Mapa do Maraca

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A partir de agora, a torcida tricolor em dias de clássicos regionais entrará sempre pela Rua Eurico Rabelo, nosso lado fixo, determinado em contrato. No domingo, a torcida do Vasco entrará pela Av. Radial Oeste (ambas entradas novas para as arquibancadas populares, que foram construídas no Novo Maracanã).

Quando não se tratar de clássicos regionais, a torcida tricolor terá a opção de entrar tanto pela Eurico Rabelo quanto pela Radial Oeste, de acordo com a sua escolha no ato da compra do ingresso. O site oficial disponibilizou um excelente mapa do Novo Maracanã, pronto para imprimir.

Não existem mais acessos aos torcedores de uma única torcida exclusivamente pelas rampas da UERJ ou do Belini, o que por si só já derruba qualquer argumentação de história, tradição e outras choradeiras por parte dos torcedores cruzmaltinos.

Agora tanto a rampa da UERJ quanto a rampa do Bellini serão áreas de acesso comuns a qualquer torcida (exceto organizadas), sendo que a precificação e renda nestes setores é 100% destinada ao Consórcio Maracanã SA, e as torcidas assistem aos jogos misturadas, como ocorria nas antigas arquibancadas brancas.

Portanto, no domingo todos ao Bar dos Esportes, concentração na Rua Eurico Rabello. A torcida do Flu já esgotou todos os ingressos do nível 1. Venda avulsa em andamento através do site http://www.futebolcard.com.

Ao lado direito

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Após mais um dia de reclamações, Vasco e FERJ saíram de mãos abanando e está mantido o que o contrato determina: o Flu ficará à direita das cabines de rádio, no domingo e pelos próximos 35 anos.

Nosso caminho pra fazer valer o que nos é de direito não foi fácil. Roberto Dinamite apelava à ridícula tese de que o Flu lhe deve cortesia por ter “cedido” (palavras dele, já que o Flu pagou E BEM pelo aluguel) São Januário. Rubens Lopes talvez nem soubesse do que se tratava, mas logicamente estava no lado oposto ao Flu, e até a última segunda-feira os jornais davam conta que a PM também era favorável à manutenção dos lados por questão de segurança, o que não se mostrou verdadeiro ontem.

Felizmente a postura tricolor foi irredutível e fizemos valer o que é nosso. Soa estranho comemorar algo que deveria acontecer naturalmente, mas essa vitória é importantíssima para a autoestima da torcida e para quem há quase 30 anos enfrenta “problemas” e posicionamentos dúbios, especialmente vindos da FERJ, que em teoria deveria proteger igualmente todos os seus filiados, e não atuar como advogado de um contra o outro Por falar em décadas, problemas e federações, não à toa a cereja do bolo foi o aparecimento inesperado de Eurico Miranda na reunião de ontem. Quem tanto esculachou, desdenhou e pisou na instituição Fluminense deixou o local vociferando, como sempre, mas talvez não tenha percebido que o tempo passou e muita coisa mudou.

A nossa torcida fez sua parte e o setor 1 tricolor já esgotou apenas nas vendas pela internet.

Nosso respeito e agradecimentos ao departamento de Gestão de Arenas e ao Presidente Peter Siemsen, dois dos que lutam diariamente para nos livrar de amarras e problemas de décadas e aos poucos colocam o Flu no seu devido lugar. E no Maraca, Vasco e FERJ, ele é ao lado direito.

Batalha pelo que é nosso

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Tinha tudo para ser uma semana festiva, com a volta do remodelado Maracanã aos braços dos torcedores em um grande clássico do futebol brasileiro. Entretanto, após o início das vendas para sócios tricolores pela internet, com quase 5 mil ingressos vendidos online em menos de 24h, veio o primeiro golpe na volta ao Maraca: o inacreditável imbroglio criado por FERJ, Vasco da Gama, e alguns representantes da Polícia Militar.

Da FERJ, não devemos mesmo esperar muita coisa. O órgão que recebe de 5% a 10% de TODA E QUALQUER receita bruta em jogos com mandos dos times cariocas tornou-se abertamente rival de quem na prática deveria proteger. Não são novidade para nenhum tricolor as declarações intempestivas do presidente da instituição contra nós, além dos posicionamentos sempre contrários ao que é melhor para o Flu. Postura que se acentuou com o posicionamento do Fluminense a favor de mudanças no formato do deficitário Campeonato Estadual.

O Vasco nitidamente entrou na história para tumultuar e tentar fazer espuma com o que lhe sobrou, frente ao quadro caótico dentro e fora de campo de sua gestão. E vale lembrar: o conversa mole de que cederam amistosamente São Januário na Libertadores não cola. O Fluminense pagou (e bem) pelo aluguel em todas as ocasiões, um dinheiro inesperado que deveria ser comemorado frente à pindaíba cruzmaltina. Os choros de torcedores clamando por “direito adquirido desde a década de 60” e “conforto e costume para estacionar” também são patéticos. O Fluminense assinou um contrato de 35 anos para ter no Maracanã seu principal ponto de relacionamento com sócios e torcedores. E para isso trabalha com o lado direito para seu equipamento e sua estratégia de fidelização.

