A chegada ao NBB

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O Fluminense conseguiu um objetivo traçado em campanha pela gestão para os esportes olímpicos, fazendo com que as modalidades fossem autossustentáveis e a chegada de um time de basquete atendeu a este requisito. A Garra Marketing seguiu o princípio de montar um time competitivo que representasse dignamente o Fluminense no basquetebol, que teve uma grande reformulação, alcançando visibilidade e audiência, para o reerguimento da modalidade que até os anos 80 era a segunda na preferência nacional.

Trocamos uma maior visibilidade da marca Fluminense na elite de um esporte popular, garantida uma equipe competitiva, oferecendo uma camisa com maior atrativo ao público, interesse dos patrocinadores. Convenhamos que ninguém torce por um time com nome de empresa, e aproveitando a paixão que o futebol carrega, o melhor seria ter um time “de camisa” com torcida, para ter um público mínimo.

Com o time montado, atendeu-se aos requisitos para a entrada no Novo Basquete Brasil, a competição da LNB (Liga Nacional de Basquetebol). Disputamos a Copa Brasil Sudeste, alcançamos o vice-campeonato e fomos os campeões da Supercopa Brasil. Disputamos o triangular com Macaé e Tijuca TC (seria um quadrangular se o time de Suzano-SP não desistisse).

Por essas coisas do esporte, não nos classificamos no triangular, com uma derrota apertada para o time de Macaé (com erro de arbitragem a favor do adversário no último lance) e não alcançamos a vaga no NBB. Mesmo frustrados, o Basquete Tricolor não desistiu do projeto, mantendo a proposta de jogar o campeonato estadual.

No entanto, a entrada no NBB não se dá somente com a classificação em quadra. Quem montar um time, possuir um projeto que atenda os requisitos da LNB, pode entrar na competição. Esta foi a atitude do Basquete Tricolor e este objetivo foi alcançado, uma vez que o projeto sempre teve seriedade e é alicerçado.

O futebol do Fluminense teve anos negros na década de 90 e somos acusados de “viradas de mesa”, sem que as houvéssemos causado, acusações vociferadas por quem tem preguiça de pesquisar para resgatar a veracidade dos fatos e prefere pensar do jeito mais fácil, através da manipulação de informações de quem não gosta do Fluminense.

Pois bem, o Basquete Cearense entrou da mesma maneira no NBB e ninguém reclamou. Eles apresentaram um projeto muito bem feito e consistente. Com um time competitivo, alcançaram o 9º lugar na competição e representam dignamente o nordeste brasileiro. Pois eis que o Fluminense faz o mesmo e vários clubes, incluindo o maior rival, gritam por “moralidade” e reclamam de “bagunça”. E quem reclamou, não disputou algum dia em quadra a entrada no NBB. O convite é regra para entrada no NBB.

Amigos, a entrada do Fluminense na Liga Nacional somente dignifica o basquetebol brasileiro. É mais um clube de massa, com uma torcida gigantesca, que trará visibilidade ao esporte, audiência na TV, patrocínios para a Liga e tantos outros benefícios que soa estranho alguém não querer a entrada de um clube com a magnitude do nosso.

A Liga quer, a Globo quer, os patrocinadores querem, nós torcedores queremos e ninguém pode se pautar por meras rivalidades clubísticas e/ou informações distorcidas de certos setores da imprensa que se escondem atrás de uma moralidade oca, que em nada ajudará o esporte nacional, aquele de quem tanto se cobra medalhas em Olimpíadas.

Estamos no NBB, chegamos para ganhar, teremos um time forte e esperamos o apoio maciço da nossa torcida. Creiam: os Guerreiros das quadras não estão para brincadeira.

A Flusócio sempre defendeu as modalidades dos Esporte Olímpicos fortes e com patrocínios autossustentáveis. Junto ao setor responsável pelo Basquete Tricolor convocamos a torcida a apoiar os Guerreiros das quadras. Compareça aos jogos e vibre com o time. O Estadual vem aí e será nosso primeiro passo.

Mais informações sobre nossa entrada no NBB, você pode ler esta entrevista do Gerente Executivo da Liga aqui.

E aqui, uma esclarecedora entrevista do Marcelo “Tchelo” Bunte, nosso coordenador do
basquetebol.

Internacionalização da marca

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Enquanto a maioria dos Clubes do campeonato brasileiro deu 10 dias de férias aos seus jogadores, o Fluminense está mantendo seus atletas em atividade nos EUA, sem interrupções na preparação física, e de quebra contribuindo para divulgar o nome da instituição num mercado bastante promissor do futebol profissional.

Ao todo, o Fluminense fará uma série de quatro jogos-treino e amistosos nos Estados Unidos, com despesas pagas, e todos os relacionados para a viagem entrarão em campo. O clube já divulgou o planejamento para o período fora do país. Segundo o preparador físico Cristiano Nunes, nos dois primeiros jogos, contra o sub-23 do Orlando City e contra o  Fort Lauderdale Strickers, cada equipe vai atuar 45 minutos. Já contra o Cruzeiro B, no terceiro jogo-treino, vão entrar somente os reservas. E contra o Orlando City, este um amistoso oficial, joga o time principal.

