Tricolor em Toda Terra na Terra do Tio Sam

Grande

Foi realizada nesta quinta feira mais uma edição do “Tricolor em Toda Terra”. Desta vez o encontro inédito com os torcedores tricolores aconteceu na cidade de Orlando – EUA, aproveitando a mini-temporada que o futebol tricolor está realizando em solo americano.

O evento, realizado na churrascaria Fogo de Chão, foi um sucesso e todas as reservas foram esgotadas previamente. Tricolores de diversas partes dos Estados Unidos (Nova York, California, Flórida, Texas, Ohio, San Pittsburgh) marcaram presença em um ambiente decorado por bandeiras brasileiras e tricolores.

O presidente Peter Siemsen, o diretor de futebol Rodrigo Caetano e o gerente de marketing Alexandre Vasconcellos falaram da importância do estreitamento do clube com seus torcedores independente onde estiver o seu torcedor.

O sucesso do evento em terras americanas consolida o excelente programa elaborado pelo Departamento de Marketing do Fluminense que já passou por 12 estados do Brasil e alguns países da América do Sul.

E no sábado o Fluminense apoiado por sua torcida espalhada no território americano, enfrenta o Orlando City, em amistoso no Citrus Bowl, com transmissão do Sportv, às 20:30h (horário de Brasília).

Boatos, cavadas e cia.

bira

Com a cúpula do futebol tricolor toda em Orlando e o mercado em pausa por conta da Copa das Confederações, o período é propício a boatos, cavadas de empresários/jogadores e muita especulação envolvendo não só o Flu como também outros clubes.

Para facilitar o acesso à informação aos nossos leitores, buscamos no BIRA (Boletim Informativo de Registro de Atletas) alguns dados importantes. O acesso é livre, basta selecionar o time desejado e pesquisar.

Abaixo, segue a relação dos atletas cujos contratos expiram em dezembro de 2013. Não incluímos aí juniores e atletas da base, para facilitar a leitura e evitar uma lista muito longa.

ANDERSON GRASIANE DE MATTOS SILVA (Anderson)- contrato desde 01/01/2012 – 31 anos em dezembro
ANDERSON LUIS DE SOUZA (Deco) – contrato desde 13/08/2010 – 36 anos em dezembro
EDIMO FERREIRA CAMPOS (Edinho)- contrato desde 26/01/2011 – 30 anos em dezembro
FELIPE JORGE LOUREIRO (Felipe)- contrato desde 18/01/2013 – 36 anos em dezembro
LUCIANO FABIAN MONZON (Monzón)- contrato desde 07/01/2013 – 26 anos em dezembro
RICARDO FERREIRA BERNA (Ricardo Berna)- último contrato em 01/01/2011- 34 anos em dezembro

Como o tema tem sido frequente nos últimos posts, deixamos o espaço dos comentários abaixo para falarmos exclusivamente sobre isso. Participe!

A chegada ao NBB

Flu_NBB

 

O Fluminense conseguiu um objetivo traçado em campanha pela gestão para os esportes olímpicos, fazendo com que as modalidades fossem autossustentáveis e a chegada de um time de basquete atendeu a este requisito. A Garra Marketing seguiu o princípio de montar um time competitivo que representasse dignamente o Fluminense no basquetebol, que teve uma grande reformulação, alcançando visibilidade e audiência, para o reerguimento da modalidade que até os anos 80 era a segunda na preferência nacional.

Trocamos uma maior visibilidade da marca Fluminense na elite de um esporte popular, garantida uma equipe competitiva, oferecendo uma camisa com maior atrativo ao público, interesse dos patrocinadores. Convenhamos que ninguém torce por um time com nome de empresa, e aproveitando a paixão que o futebol carrega, o melhor seria ter um time “de camisa” com torcida, para ter um público mínimo.

Com o time montado, atendeu-se aos requisitos para a entrada no Novo Basquete Brasil, a competição da LNB (Liga Nacional de Basquetebol). Disputamos a Copa Brasil Sudeste, alcançamos o vice-campeonato e fomos os campeões da Supercopa Brasil. Disputamos o triangular com Macaé e Tijuca TC (seria um quadrangular se o time de Suzano-SP não desistisse).

Por essas coisas do esporte, não nos classificamos no triangular, com uma derrota apertada para o time de Macaé (com erro de arbitragem a favor do adversário no último lance) e não alcançamos a vaga no NBB. Mesmo frustrados, o Basquete Tricolor não desistiu do projeto, mantendo a proposta de jogar o campeonato estadual.

No entanto, a entrada no NBB não se dá somente com a classificação em quadra. Quem montar um time, possuir um projeto que atenda os requisitos da LNB, pode entrar na competição. Esta foi a atitude do Basquete Tricolor e este objetivo foi alcançado, uma vez que o projeto sempre teve seriedade e é alicerçado.

O futebol do Fluminense teve anos negros na década de 90 e somos acusados de “viradas de mesa”, sem que as houvéssemos causado, acusações vociferadas por quem tem preguiça de pesquisar para resgatar a veracidade dos fatos e prefere pensar do jeito mais fácil, através da manipulação de informações de quem não gosta do Fluminense.

