Semana importante

Te amo

A diretoria do Flu solicitou à CBF uma alteração no horário da próxima partida contra o Grêmio, para que fosse realizada no período da tarde num dia de feriado. Mas, infelizmente, a empresa detentora dos direitos de transmissão do campeonato brasileiro não aceitou as argumentações. A Globo pretende usar o tradicional clássico como uma das principais atrações da noite de quinta-feira no Sportv, por isso o jogo foi mantido para as 21h.

Mesmo com 9 jogadores no Departamento Médico, Orejuela convocado pela seleção do Equador e Richarlison vítima de um anti-ético aliciamento por parte do adversário, o Flu conseguiu fazer um duelo equilibrado na Arena Palmeiras e só não pontuou porque perdeu uma chance incrível aos 46 minutos do 2o tempo.

A força do torcedor deve ser o diferencial para que a equipe possa superar o momento difícil, com tantos desfalques simultâneos, numa semana importante que ainda tem um Fla x Flu no próximo domingo.

A ótima partida de Calazans, a boa fase do Ceifador, a categoria do Scarpa e a volta de Richarlison são os principais trunfos do Flu nesta semana decisiva.

Hora de união e apoio a essa molecada. Estão jogando no limite, merecem nosso respeito. Que nosso torcedor compreenda a importância de comparecer em bom número aos jogos para que tenhamos o fator campo a nosso favor nesta semana decisiva.

Show de horrores no Conselho Deliberativo

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Na noite de 8 de junho de 2017, o Salão Nobre do nosso clube viveu uma noite que envergonhou todos aqueles que prezam pela fidalguia e democracia, características que sempre foram marcantes na história da nossa instituição. Um verdadeiro show de horrores. Um espaço que deveria ser usado para propor e discutir ideias foi transformado por alguns em uma baderna.

Era a votação para aprovar ou não as contas do exercício de 2016, apresentadas pela gestão do ex-presidente Peter Siemsen. É direito sagrado de qualquer conselheiro do clube ser favorável à reprovação, votar nela e fazer campanha por ela. A questão não é essa. O problema foi o comportamento durante a sessão.

A Flusócio, também de forma legítima, tinha deliberado e decidiu pela aprovação. O grupo dos Esportes Olímpicos tomou a mesma decisão.

Logo de início, podia se perceber um ambiente muito pesado. Uma verdadeira “claque”, composta por não conselheiros, postou-se diante da escadaria com o objetivo claro de fazer pressão. Aplaudiam os discursos dos que defendiam a reprovação e vaiavam o resultado das votações que lhes eram desfavoráveis. Todas, diga-se.

Bem cedo já estava claro qual seria o resultado da votação principal. Os adeptos da reprovação queriam o voto secreto, fizeram um requerimento à Mesa, e então o Presidente do Conselho Deliberativo levou essa proposta à votação. Perderam por ampla maioria. Depois queriam negar ao ex-presidente Peter Siemsen sequer o direito de se defender em tribuna. Perderam novamente, desta vez por maioria esmagadora. A claque vaiava com vontade os resultados das votações, ainda que obtidos democraticamente.

Ao que parece, com a derrota iminente, adeptos da reprovação, em especial a claque posicionada antes da pequena grade, decidiram que o melhor caminho seria criar o caos. Alguns conselheiros (importante registrar que não foram todos os adeptos da reprovação) passaram a desrespeitar flagrantemente o presidente da casa, José Guisard. Cantavam palavras de ordem, não respeitavam a fila de inscritos, subiam à tribuna sem serem chamados e povoavam os arredores da mesa de forma acintosa. Na hora da votação, vários levantaram os dois braços, atitude que tem nome e ele é muito feio. Até mesmo não conselheiros levantaram suas mãos na hora da votação, numa tentativa clara de confundir.

Diante daquela situação de balbúrdia generalizada, é difícil condenar uma atitude do Presidente do Conselho, que estava sob pressão cruel, mas por mais óbvio que fosse o resultado, seria interessante contar todos os votos, até para mostrar a esmagadora maioria. Com a decisão de usar a avaliação visual, ele acabou dando argumentos aos que não tinham argumento algum. Faz parte. Fica o aprendizado.

Embora a Flusócio considere que os votos deveriam ter sido contados, fica para registro que o presidente agiu plenamente de acordo com o regimento interno do Conselho Deliberativo, conforme trecho a seguir:

Art. 26 – Na votação simbólica, permanecerão sentados os Conselheiros que votarem a favor da proposição, invertendo-se a posição, se necessário, para verificação e confirmação da votação. A critério do Presidente do Conselho Deliberativo, a votação poderá ser realizada levantando o braço, primeiramente os que forem favoráveis à proposição e, em seguida, se necessário, os que forem contrários.

Art. 27 – Para dirimir dúvidas a respeito de uma votação simbólica, o Presidente do Conselho Deliberativo poderá mandar repeti-la sob a modalidade nominal.

Importante concluir informando que o balanço 2016 do Flu foi auditado pela Grant Thorton, 6a maior do mundo, com presença em mais de 100 países. Elaboração do material teve consultoria da Ernst & Young, uma das Big4 do planeta.

Promoção nos dois próximos jogos

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A torcida do Fluminense emocionou o Brasil durante a partida contra o Grêmio, mesmo após a arbitragem sepultar qualquer chance do Tricolor com uma expulsão rigorosa ao extremo aos 4 minutos de jogo, além da falta de critérios no decorrer de toda a partida.

Após o jogo, atletas, comissão técnica e boa parte da imprensa comentaram sobre a força das arquibancadas, algo muito positivo para o Fluminense, que nos enche de orgulho.

