Ocupação tricolor

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O Fluminense hoje vive um período de dificuldades financeiras, devido à bloqueio de receitas de TV, oriundas de penhoras da Receita Federal em virtude de tributos não-pagos no período entre 2007 e 2010. E com isso no noticiário, cresce bastante a expectativa sobre o potencial do Sócio Futebol vir a ser uma nova fonte de receita substantiva para o clube enfrentar esse período difícil.

O clube segue um cronograma de evolução de seu plano de sócio torcedor (Sócio Futebol) que começou como um pacote de jogos implementado de forma terceirizada (Guerreiro Tricolor) em 2011, e se iniciou de fato com o lançamento do Pacote Futebol no início de 2012 aos sócios contribuintes e proprietários do clube, dando preferência e garantindo acesso às partidas com mando de campo do clube, desde que o sócio opte pela ida ao jogo de forma online.

Com a assembleia geral realizada no fim de 2012, foi aprovada com ampla aceitação a nova categoria, Sócio Futebol, com mensalidades baixas, preferência e desconto na compra de ingressos de jogos com mando do Fluminense. O clube apostou alto numa implementação e lançamento rápidos, seguindo a boa onda da conquista do tetracampeonato, mas por conta da altíssima demanda acabou sofrendo problemas estruturais a ponto de ter que suspender as adesões até o fim dezembro de 2012, reabrindo posteriormente com a campanha Ocupação 41.

Com isso, o número de adesões voltou a crescer, mesmo com seus direitos políticos sendo válidos apenas no pleito de 2016, na onda da disputa da Taça Libertadores, obsessão de nossa torcida. E chegamos até o meio do ano nesta toada, com nossa eliminação no torneio sul-americano e a pausa no Campeonato Brasileiro em virtude da Copa das Confederações.

Esperava-se evasão neste período, mas não foi o que ocorreu. Foram poucas migrações de planos e até novas adesões.Isso é um fator animador, pois demonstra que o conceito de cidadania tricolor que pregamos há dez anos vem sendo assumido por nossos torcedores, e precisa continuar.

O programa hoje caminha no seu processo evolutivo, enfrentando os problemas naturais que qualquer clube que adota o caminho de montar sua estrutura própria de programa de relacionamento com sócios passa, mas chegou a hora de suplantar mais uma fase deste crescimento.

Este novo degrau deve ser superado neste segundo semestre, e com o novo Maracanã estando disponível para utilização (desde que em condições minimamente viáveis de se auto-sustentar no nosso extenso calendário futebolístico), com a implementação de um programa de benefícios próprio em conjunto com o Movimento por um Futebol Melhor, e principalmente com a intensificação de campanhas com novas ativações na TV, web e nos jogos dentro e fora do Rio de Janeiro, assim como programas de relacionamento que estimule a torcida a se associar e a buscar novos sócios (conceito de representação do clube em todo o Brasil, quiçá mundo, via embaixadas e eventos Tricolor em Toda Terra), esperamos que o clube engrene seu programa de cidadania de vez, na proporção que sempre sonhamos.

Para isso, acreditamos que não existe mistério ou receita mágica: é necessário mais investimento do clube para alcançar a meta estipulada pela diretoria neste ano (50 mil sócios). Com um estádio fixo para nossos jogos, pode-se implementar um serviço de atendimento único e integrado no estádio, antes, durante e depois de jogos, o que consequentemente trará maior qualidade no atendimento ao sócio tricolor.

Esperamos que tudo isso ocorra assim que se superem os problemas atuais do clube com Receita Federal, pois o futuro do clube passa necessariamente pelo incremento de mais cidadãos à nossa nação chamada Fluminense.

Há 18 anos…

A história do Fluminense é repleta de títulos, glórias e momentos épicos.Mas nenhum tão significativo como aquele!

Ganhar Fla x Flu é normal.Mas nenhum Fla x Flu foi como aquele!

Vencer com gol nos últimos minutos não é incomum para o Fluminense. Mas nunca com um gol como aquele!

O roteiro em si já fala muito. Uns podem citar o centenário do rival. Outros lembrarão que esse mesmo rival fez, para aquele campeonato, a mais estrondosa contratação de sua história. Há os que destacarão a concorrência. Um Flu há 9 anos sem títulos tendo como concorrentes, além do rival que comemorava o centenário, um Vasco em busca do tetra e um Botafogo com um dos maiores times de sua história, que viria a conquistar um dos seus raríssimos títulos nacionais.

