. Foi um esforço capitaneado pelo Depto de Tecnologia da Informação, com apoio do Marketing.

Em 2017, é importante lembrar que passamos a ter um campeão olímpico gerenciando o Depto de Esportes Olímpicos: o ex-atleta de vôlei Emanuel, referência em todos os lugares do planeta. Na Superliga, nosso time de vôlei feminino faz grande campanha, custeado pelos patrocínios da TIM e da Zinzane. Nas instalações internas, melhorias foram implantadas com a verba conseguida junto à Confederação Brasileira de Clubes (CBC). Com isso reforçamos nosso compromisso com os Esportes Olímpicos, que sempre orgulharam o Fluminense durante toda sua história.

O trabalho na parte financeira foi árduo desde o início. Começou com a contratação da Ernst & Young, que fez um levantamento de todos os problemas, dívidas, contratos e recursos humanos. Depois seguiu firme com a chegada dos novos executivos contratados pela gestão. As equipes administrativas foram qualificadas após reestruturação interna, com demissões e contratações. Toda essa estrutura passou a apoiar a pasta do Vice-Presidente de Finanças, Diogo Bueno, aliado que hoje ajuda a gestão Abad, mesmo sendo oriundo de outra corrente política.

Na parte de redução de despesas, mesmo num ano muito difícil do ponto de vista de fluxo de caixa, o déficit orçado foi reduzido em cerca de R$ 29 milhões e a expectativa é que o Flu atinja novamente o superavit operacional ao final de 2018, como prevê o orçamento do próximo exercício. É nítida a melhora na governança orçamentária e na gestão da dívida.

Neste fim de ano, agradecemos a todos os nossos aliados de gestão pela luta em prol de um Fluminense mais forte. Independente de grupo ou ideologia política, reforçamos nosso compromisso de estarmos juntos nestes três anos pelo fortalecimento da instituição Fluminense.

#SejaSocio
#SomosFluminense

Nota de repúdio

Calazans

Repudiamos com veemência a agressão sofrida pelo nosso atleta Marquinhos Calazans, por parte de torcedores do Flamengo. O jogador tinha saído com sua namorada e um casal de amigos para ir a um bar, na noite de última quarta-feira. Foi reconhecido e provocado, teve seu joelho operado chutado e sua namorada também foi agredida.

Vivemos tempos sombrios, onde permanecem impunes aqueles que protagonizaram a violência generalizada e a destruição de roletas, portões, assentos, bares e outras instalações do Maracanã, que é patrimônio público.

E tudo isso aconteceu de forma reincidente.

Um vexame de repercussão mundial.

Fica aqui o nosso protesto.

Balanço 2017

RETROSPEC 2017

A temporada 2017 chegou ao fim.

Num ano com capacidade de investimento reduzida por conta de problemas orçamentários, e contusões que minaram a competitividade da equipe para vôos mais altos, o Flu acabou conquistando apenas a vaga na Copa Sulamericana 2018.

Lembramos que em outros anos, tais como 2003, 2006, 2008, 2009 e 2013, o Flu também passou por dificuldades no campeonato brasileiro, muitas vezes se livrando do abismo de uma Série B na última rodada. Infelizmente, anos esportivos ruins já aconteceram em clubes gigantes como o nosso, mesmo em épocas em que tivemos orçamentos bem maiores para investir no futebol. Acontece o mesmo também em nossos rivais.

Sim, 2017 foi um ano duro e de sofrimento. A conquista da Taça GB foi o único momento de alegria e nenhum tricolor pode estar satisfeito com isso, pois nosso clube merece mais. O torcedor do Flu merece mais.

Entretanto, a opção por um time jovem e com elenco enxuto não foi uma mera escolha dos gestores atuais, mas sim uma imposição das circunstâncias.

Com o fluxo de caixa comprometido por uma série de contratos longos e já em andamento, o Flu só conseguiu se reforçar com Lucas (aproveitando a exata sobra de folha de pagamento oriunda do empréstimo de Wellington Silva ao Bahia), Robinho (única ousadia do ano, utilizando parte da venda do Richarlison para pagar a 1a parcela), Marlon (por empréstimo), Richard e Romarinho, estes últimos com salários muito baixos, apostas para compor elenco.

É sempre bom lembrar como funciona a Lei Pelé em relação ao distrato de atletas. Este artigo explica em detalhes: “…a cláusula compensatória foi limitada ao máximo de 400 vezes o salário do atleta na rescisão contratual, sendo o mínimo correspondente à soma dos salários devidos até o término do contrato”. Para quem tiver curiosidade, recomendamos a leitura.

