Cuidar da História também dá lucro

 

Entre julho/2012 e março/2013, a receita de bilheteria da Sala de Troféus foi de R$230 mil reais. Este valor cobriu todos os custos do Flu-Memória no período com sobras.

Além do benefício financeiro, ainda é preciso considerar o lado intangível, que foi o fato de valorizar a história do Clube, seu patrimônio e a auto-estima do torcedor.

Outras produções do Departamento Flu-Memória durante a gestão Peter Siemsen também contribuíram para estes objetivos como por exemplo, o livro oficial dos 110 anos, concebido a partir da estratégia do crowdfunding, e também o livro oficial do Tetra, outro sucesso de vendas, qualidade e participação da torcida. Teve ainda a homenagem ao Nelson Rodrigues, que ganhou um busto em Laranjeiras custeado pela mesma verba oriunda da estratégia de crowdfunding.

Hoje em dia, qualquer Tricolor que visite o Clube sai da Sala de Troféus orgulhoso do passado da instituição que ama, e empenhado em passar esta paixão para as futuras gerações.

Acreditamos que o lucro com esta nova fonte de receita pode ser ainda maior, e para isso sugerimos que a Comunicação Institucional trabalhe a visita à Sala de Troféus como um programa de família Tricolor que não pode ser esquecido.

Venha reviver a História do Flu e traga seus pequenos para tirarem fotos ao lado dos troféus que simbolizam as grandes jornadas do Fluminense!

A SALA DE TROFÉUS FUNCIONA:

– de terça a sexta, das 10h às 18h
– aos sábados, das 10h às 16h
– aos domingos, das 10h às 14h.
A bilheteria funciona de segunda a sábado até as 17h e domingos até as 13h.

O valor do ingresso é R$15,00. Crianças até 12 anos, maiores de 60 anos e sócios não pagam. Estes deverão apresentar a carteirinha na entrada da sala de Troféus.

Maiores informações:
http://www.fluminense.com.br/site/social/sede/sala-de-trofeus

Mais títulos na base

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Os números não mentem: é excepcional a trajetória das duas gerações de ouro da base tricolor: 1996/1997

Depois de ter vencido o Alkass International Cup (considerado o campeonato mundial da categoria), o Campeonato Carioca e a Copa Rio (considerado o campeonato brasileiro da categoria), a equipe sub-17 do Fluminense sagrou-se campeã da Copa Nacional sub17 – ES ao bater na final o Internacional por 2×0, gols do atacante Felipe e do volante Douglas, ambos jogadores ainda do primeiro ano de juvenil (1997). O centro-avante Felipe foi o artilheiro do campeonato com 7 gols.

O Fluminense iniciou a sua campanha vitoriosa vencendo o Rio Branco – AC por 5×2, depois derrotou o Itapemirim, time da casa, por 3×1 e finalizou a primeira fase derrotando o América-MG por 2×0, terminando em primeiro lugar no grupo B.

Nas quartas de final o Fluminense aplicou uma goleada impiedosa ao América-MG por 8×0 e na semifinal disputou seu jogo mais difícil, empatando com o Atlético-PR por 0x0, vencendo por 8×7 nos pênaltis. Na final, vitória contra o Internacional, adversário também da final da Copa Rio, quando o tricolor sagrou-se vitorioso.

Vale ressaltar que o Fluminense jogou a competição desfalcado de grandes jogadores: Marcos, Bonilla, Ikaro e Gabriel convocados para Seleção Brasileira, Robert estava na Polônia com o time de juniores, Kenedy, machucado e integrado ao profissional. Daniel e Keven ficaram em Xerém fazendo um trabalho específico de fortalecimento muscular.

Xerém mais uma vez mostra a sua força e o grande trabalho que é feito pela gestão Peter nas divisões de base do Fluminense.