Há quem prefira citar a arrancada espetacular daquele octogonal, onde o Fluminense começou com desvantagem em relação aos outros 3 ditos grandes e tropeçou nas duas primeiras rodadas.

Ninguém pode discordar também da importância daquele momento, que representou a quebra de um jejum que iria completar uma década. Se considerar os anos negros que estavam por vir, não é difícil admitir que aquele título salvou uma geração de tricolores.

Os mais supersticiosos certamente se lembrarão da tempestade que se formou em torno do Maracanã nos minutos que antecediam a decisão, desabando no gramado assim que a bola rolou. Parecia que realmente algo épico iria acontecer naquele palco.

Os mais formais lembrarão que o jogo sequer era uma decisão, sendo “somente” a última rodada do octogonal final.

E o jogo em si? Quanta reviravolta! Um início arrasador abrindo 2 a 0 que dava a certeza de fatura liquidada. O rival empatando em 2 a 2, resultado que lhe favorecia, a poucos minutos do fim. Uma expulsão para matar a esperança de quem não sabe o que é Fluminense. A torcida adversária gritando, a plenos pulmões, “É CAMPEÃO”… e um final que é desnecessário lembrar…

Tudo isso é fato e ficou na história. Com dizia Nelson: “Ai do clube que não cultiva santas nostalgias”. Mas nada do que se escrever será capaz de traduzir a emoção de quem viveu aquele 25 de junho de 1995. Por isso, tricolor, ao começar esse dia, feche os olhos, fique em silêncio e viaje no seu pensamento para 18 anos atrás…

Depois, levante e grite para todos ouvirem: GRAÇAS A DEUS EU NASCI FOI TRICOLOR!

Tricolor em Toda Terra na Terra do Tio Sam

Grande

Foi realizada nesta quinta feira mais uma edição do “Tricolor em Toda Terra”. Desta vez o encontro inédito com os torcedores tricolores aconteceu na cidade de Orlando – EUA, aproveitando a mini-temporada que o futebol tricolor está realizando em solo americano.

O evento, realizado na churrascaria Fogo de Chão, foi um sucesso e todas as reservas foram esgotadas previamente. Tricolores de diversas partes dos Estados Unidos (Nova York, California, Flórida, Texas, Ohio, San Pittsburgh) marcaram presença em um ambiente decorado por bandeiras brasileiras e tricolores.

O presidente Peter Siemsen, o diretor de futebol Rodrigo Caetano e o gerente de marketing Alexandre Vasconcellos falaram da importância do estreitamento do clube com seus torcedores independente onde estiver o seu torcedor.

O sucesso do evento em terras americanas consolida o excelente programa elaborado pelo Departamento de Marketing do Fluminense que já passou por 12 estados do Brasil e alguns países da América do Sul.

E no sábado o Fluminense apoiado por sua torcida espalhada no território americano, enfrenta o Orlando City, em amistoso no Citrus Bowl, com transmissão do Sportv, às 20:30h (horário de Brasília).

Boatos, cavadas e cia.

bira

Com a cúpula do futebol tricolor toda em Orlando e o mercado em pausa por conta da Copa das Confederações, o período é propício a boatos, cavadas de empresários/jogadores e muita especulação envolvendo não só o Flu como também outros clubes.

Para facilitar o acesso à informação aos nossos leitores, buscamos no BIRA (Boletim Informativo de Registro de Atletas) alguns dados importantes. O acesso é livre, basta selecionar o time desejado e pesquisar.

Abaixo, segue a relação dos atletas cujos contratos expiram em dezembro de 2013. Não incluímos aí juniores e atletas da base, para facilitar a leitura e evitar uma lista muito longa.

ANDERSON GRASIANE DE MATTOS SILVA (Anderson)- contrato desde 01/01/2012 – 31 anos em dezembro
ANDERSON LUIS DE SOUZA (Deco) – contrato desde 13/08/2010 – 36 anos em dezembro
EDIMO FERREIRA CAMPOS (Edinho)- contrato desde 26/01/2011 – 30 anos em dezembro
FELIPE JORGE LOUREIRO (Felipe)- contrato desde 18/01/2013 – 36 anos em dezembro
LUCIANO FABIAN MONZON (Monzón)- contrato desde 07/01/2013 – 26 anos em dezembro
RICARDO FERREIRA BERNA (Ricardo Berna)- último contrato em 01/01/2011- 34 anos em dezembro

Como o tema tem sido frequente nos últimos posts, deixamos o espaço dos comentários abaixo para falarmos exclusivamente sobre isso. Participe!