Quanto à segurança, obviamente que mudanças de hábito demandam mudanças de comportamento. Não importa se o torcida do Vasco sempre veio por determinado caminho. Cabe às autoridades zelar pela integridade de quem vai à partida. O torcedor dentro do estádio também foi e será forçado a mudar hábitos que o acompanham desde a década de 60. Não é o cenário ideal? Então, que destinem 10% dos ingressos ao Vasco e vamos enfrentá-los em São Januário no segundo turno, como eles pleiteiam há tempos. Ou encontre-se outra solução no lugar da mais fácil, previsível e INJUSTA contra quem se sujeitou às condições do contrato e tentou torná-lo atraente para utilizar o Novo Maracanã. Curiosamente, as vendas para o Fluminense começaram na segunda-feira às 14h e não houve uma única reclamação até os holofotes chegarem à reunião de ontem à tarde. As vendas abriram hoje às 10h pelo Futebolcard.com.

Nosso reconhecimento ao gerente de arena tricolor, Carlos Eduardo Moura, por ter peitado e enfrentado esta tentativa de GOLPE contra o Fluminense. Hoje haverá nova reunião, desta vez com o presidente Peter Siemsen presente. Ele já foi enfático ontem: “A posição do Fluminense é irredutível. Temos contrato com o consórcio e somos um dos dois clubes âncoras do Maracanã. Por isso temos um lado fixo no estádio, onde ficará nossa loja, nossa sala para atendimento a sócios… Não faz sentido ter esses pontos fechados quando formos enfrentar o Vasco”.

Força, Peter. A torcida está a seu lado.

Cuidar da História também dá lucro

 

Entre julho/2012 e março/2013, a receita de bilheteria da Sala de Troféus foi de R$230 mil reais. Este valor cobriu todos os custos do Flu-Memória no período com sobras.

Além do benefício financeiro, ainda é preciso considerar o lado intangível, que foi o fato de valorizar a história do Clube, seu patrimônio e a auto-estima do torcedor.

Outras produções do Departamento Flu-Memória durante a gestão Peter Siemsen também contribuíram para estes objetivos como por exemplo, o livro oficial dos 110 anos, concebido a partir da estratégia do crowdfunding, e também o livro oficial do Tetra, outro sucesso de vendas, qualidade e participação da torcida. Teve ainda a homenagem ao Nelson Rodrigues, que ganhou um busto em Laranjeiras custeado pela mesma verba oriunda da estratégia de crowdfunding.

Hoje em dia, qualquer Tricolor que visite o Clube sai da Sala de Troféus orgulhoso do passado da instituição que ama, e empenhado em passar esta paixão para as futuras gerações.

Acreditamos que o lucro com esta nova fonte de receita pode ser ainda maior, e para isso sugerimos que a Comunicação Institucional trabalhe a visita à Sala de Troféus como um programa de família Tricolor que não pode ser esquecido.

Venha reviver a História do Flu e traga seus pequenos para tirarem fotos ao lado dos troféus que simbolizam as grandes jornadas do Fluminense!

A SALA DE TROFÉUS FUNCIONA:

– de terça a sexta, das 10h às 18h
– aos sábados, das 10h às 16h
– aos domingos, das 10h às 14h.
A bilheteria funciona de segunda a sábado até as 17h e domingos até as 13h.

O valor do ingresso é R$15,00. Crianças até 12 anos, maiores de 60 anos e sócios não pagam. Estes deverão apresentar a carteirinha na entrada da sala de Troféus.

Maiores informações:
http://www.fluminense.com.br/site/social/sede/sala-de-trofeus

Mais títulos na base

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Os números não mentem: é excepcional a trajetória das duas gerações de ouro da base tricolor: 1996/1997

Depois de ter vencido o Alkass International Cup (considerado o campeonato mundial da categoria), o Campeonato Carioca e a Copa Rio (considerado o campeonato brasileiro da categoria), a equipe sub-17 do Fluminense sagrou-se campeã da Copa Nacional sub17 – ES ao bater na final o Internacional por 2×0, gols do atacante Felipe e do volante Douglas, ambos jogadores ainda do primeiro ano de juvenil (1997). O centro-avante Felipe foi o artilheiro do campeonato com 7 gols.

O Fluminense iniciou a sua campanha vitoriosa vencendo o Rio Branco – AC por 5×2, depois derrotou o Itapemirim, time da casa, por 3×1 e finalizou a primeira fase derrotando o América-MG por 2×0, terminando em primeiro lugar no grupo B.

Nas quartas de final o Fluminense aplicou uma goleada impiedosa ao América-MG por 8×0 e na semifinal disputou seu jogo mais difícil, empatando com o Atlético-PR por 0x0, vencendo por 8×7 nos pênaltis. Na final, vitória contra o Internacional, adversário também da final da Copa Rio, quando o tricolor sagrou-se vitorioso.

Vale ressaltar que o Fluminense jogou a competição desfalcado de grandes jogadores: Marcos, Bonilla, Ikaro e Gabriel convocados para Seleção Brasileira, Robert estava na Polônia com o time de juniores, Kenedy, machucado e integrado ao profissional. Daniel e Keven ficaram em Xerém fazendo um trabalho específico de fortalecimento muscular.

Xerém mais uma vez mostra a sua força e o grande trabalho que é feito pela gestão Peter nas divisões de base do Fluminense.

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