Pois bem, o Basquete Cearense entrou da mesma maneira no NBB e ninguém reclamou. Eles apresentaram um projeto muito bem feito e consistente. Com um time competitivo, alcançaram o 9º lugar na competição e representam dignamente o nordeste brasileiro. Pois eis que o Fluminense faz o mesmo e vários clubes, incluindo o maior rival, gritam por “moralidade” e reclamam de “bagunça”. E quem reclamou, não disputou algum dia em quadra a entrada no NBB. O convite é regra para entrada no NBB.

Amigos, a entrada do Fluminense na Liga Nacional somente dignifica o basquetebol brasileiro. É mais um clube de massa, com uma torcida gigantesca, que trará visibilidade ao esporte, audiência na TV, patrocínios para a Liga e tantos outros benefícios que soa estranho alguém não querer a entrada de um clube com a magnitude do nosso.

A Liga quer, a Globo quer, os patrocinadores querem, nós torcedores queremos e ninguém pode se pautar por meras rivalidades clubísticas e/ou informações distorcidas de certos setores da imprensa que se escondem atrás de uma moralidade oca, que em nada ajudará o esporte nacional, aquele de quem tanto se cobra medalhas em Olimpíadas.

Estamos no NBB, chegamos para ganhar, teremos um time forte e esperamos o apoio maciço da nossa torcida. Creiam: os Guerreiros das quadras não estão para brincadeira.

A Flusócio sempre defendeu as modalidades dos Esporte Olímpicos fortes e com patrocínios autossustentáveis. Junto ao setor responsável pelo Basquete Tricolor convocamos a torcida a apoiar os Guerreiros das quadras. Compareça aos jogos e vibre com o time. O Estadual vem aí e será nosso primeiro passo.

Mais informações sobre nossa entrada no NBB, você pode ler esta entrevista do Gerente Executivo da Liga aqui.

E aqui, uma esclarecedora entrevista do Marcelo “Tchelo” Bunte, nosso coordenador do
basquetebol.

Internacionalização da marca

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Enquanto a maioria dos Clubes do campeonato brasileiro deu 10 dias de férias aos seus jogadores, o Fluminense está mantendo seus atletas em atividade nos EUA, sem interrupções na preparação física, e de quebra contribuindo para divulgar o nome da instituição num mercado bastante promissor do futebol profissional.

Ao todo, o Fluminense fará uma série de quatro jogos-treino e amistosos nos Estados Unidos, com despesas pagas, e todos os relacionados para a viagem entrarão em campo. O clube já divulgou o planejamento para o período fora do país. Segundo o preparador físico Cristiano Nunes, nos dois primeiros jogos, contra o sub-23 do Orlando City e contra o  Fort Lauderdale Strickers, cada equipe vai atuar 45 minutos. Já contra o Cruzeiro B, no terceiro jogo-treino, vão entrar somente os reservas. E contra o Orlando City, este um amistoso oficial, joga o time principal.

O fato de colocar todos os jogadores em atividade não é importante apenas para a sequência do ano que pode nos levar ao penta, mas também para colocar em ação alguns garotos que precisam de rodagem entre os profissionais. Também é conveniente expor os jovens talentos nesta vitrine internacional, para que possam render retorno financeiro futuramente.

A Flusócio apóia a estratégia adotada para a inter-temporada.

Valeu, Nem!

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Ele é cria de Xerém, de onde buscava inspiração em inúmeros outros craques que lá, como ele, começaram a sonhar com vôos mais altos…

Mas para ele, não bastava chegar às seleções de base.Nem seleção olímpica e principal eram suficientes para satisfazê-lo.Nem ser eleito revelação do Brasileirão por uma equipe média.Seu destino era claro. Nem pensar em partir para outro lugar antes de ser campeão pelo Flu!

Dito e feito. Nem precisava tanto… Campeão carioca e campeão brasileiro. Nem tendo em sua posição um craque consagrado, ele se acomodou. Nem tendo no time galáticos do porte de Fred, Deco e Thiago Neves, ele se contentou em ser mero coadjuvante.

Foi destaque. Foi o nome de vitórias fundamentais para que a história do Tetr4 fosse escrita.

Xerém já deu muitos bons frutos. Mas faltava o que ele fez. Nem Marcelo, hoje uma das maiores esperanças do futebol brasileiro para ganhar o hexa em casa, conseguiu conquistar um título desse porte com a camisa tricolor.

Que o Fluminense consiga chegar a um nível de solidez financeira que o permita sobreviver sem vender suas jóias. Para isso, trabalha diuturnamente a atual administração. Mas, hoje, infelizmente, a realidade é outra.

Pelo menos, esse sai com o seu nome definitivamente escrito na história do clube por tudo o que fez em campo em 2012.

Isso, nada apagará. Nem o frio da Ucrânia.

Até breve, Wellington Nem! As portas do Fluminense estarão sempre abertas!

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