Vem aí a Flu Fest 2017!

Desde 2015, o Fluminense descontinuou uma antiga tradição, a do Baile de Gala, evento que infelizmente vinha trazendo prejuízo para o caixa do clube, e deu uma nova roupagem para a festa de aniversário, com financiamento coletivo por parte do torcedor. A cada ano, a celebração vem amadurecendo, ganhando novidades, e em 2017 não poderia ser diferente: desta vez o livro oficial remeterá ao titulo mundial de 1952, e o show ao vivo será do tricolor Paulo Ricardo.

O crowdfunding lançado pelo clube traz inúmeras recompensas que podem atrair torcedores de todos os bolsos. De R$ 10 a R$ 1.000, o tricolor pode participar de algum modo da Flu Fest. A partir de R$ 200, o colaborador ganhará um convite para a festa à noite no Salão Nobre, com vagas limitadas.

A Flusócio mais uma vez vai participar em peso da campanha. Acesse http://www.flufest.com.br e faça a sua contribuição para esse projeto institucional, tocado pelo Flu-Memória, que respeita cada centavo investido por nosso torcedor e acima de tudo enaltece a história gloriosa de nosso Fluminense.

  • Rodrigo Baroni

    Galera,

    Sou sócio futebol no plano que possuímos 100% de desconto no ingresso.

    Se eu fizer opt in para o jogo contra o Goiás, na próxima semana, e não comparecer ao jogo, o Flu leva algum prejuízo com isso ????

    Acho q terei um compromisso na hora do jogo, é incerto.

    E uma vez li que o Flu passava parte das rendas ao consórcio Maracanã por cabeça, por cada sócio com 100% de desconto q vai a um jogo …

    Se eu fizer opt in e não for ao jogo, o Flu leva preju ??????

    Alguém sabe dizer ?????

    Valeu abraços

    • Danilo Soares Félix

      O Flu não leva prejuízo, mas você tira o lugar de um outro torcedor naquele setor. Os checkins já realizados são levados em conta para considerar setores como esgotados, por exemplo.

      • Rodrigo Baroni

        Entendi.

        Beleza Danilo! Obrigado!

  • Alexandre Magno Barreto Berwan

    Dever de cidadania cumprido!

  • Ricardo Ferreira

    Será um sucesso.

  • Ricardo Ferreira

    Fora de pauta.

    Egídio e Guilherme no Fluminense.

    Especulação? Cavadinha?

    Não acompanho futebol a ponto de ter opinião formada sobre ambos.

    Acho positivo manter aqui esse espírito de papo de botequim.
    Coisa de torcedor mesmo.
    Até para combater eventuais boatos.

    Seriam bons nomes?
    Estariam enquadrados num critério geral de aquisições?

    • Pedro Henrique

      Egídio bom, Guilherme não compensa

  • Danilo Soares Félix

    A Flu Fest é um dos eventos mais bacanas no Flu. Estive em 2015 e 2016 e foi excelente, uma verdadeira celebração sobre o clube, sua história e sua torcida. Para 2017 haverá temática sobre o Mundial 1952 e show ao vivo do Paulo Ricardo (Vamos, pra cima Fluzão, quero gritar campeão…). Particularmente, eu sempre quis ter um livro oficial sobre o bravo ano de 1952. Finalmente terei, muito bacana.

  • Léo Jr.

    Fatos sobre a Copa Rio de 1952:

    O Grasshopper foi campeão suíço em 1952. Era base da seleção suíça no mundial de 1954. O jargão “ferrolho suíço” surgiu do Grasshopper. Essa tática foi utilizada também pela seleção suíça. Pelos registros históricos, nunca foi um futebol forte no continente europeu.

    Sporting era campeão português. Difícil dizer qual era o nível desse oponente. De todo modo, é bom lembrar que até 1958 a Hungria, a Tchecoslováquia e a Suécia já tinham sido finalistas da copa do mundo, ao passo que a Alemanha somente participou da final de 1954. Portugal só foi à semifinal duas vezes (66 e 2006). Não tem tradição no continente Europeu. Venceu a última edição da Copa UEFA.

    Peñarol dispensa comentários. O Uruguai já era tricampeão do mundo, e o Peñarol era a base da seleção que bateu o Brasil em 50 (cedeu nada menos do que 9 jogadores para o selecionado uruguaio). A vitória do Fluminense por 3 x 0 talvez seja o feito mais expressivo do Tricolor na Copa Rio de 52.

    Fato curioso é que os uruguaios abandonaram a competição após o primeiro jogo contra o Corinthians. Relatos históricos dão conta de que foram agredidos. Até o juiz da partida teria apanhado. Recusaram-se a fazer o segundo jogo no Pacaembu.

    Essa era a chave do Flu.

    Do outro lado:

    Áustria Viena. Não tem nenhuma conquista internacional expressiva em sua história, mas a Áustria ficou em terceiro lugar na copa do mundo de 1954. Pouco a dizer sobre esse clube.

    Libertad: pouco a dizer sobre o clube, já que ainda não havia Libertadores nessa época, mas o Paraguai foi o campeão da Copa América de 1953, derrotando o próprio Brasil, lá no Peru.

    Saarbrucken: um figueirense alemão, ou até menos. Disputa a terceira divisão alemã e o seu feito mais expressivo foi um vice-campeonato da bundesliga, em 1943.

    A chave do Corinthians era sem dúvida mais fraca que a do Flu.

    Enfim, sem firulas, sem forçar a barra, esses foram os postulantes ao título da Taça Rio de 1952.

    Não dá pra desmerecer o título como querem alguns, mas alçá-lo à condição de mundial de clubes, a meu ver, é uma conclusão anacrônica. Faltam elementos p/ definir quais eram os clubes mais fortes do mundo naquele momento. Não havia Champions League.

    Certo, pra mim, é que foi uma importante conquista internacional do Flu. A competição teve a chancela da Fifa (até enviaram um representante acompanhar a disputa no Brasil) e da CBD, e portanto era sim uma competição oficial. Mente quem diz que era amistoso. O fato de não ter tido continuidade não retira o caráter oficial da disputa.

    O mesmo não se pode dizer da Copa Toyota, que não era e nunca foi oficial. Não era reconhecida pela Fifa. Tratava-se sim de um jogo amistoso. A imprensa brasileira insiste em fingir q não sabe disso, mas o certo é que ninguém na Europa levava a sério esse jogo aí. Aliás, até hoje eles consideram mais importante a Taça da Champions do que a do Mundial de Clubes, que hj tem certamente mais importância do que a Copa Toyota, já que a própria Fifa oficializou a competição como um mundial de clubes.

    Pra mim é isso aí. Corrija-me quem puder e/ou souber de mais detalhes.