Mesmo assim, com muito esforço, a diretoria atual conseguiu realocar jogadores, entrar em acordo para dispensa de outros que tinham propostas de outros clubes, e com isso a folha de pagamento foi reduzida em cerca de 18 milhões anuais. Também foi feito um esforço de renegociação de contratos com prestadores de serviços, reduzindo despesas administrativas importantes.

Na parte de novas receitas, o Flu luta para conseguir patrocinador master num mercado recessivo, com o país ainda mergulhado na maior crise econômica de sua história, e com o estado do Rio de Janeiro em situação ainda pior. Mas o clube conseguiu neste ano um bom contrato com a Under Armour para material esportivo, além de patrocínios novos, alguns fixos e outros experimentais, bem como várias permutas.

Na parte de despesas imprevistas, o Flu foi impactado por uma revisão do contrato com o Maracanã imposta pelo TJ a favor da Obebrecht, obrigando o Tricolor a literalmente pagar para jogar em várias partidas, mesmo com boa média de público.

Sobre a Flusócio, talvez os mais jovens não conheçam, mas esse grupo tem história de quase 15 anos de luta pelo Fluminense. Antes de vencermos três eleições, perdemos duas  como oposição. Chegamos ao poder de maneira democrática, em 3 campanhas onde a marca foi muita militância e poucos recursos financeiros.

Sempre lutamos pelo investimento em Xerém para que tivéssemos divisões de base de excelência, reveladora anual de talentos, e não o “Carandiru” que existia antes. Brigamos para que nossa história tivesse um memorial digno de nossas tradições, com produtos institucionais que reforçassem a trajetória do Flu ao longo dos seus 115 anos de glórias. Lutamos para que a construção de um Centro de Treinamentos se tornasse realidade.

As gestões que elegemos entregaram todos esses itens.

A Flusócio como base das últimas chapas eleitas viu o Flu conquistar o Campeonato Brasileiro em 2012, o Campeonato Carioca de 2012 e a Primeira Liga 2016, além de inúmeros títulos relevantes na base, tais como o campeonato brasileiro Sub20, em 2015, e o Al Kass Cup, equivalente ao mundial de clubes Sub17, conquistado em 2013. Nosso time disputou Libertadores em 2011, 2012 e 2013.

Quando éramos oposição, criamos a campanha pela Cidadania Tricolor, iniciativa que trouxe mais de 1500 novos sócios proprietários e/ou contribuintes, uma vez que o clube não tinha modalidade de Sócio Futebol nem sequer adesão online. Uma vez eleitos, ajudamos a criar o Sócio Futebol com direito a voto para que nosso torcedor decida os rumos de sua paixão para sempre.

Houve erros nos últimos anos, principalmente na execução orçamentária, com muitos investimentos realizados simultaneamente. E também na celebração de contratos com alguns atletas. Mas mesmo se não tivesse havido erro algum, os gastos do futebol teriam que aumentar de qualquer maneira a partir de 2015, pois a Unimed saiu em dezembro de 2014 deixando o Fluminense com vários contratos em andamento, sem lastro para pagá-los, e tendo que montar um novo time de uma hora pra outra.

A patrocinadora que arcava com cerca de 70% da folha de pagamento dos jogadores se foi de repente, obrigando o Flu a assumir 100% do seu Depto de Futebol de uma hora pra outra, sem qualquer transição. Lembramos que o primeiro ano do Palmeiras sem a Parmalat terminou num rebaixamento (2002) e o mesmo aconteceu com o Corinthians após a saída da MSI (2007).

Neste encerramento de temporada, queremos pedir uma reflexão: é possível que a gestão atual tenha errado na condução de algumas questões, mas se o fez, foi de boa fé, pensando no melhor para o Fluminense. É preciso um esforço contínuo para melhorar cada vez mais e assim lutaremos para que aconteça.

Mas a campanha de ódio criada neste ano em alguns sites tricolores e redes sociais não pode atingir o Fluminense com pregações de abandono aos estádios, saída de sócios e chacota com patrocinadores.

Faz bem ao Fluminense uma oposição vigilante, construtiva e responsável. As críticas bem fundamentadas fazem o Flu melhorar, ajudam a evoluir, mas destilar o ódio não.

Antes de repetir críticas meramente destrutivas ou notícias falsas, cabe ao torcedor refletir sobre os reais interesses de quem as propaga.

#SomosFluminense

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