Apito decisivo contra o Flu

Fluchape

O Fluminense dominou o segundo tempo inteiro, não conseguiu marcar e ainda saiu de campo derrotado, após um pênalti inexistente anotado nos últimos minutos. Não cabe aqui analisar a parte técnica e tática do time quando o apito nos foi extremamente danoso como nesta manhã.

Nos dois lances capitais do jogo, o árbitro tomou uma decisão, foi seguido pelo bandeira e estranhamente alterou a chamada inicial, em ambos os caos. No primeiro, principalmente, fica nítido que houve interferência externa. O juiz apontou para o meio, o bandeira correu para o meio e MUITO tempo depois o lance foi invalidado, a ponto do Premiere repetir o gol, mostrar a comemoração dos jogadores e só depois mostrar a anulação. O gol de Marcos Junior foi legal na opinião de comentaristas de arbitragem relevantes, como Carlos Eugênio Simon, da Fox Sports.

O segundo, embora coubesse interpretação quanto à falta, seguiu o script: Raphael Claus marcou falta fora da área e após consulta posterior ao bandeira decidiu pelo pênalti. A consulta eletrônica ao replay pode ser saudável, desde que OFICIALIZADA como parte do jogo, o que não acontece hoje. Alguém de fora do trio de arbitragem soprou a decisão e o trio de juízes a seguiu, um absurdo completo, um vexame.

Foi o segundo jogo seguido com árbitros paulistas apitando jogos do Fluminense, isso quando disputamos diretamente vaga com Palmeiras, São Paulo e Corinthians. Para piorar, hoje jogamos contra um time catarinense, cuja federação tem grande influência na CBF desde 2013. Apesar das “coincidências”, é preciso focar na causa principal do erro: HOUVE INTERFERÊNCIA DE QUEM NÃO FAZ PARTE DO JOGO. Isso é proibido. Se o clube não fizer barulho contra isso e se posicionar na CBF, estamos sujeitos a novos absurdos assim. E pior: quando o campeonato não permitir mais recuperação, ao contrário do momento atual.

Abre o olho. Fluminense! Não se pode fingir normalidade quando tem coisa estranha por todos os lados! Temos hoje um elenco encorpado e com boas condições de disputar o topo da tabela, mas o campeonato é nivelado e arbitragens vergonhosas como as de hoje certamente são decisivas, desanimam os jogadores e também a torcida.

TTT em Chapecó

TTTNo próximo domingo, 26/07, o Flu terá mais um importante confronto pelo campeonato brasileiro, desta vez contra o Chapecoense, às 11h na Arena Condá.

No sábado, 25/07, os tricolores de Chapecó e região terão oportunidade de se sentirem mais próximos do Fluminense: das 19h às 22h será realizada mais uma edição do “Tricolor em Toda Terra. O evento será na Bella Veneto Galeteria, rua Benjamim Constant 136E – Calçadão.

Promovido pela Vou Ver o Flu, agência de viagens oficial do Fluminense, o evento terá como convidado o diretor executivo de futebol Fernando Simone, que dará aos torcedores a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a equipe e o momento atual.

Além disso, haverá o tradicional sorteio de produtos oficiais do clube para sócios e aqueles que se associarem no local. O stand de associação funcionará durante todo evento.

O Fluminense informou via site oficial que conseguiu com o clube mandante uma cota de 50 ingressos para beneficiar os sócios que participarem do Tricolor em Toda Terra. A troca será feita por ordem de chegada e serão distribuídas senhas na entrada do local. Poderão participar sócios tricolores de todas as categorias que estiverem adimplentes e também novos sócios.

Os ingressos do evento poderão ser comprados antecipadamente no site http://www.vouveroflu.com.br.

PREÇOS ENTRADA

Convite normal:
Sócio – R$ 10,00
Não-Sócio – R$ 15,00

Convite especial (entrada + camisa + chopp)
Sócio- R$ 50,00
Não Sócio- R$ 60,00

Para mais informações, ligue (21) 3513-0500.

E a adesão online nas categorias antigas?

SPs

Há 6 anos, quando ainda éramos oposição à gestão Roberto Horcades, o Fluminense contava com praticamente duas categorias estatutárias viáveis para associação: Proprietários ou Contribuintes.

Inacreditavelmente não era possível fazer a adesão de maneira online pela internet. O Tricolor que queria entrar como sócio tinha que ir na Secretaria física do Clube, munido de documentos e cheques para viabilizar seu ingresso no quadro social.

Naquela época, não conseguíamos entender os motivos de não haver associação online para as categorias com direito a voto, visto que tal modalidade de cadastramento já existia para a categoria sem direitos políticos, denominada então de Passaporte Tricolor.

Criamos então um serviço rateado entre os membros do grupo Flusócio chamado SATT – Serviço de Apoio ao Torcedor Tricolor. O objetivo era pagar uma linha de telefone celular, uma secretária e um motoboy para funcionarem como “despachantes” daqueles que pretendiam entrar como sócio no Fluminense FC, oriundos de qualquer lugar do país.

O torcedor de qualquer lugar do Brasil ou do mundo entrava em contato com a secretária, recebia as orientações e enviava pelos Correios seus documentos e cheques nominais ao Fluminense FC. Se fosse morador do Grande Rio, o motoboy ia buscar a papelada. De posse dos documentos e cheques, nossa secretária fazia o cadastro na Secretaria do Fluminense e enviava a carteirinha de sócio de volta ao torcedor, via Correios ou via motoboy. Vale também o registro de que não cobrávamos nada do torcedor que fazia uso do serviço que viabilizamos.

A iniciativa permitiu ao Fluminense acrescentar mais de 1.500 novos sócios ao seu quadro social, alterando radicalmente seu cenário político e aumentando a arrecadação. O nosso trabalho voluntário virou matéria da ESPN Brasil e foi elogiado até mesmo pelos situacionistas.