A chegada ao NBB

Flu_NBB

 

O Fluminense conseguiu um objetivo traçado em campanha pela gestão para os esportes olímpicos, fazendo com que as modalidades fossem autossustentáveis e a chegada de um time de basquete atendeu a este requisito. A Garra Marketing seguiu o princípio de montar um time competitivo que representasse dignamente o Fluminense no basquetebol, que teve uma grande reformulação, alcançando visibilidade e audiência, para o reerguimento da modalidade que até os anos 80 era a segunda na preferência nacional.

Trocamos uma maior visibilidade da marca Fluminense na elite de um esporte popular, garantida uma equipe competitiva, oferecendo uma camisa com maior atrativo ao público, interesse dos patrocinadores. Convenhamos que ninguém torce por um time com nome de empresa, e aproveitando a paixão que o futebol carrega, o melhor seria ter um time “de camisa” com torcida, para ter um público mínimo.

Com o time montado, atendeu-se aos requisitos para a entrada no Novo Basquete Brasil, a competição da LNB (Liga Nacional de Basquetebol). Disputamos a Copa Brasil Sudeste, alcançamos o vice-campeonato e fomos os campeões da Supercopa Brasil. Disputamos o triangular com Macaé e Tijuca TC (seria um quadrangular se o time de Suzano-SP não desistisse).

Por essas coisas do esporte, não nos classificamos no triangular, com uma derrota apertada para o time de Macaé (com erro de arbitragem a favor do adversário no último lance) e não alcançamos a vaga no NBB. Mesmo frustrados, o Basquete Tricolor não desistiu do projeto, mantendo a proposta de jogar o campeonato estadual.

No entanto, a entrada no NBB não se dá somente com a classificação em quadra. Quem montar um time, possuir um projeto que atenda os requisitos da LNB, pode entrar na competição. Esta foi a atitude do Basquete Tricolor e este objetivo foi alcançado, uma vez que o projeto sempre teve seriedade e é alicerçado.

O futebol do Fluminense teve anos negros na década de 90 e somos acusados de “viradas de mesa”, sem que as houvéssemos causado, acusações vociferadas por quem tem preguiça de pesquisar para resgatar a veracidade dos fatos e prefere pensar do jeito mais fácil, através da manipulação de informações de quem não gosta do Fluminense.

Pois bem, o Basquete Cearense entrou da mesma maneira no NBB e ninguém reclamou. Eles apresentaram um projeto muito bem feito e consistente. Com um time competitivo, alcançaram o 9º lugar na competição e representam dignamente o nordeste brasileiro. Pois eis que o Fluminense faz o mesmo e vários clubes, incluindo o maior rival, gritam por “moralidade” e reclamam de “bagunça”. E quem reclamou, não disputou algum dia em quadra a entrada no NBB. O convite é regra para entrada no NBB.

Amigos, a entrada do Fluminense na Liga Nacional somente dignifica o basquetebol brasileiro. É mais um clube de massa, com uma torcida gigantesca, que trará visibilidade ao esporte, audiência na TV, patrocínios para a Liga e tantos outros benefícios que soa estranho alguém não querer a entrada de um clube com a magnitude do nosso.

A Liga quer, a Globo quer, os patrocinadores querem, nós torcedores queremos e ninguém pode se pautar por meras rivalidades clubísticas e/ou informações distorcidas de certos setores da imprensa que se escondem atrás de uma moralidade oca, que em nada ajudará o esporte nacional, aquele de quem tanto se cobra medalhas em Olimpíadas.

Estamos no NBB, chegamos para ganhar, teremos um time forte e esperamos o apoio maciço da nossa torcida. Creiam: os Guerreiros das quadras não estão para brincadeira.

A Flusócio sempre defendeu as modalidades dos Esporte Olímpicos fortes e com patrocínios autossustentáveis. Junto ao setor responsável pelo Basquete Tricolor convocamos a torcida a apoiar os Guerreiros das quadras. Compareça aos jogos e vibre com o time. O Estadual vem aí e será nosso primeiro passo.

Mais informações sobre nossa entrada no NBB, você pode ler esta entrevista do Gerente Executivo da Liga aqui.

E aqui, uma esclarecedora entrevista do Marcelo “Tchelo” Bunte, nosso coordenador do
basquetebol.

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