O fato de colocar todos os jogadores em atividade não é importante apenas para a sequência do ano que pode nos levar ao penta, mas também para colocar em ação alguns garotos que precisam de rodagem entre os profissionais. Também é conveniente expor os jovens talentos nesta vitrine internacional, para que possam render retorno financeiro futuramente.

A Flusócio apóia a estratégia adotada para a inter-temporada.

Valeu, Nem!

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Ele é cria de Xerém, de onde buscava inspiração em inúmeros outros craques que lá, como ele, começaram a sonhar com vôos mais altos…

Mas para ele, não bastava chegar às seleções de base.Nem seleção olímpica e principal eram suficientes para satisfazê-lo.Nem ser eleito revelação do Brasileirão por uma equipe média.Seu destino era claro. Nem pensar em partir para outro lugar antes de ser campeão pelo Flu!

Dito e feito. Nem precisava tanto… Campeão carioca e campeão brasileiro. Nem tendo em sua posição um craque consagrado, ele se acomodou. Nem tendo no time galáticos do porte de Fred, Deco e Thiago Neves, ele se contentou em ser mero coadjuvante.

Foi destaque. Foi o nome de vitórias fundamentais para que a história do Tetr4 fosse escrita.

Xerém já deu muitos bons frutos. Mas faltava o que ele fez. Nem Marcelo, hoje uma das maiores esperanças do futebol brasileiro para ganhar o hexa em casa, conseguiu conquistar um título desse porte com a camisa tricolor.

Que o Fluminense consiga chegar a um nível de solidez financeira que o permita sobreviver sem vender suas jóias. Para isso, trabalha diuturnamente a atual administração. Mas, hoje, infelizmente, a realidade é outra.

Pelo menos, esse sai com o seu nome definitivamente escrito na história do clube por tudo o que fez em campo em 2012.

Isso, nada apagará. Nem o frio da Ucrânia.

Até breve, Wellington Nem! As portas do Fluminense estarão sempre abertas!

Filme repetido

Foto: Photocamera

Foto: Photocamera

O filme de Curitiba se repetiu: dominamos o segundo tempo inteiro, mas sem concluir a gol, acabamos tomando gol no final em uma jogada isolada. Vale lembrar outra coincidência: sofremos outro gol da entrada da área, sem combate algum ao finalizador adversário.

Mesmo totalmente desfigurado com as convocações dos principais jogadores do time, atletas envolvidos com doping, recém-contundidos e outros que viraram habituês do departamento médico, o Fluminense vai para a pausa do campeonato bem colocado, muito próximo da liderança.

Já está claro que a competição será nivelada por baixa, e os elencos mais fortes certamente sobressairão contra os outros. É hora de recuperar o fôlego e os machucados, repensar algumas opções, de repente pensar em outras novas e voltar com todo o gás. Nossa sequência inicial em julho será indigesta: clássicos contra Botafogo e Vasco entremeados por um jogo contra o Internacional, e depois o Grêmio em Porto Alegre.

Vamos em frente, aproveitar a pausa para fazer os ajustes necessário e as boas oportunidades do giro pelos Estados Unidos.

Sobre a queda do blog

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Demoramos a nos manifestar sobre o problema da semana passada, e até pensamos se valeria a pena voltar ao assunto, já que o novo blog foi bem acolhido tão rapidamente.

Mas devemos esta posição aos nossos leitores de tanto tempo, que nos brindaram com mensagens muito legais durante a pane. Tivemos oferta de ajuda na manutenção, reclamações, sugestões para a nova interface e até uma insinuação de que a queda teria sido motivada propositalmente para evitar a polêmica com a venda de Wellington Nem (?!?)

A verdade é que o blog estava hospedado há tempos com a mesma empresa. O servidor caiu e inacreditavelmente não havia backup para alguns dos sites hospedados lá, que assim como nós devem ter ficado fora do ar e perdido seus conteúdos. Já trocamos a hospedagem e migramos para a Amazon, referência no mercado e 100% confiável. Aproveitamos para dar uma nova cara ao layout e integrar ainda mais o blog com redes sociais.

Desde a volta, já batemos recordes de acesso com o post sobre a polêmica com a PGFN, compartilhado em massa no Facebook e cujo conteúdo foi base de matérias no UOL e Globo.com.

Todos os posts antigos ainda podem ser acessados pelo cache do Google. Lamentamos apenas não ter organizados os mais de 120 mil comentários postados no blog desde 2008, esse sim nosso verdadeiro tesouro.  Mas já voltamos a construir esse grande patrimônio novamente com a ajuda dos nossos seguidores.

Bola pra frente. O Fluminense somos todos nós!

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