Hoje, após quase 5 anos da gestão Peter Siemsen e várias bandeiras importantes de campanha entregues, tais como a criação da categoria Sócio Futebol com direito a voto, consolidada no Estatuto, ficamos tristes em perceber que as categorias Sócio Proprietário e Sócio Contribuinte encontram-se relegadas a segundo plano no atual estágio do programa de associação.

As adesões online para as mesmas, implantadas com sucesso logo após a vitória nas eleições de novembro de 2010, encontram-se atualmente indisponíveis. Ao ingressar no site oficial e acionar o menu Sócios, a tentativa de fazer o cadastro nas categorias Proprietário ou Contribuinte esbarra há mais de 2 meses na mensagem “Venda indisponível no momento. Nenhum plano de venda ativo”. O novo Portal do Sócio, disponível em http://www.sociofutebol.com, também não permite cadastro para tais categorias.

Do ponto de vista financeiro, consideramos que não é oportuno vedar a associação online às categorias previstas no Estatuto que possuem maior valor agregado. Apenas para ingressar como sócio-proprietário, o torcedor precisa desembolsar de uma só vez R$ 5.778,25.

Além disso, nestas categorias encontra-se a maioria da torcida frequente de arquibancada, atraída em 2011 com o advento do Pacote Futebol (taxa de R$15,00 que permite acesso aos jogos do Flu como mandante), além de toda base antiga de associados que ajudou a segurar as finanças do Clube nas costas por muito tempo, em épocas de vacas muito magras.

Hoje, se um amigo seu deseja ingressar como Sócio Proprietário ou Contribuinte, terá que ir fazer o cadastro na Secretaria física.

Após 6 anos desde que identificamos e conseguimos resolver o problema, não é razoável que voltemos a estaca zero na adesão online destas categorias, que são tão importantes quanto a categoria Sócio Futebol na arrecadação.

E na vida política do Fluminense FC as categorias Sócio Proprietário ou Contribuinte são ainda mais relevantes, onde é possível ao associado ser votado, seja como membro do Conselho Deliberativo ou do Conselho Diretor. Lembramos que não é possível participar de chapas para os integrantes das categorias de Sócio Futebol.

Esperamos que o problema seja rapidamente resolvido e que a adesão online para as categorias proprietário e contribuinte volte a ser oferecida pela internet.

Parabéns Flu pelos 113 anos!

GuerreirosHoje é dia de celebrar a ideia genial de um cara chamado Oscar Cox, o iluminado que fundou o maior Clube do Brasil há exatos 113 anos.

Certamente ele sequer imaginava que sua criação fosse se transformar no motor de tantos corações e escrevesse páginas tão gloriosas.

Nossa homenagem a todos os grandes jogadores que vestiram essa camisa, heróis imortais de milhões de apaixonados.

Nossa homenagem à camisa tricolor, a mais bonita do planeta, dona de tantas jornadas memoráveis.

Nossa homenagem a todos os dirigentes que trabalharam pelo engrandecimento deste Clube, aqueles que abriram mão de tempo com suas famílias para torná-lo mais forte.

Nossa homenagem a todos os torcedores, alma desta instituição, que finalmente começam a perceber a importância de se engajar e remar junto da sua paixão, comparecendo aos jogos, sendo sócio, comprando produtos sempre licenciados e defendendo o Flu em todas as esferas.

Não somos o time da maioria, não somos o time da mídia, não somos o time do patrocínio estatal ou beneficiários das facilidades do Poder Público.

Não somos um dos “escolhidos” para receber, de forma artificial e sem qualquer métrica que se justifique, a maior parte da fatia de cotas da Rede Globo.

Somos exatamente o contraponto, aquele que incomoda, que destrói centenários rivais, que reage quando todos dão 99% de chance de morte, aquele que marca os seus principais adversários com derrotas contundentes em momentos decisivos que ficam registrados em suas almas, dos seus filhos e dos seus netos.

É por isso que precisamos entender que somos nós contra o resto.

Sejamos fortemente engajados, sócios e presentes aonde o Flu estiver.

Vistamos com orgulho nossa gloriosa camisa, dando mostra deste sentimento às crianças e jovens, para que percebam a grandeza deste Clube desde muito pequenos e multipliquem este sentimento para as novas gerações.

Parabéns Fluminense pelos 113 anos! Time de guerreiros!

Que a chama desta paixão que nos move nunca se apague.

A Benção João de Deus!

Sem entrega, o tabu continua

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Não houve juízes FERJ, causadores de 80% dos problemas nos últimos jogos contra o Vasco.

Havia pelo menos seis tricolores para cada vascaíno no estádio.

Houve grande mobiliação da torcida, com festa imensa, apresentação de Ronaldinho e presença maciça como os jogadores vinham pedindo.

O time foi alertado sobre o oba-oba, conseguiu fugir dele, estava ciente da importância simbólica deste jogo, mas o Fluminense só não poderia perder em entrega. E perdeu.

Muito longe do espírito dos últimos jogos, sem entrega e com atuação comprometedora de alguns jogadores, perdemos de novo para o Vasco, continuando uma sequência incômoda que já ultrapassa 3 anos de jejum.

A diretoria trabalhou certo em todos os itens acima. Se a derrota não muda tanto nossa posição (seguimos no topo da tabela), o resultado tem que servir de alerta para o elenco: não somos brilhantes, não somos os melhores tecnicamente e só chegamos perto do topo porque brigamos, lutamos, nos entregamos e fomos solidários nos outros 13 jogos.

Uma vergonha o Fluminense ter perdido este jogo. Que os jogadores assimilem isso e tenham o mínimo de sensibilidade para melhorar o quadro.

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