Para estimular a continuidade desse apoio oriundo dos guerreiros das arquibancadas, a diretoria optou por fazer uma arrojada promoção de ingressos, cobrando R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia) em todos os setores do estádio nos dois próximos jogos: Flu x Vitória, sábado às 18h, e Flu x CAP, terça às 20h . Clique aqui e confira mais informações sobre ingressos.

Informamos que Edson Passos infelizmente ainda não tem os laudos liberados para uso, e que o modelo de operação atual do Maracanã, referendado via liminar pelo TJ-RJ, obriga atualmente o Fluminense partir de cerca de R$ 600 mil negativos nos custos de borderô em cada partida.

Mais do que nunca a presença do torcedor no estádio é importante, tanto esportivamente quanto financeiramente. Se conseguirmos duas vitórias, as chances de assumirmos a liderança são altíssimas.

#VemProJogo #SomosFluminense

Decisão e sequência em casa #VemProjogo

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O Flu entra em campo amanhã (31/03, quarta) às 19:30h contra o Grêmio para tentar reverter a derrota por 3 x 1 em Porto Alegre. É uma decisão que vale muito em termos de temporada, pois pode nos aproximar de uma conquista de Copa do Brasil. Confira aqui todas as informações sobre ingressos.

Na sequência, duelos também importantes no Maracanã contra o Vitória (03/06, sábado, às 21h) e Atlético-PR (06/06, terça, às 20h) jogos que dão ao Tricolor a chance de embalar no campeonato brasileiro.

Não é preciso reforçar a importância da presença da torcida nestas partidas, mas apenas dar os parabéns a todos os tricolores que tem se mobilizado de forma espontânea nas redes sociais com a hashtag #OFluÉSuaTorcida, convocando os demais guerreiros. É desta forma, mobilizados, com garra e unidos, que aumentaremos as chances de atingirmos nossos objetivos.

Além do aspecto esportivo, lembramos também do aspecto financeiro, pois Edson Passos infelizmente ainda não tem os laudos liberados para uso e o modelo de custos atual do Maracanã, referendado via liminar pelo TJ-RJ, obriga atualmente o Fluminense partir de R$ 600 mil negativos em custos no borderô de cada partida.

Com o objetivo de maximizar a receita de bilheteria e a presença do nosso torcedor, a partir do jogo de amanhã, as precificações dos setores Leste, Oeste e Sul foram alteradas. O setor preferido pela maioria da torcida passa a custar um pouco mais caro (lei da oferta e da procura), lógica que outros clubes já vem aplicando com algum sucesso. As gratuidades também serão distribuídas nos demais setores e não mais permitidas na arquibancada Sul, por dois motivos principais: levar mais gente para o meio-campo, fato que melhora a imagem de nossa torcida frente das câmeras de TVs, e também deixar disponíveis para a venda mais ingressos no setor preferido pela maioria.

Temos oportunidade de fazer história nos próximos jogos, e muito mais chances se estivermos no estádio dando apoio aos nossos jogadores. #VemProJogo #SomosFluminense

Nossa posição sobre as contas de 2016

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A Flusócio se reuniu em 17/05/2017, a fim de deliberar sobre o posicionamento dos conselheiros do grupo em relação às contas de 2016. As demonstrações financeiras são públicas e foram disponibilizadas no dia 28/4/2017 no site oficial do Fluminense. Elas apontaram um superávit de pouco mais de R$ 8 milhões no exercício.

Os presentes decidiram que o grupo votará pela aprovação das contas. Essa aprovação significa basicamente que há confiança na fidedignidade dos números e informações e que não foram identificadas irregularidades na condução do clube ao longo de 2016 como, por exemplo, gastos não autorizados pelo Conselho Deliberativo. Além disso, levam em conta os ativos deixados pela gestão anterior no patrimônio, tais como o Centro de Treinamentos, o Flu Samorim e as melhorias estruturais em Xerém, além dos muitos jovens talentos que hoje integram o elenco principal, a maioria com potencial de revenda.

Os debates, no entanto, foram muito mais amplos e abordaram importantes reflexões sobre o resultado financeiro do clube. Como resumido, de forma bastante clara e objetiva, na “Carta da Administração” que precede as demonstrações propriamente ditas, os superávits obtidos em 2015 e 2016 foram devidos a eventos extraordinários. Basicamente, ao efeito da adesão ao Profut, em 2015. E às luvas da Globo no em 2016. Sem esses eventos, o clube acumularia um déficit superior a R$ 90 milhões nesses 2 anos.

É claro que questões conjunturais como a crise econômica, que dificulta a obtenção de receitas com patrocínios, e a indisponibilidade do Maracanã, com o qual temos contrato longo, contribuíram para esse resultado. Porém, o principal fator foi o custo do departamento de futebol. A filosofia que norteou o planejamento e a condução das temporadas de 2015 e 2016 não foi compatível com a realidade de receitas ordinárias que se apresentou após a súbita saída do antigo parceiro. Para piorar, o custo subiu ainda mais em 2016 em função principalmente de reajustes automáticos nos contratos de jogadores firmados em 2014 e 2015, a percentuais devidos aos intermediários na cessão de jogadores, às mudanças de comissões técnicas e também às novas contratações.

Mais importante que criticar o passado é olhar para frente. E, nesse sentido, a Flusócio se vê plenamente representada na filosofia que vem norteando o futebol nesta temporada de 2017. Se a atual gestão se mantiver firme nessa filosofia, independente das naturais oscilações dos resultados de campo, temos a convicção que, juntamente com outras medidas, o cenário para 2018 será bem mais tranquilo que o apresentado para 2017.

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