Sinal de alerta aceso

Rafael Sóbis x Inter

Photocamera

A sina continua: o Flu de 2013 no campeonato brasileiro é até agora o inverso do ano passado: domina seus adversários, cria muito mais oportunidades, mas termina entregando gols em falhas individuais e consequentes pontos importantes para quem almeja brigar no topo da tabela. A frieza para se defender e definir os jogos em estocadas fulminantes sumiu e deu lugar a erros bobos e alguns grosseiros.

Desde o início do ano o time tem se demonstrado irregular e com falta de foco além da conta. Saímos da Libertadores, o barco seguiu, e tínhamos uma boa colocação no brasileirão mesmo tendo atuado com reservas em alguns jogos. Agora tivemos a terceira derrota consecutiva, sempre tomando gols tolos e deixando escapar a chance de subir na tabela. Para completar, hoje nos momentos de maior pressão do Flu ainda fomos “brindados” com a ridícula atuação do goleiro adversário, que se contorcia em dores em todas as vezes em que a bola cruzava sua área.

A luz amarela já acendeu. Domingo temos a tão sonhada volta ao Maracanã, e justamente em um clássico. A casa estará cheia e a oportunidade é excelente para reaproximar time e torcida, tentando reacender a chama deixada em 2012. Não podemos repetir as besteiras recentes dentro campo, sob pena de deixarmos de lado um campeonato nivelado por baixo, que fatalmente vai se restringir a 2 ou 3 postulantes ao título após a virada do turno.

O elenco é muito melhor que a imensa maioria dos outros, mesmo após as saídas de Wellington Nem, Thiago Neves e Ricardo Berna e com o péssimo momento técnico de algumas peças. Já passou da hora do campeão brasileiro acordar.

Números desmentem falácias

bla-bla-bla

Ao final da temporada de 2008, decidimos publicar o levantamento detalhado de público e renda no Maracanã naquele ano. Os números mais uma vez desmentiam categoricamente as afirmações de Márcio Braga. O presidente rubro-negro havia sido enfático ao afirmar que “o Flamengo representava 70% do dinheiro que circula no estádio”. É claro que ele inventou tal porcentagem, assim como vários jornalistas e outros envolvidos no negócio do Novo Maracanã vêm fazendo, especialmente após o anúncio do acerto com o Flu.

A temporada 2008 é perfeita para análises comparativas entre a bilheteria das duas equipes. Ambas disputaram exatamente as mesmas competições. Se o Flu teve três jogos a mais com “casa cheia” por ter avançado até as finais da Libertadores, o rubro-negro teve a seu favor do seu resultado acumulado a disputa das finais do Campeonato Carioca.

Em se tratando de Campeonato Brasileiro, vale ainda o registro que o Flu disputou as nove primeiras rodadas com equipes mistas ou reservas, diminuindo bastante o interesse do seu torcedor. Além disso, o Tricolor figurou na parte de baixo da tabela durante toda a competição, enquanto o rubro-negro passou o campeonato inteiro em busca de vaga no G4.

No resultado acumulado de renda e público, os percentuais foram parecidos. O Flu movimentou 43,48% do público no Maracanã em 2008, cabendo ao rubro-negros o percentual de 56,58%. No quesito renda, os tricolores acumularam 45,58%, com os rubro-negros marcando com 54,42% do total arrecadado em todos os jogos dos dois clubes.

A torcida tricolor mostrou sua força em 2008 e terminou o ano com quase um milhão e duzentos mil torcedores presentes aos jogos do Fluminense. Vale lembrar que no ano seguinte começou o verdadeiro “casamento” com o time de Guerreiros, que culminou com públicos excelentes em 2010 no estádio antes de seu fechamento e com mais 2 taças de brasileirão na estante.

Além disso, a imagem abaixo, retirada de uma apresentação do atual grupo à frente do comando rubro-negro, traz uma curiosidade: eles mesmos sustentavam que o público não ultrapassa 25.000 pessoas em 85% dos casos.

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