Flu busca parceiros para continuidade do Samorin

STK

Na noite de 24/04/2018, o Conselho Deliberativo do Fluminense se reuniu para conhecer em detalhes o projeto Flu Šamorin, os objetivos e metas da iniciativa, os custos envolvidos e, embora a reunião não tivesse qualquer pauta sobre deliberação, também debater sobre a continuidade do projeto devido ao momento financeiro da instituição.

A reunião se iniciou com apresentação do gerente das divisões de base do clube, Marcelo Teixeira, que durou cerca de uma hora. Ele detalhou todos os objetivos do projeto, as fases da implantação e os motivos que determinaram a escolha da Eslováquia como país sede para a iniciativa tricolor na Europa. Na sequência abriu todos os custos, de forma muito transparente. A mesma apresentação já havia sido feita para o Conselho Diretor anteriormente.

A escolha do país se deu por uma série de fatores, sendo os principais o baixo custo de mão de obra versus a qualificação dos trabalhadores, a baixa média de idade do futebol praticado nas ligas do país, a posição privilegiada da Eslováquia no centro da união européia, a inexistência de casos de racismo contra imigrantes e o alto número de estrangeiros permitidos em cada equipe (cinco podem ser escalados simultaneamente).

Atuando na terceira divisão eslovaca, o Šamorin conseguiu o acesso para a segunda divisão na temporada 2015/2016, conquistando o título com alguns jogadores emprestados pelo Fluminense. Na temporada 2016/2017, a parceria amadureceu e o Flu iniciou nova fase do projeto, ao levar treinadores e auxiliares para capacitação UEFA, além de mais atletas para a equipe. Já atuando com o uniforme tricolor, o Flu Šamorin terminou em 4º lugar na competição. Na temporada 2017/2018, a equipe principal ocupa atualmente a 7ª posição na tabela. O elenco conta ao todo com 10 jogadores do Fluminense, sendo 3 profissionais e 7 jogadores com idade Sub-20. Alguns também atuam pela equipe Sub-19 do Flu Šamorin.

Do ponto de vista econômico, o investimento custa € 756 mil anuais, sendo € 156 mil referentes à folha de pagamento de atletas e funcionários do Fluminense que já estavam sob contrato. Portanto, de fato o custo anual do projeto é de cerca de € 600 mil euros, ou equivalente a 1,2% das despesas previstas no orçamento 2018 do clube (R$ 209 milhões), se considerarmos a cotação de R$ 4,22. A planilha de custos mensais do Šamorin soma € 63 mil, e foi aberta item por item, desde despesas com viagens até custeio com moradia, logística e alimentação.

Como modelo de negócios, foi explicado que o Fluminense negociou uma espécie de “arrendamento” da gestão do Flu Šamorin por 10 anos, prorrogáveis por mais 10 anos, pelo valor de € 500 mil a ser pagos em 5 parcelas anuais de € 100 mil. Durante qualquer momento deste “arrendamento”, o Fluminense tem a opção de compra de 66,7% do clube por um valor predeterminado. Esta opção não foi exercida ainda por conta de dúvidas tributárias com a Fazenda. No atual modelo, o Flu também pode sair a qualquer momento.

Durante o período de gestão do Fluminense, a Prefeitura local também é parceira do projeto, arcando com despesas tais como energia, água e gás, por exemplo. Outro parceiro importante é o X-Bionic Sphere, um dos principais complexos esportivos da Europa, que fica na mesma região. Nossos atletas utilizam as instalações de academia, fisiologia e fisioterapia do X-Bionic sem qualquer custo, e o Flu Šamorin tem sido convidado para realizar amistosos e jogos treino contra equipes europeias que utilizam o complexo para realizar suas pré-temporadas, algo que também contribui para o desenvolvimento dos nossos jogadores. O último amistoso foi contra o Galatasaray, da Turquia.

Os objetivos principais do projeto são evoluir o desempenho de jogadores e treinadores de base do Fluminense, para que cresçam como profissionais e como pessoas, sendo expostos a novos padrões táticos, treinamentos baseados em certificações UEFA e uma nova cultura estrangeira. Além disso, foi informado que a existência do projeto Flu Šamorin tem sido uma vantagem negocial importante com famílias e agentes no momento de captação e retenção de atletas para a base e futsal do Fluminense.

Na parte das metas, são objetivos importantes capacitar os treinadores da base do Flu nas certificações UEFA e chegar na Série A eslovaca até a temporada 2020/2021. E a partir daí os objetivos passariam a ser mais ambiciosos, pois dos 12 clubes da liga principal, até o 4º colocado se classifica para as fases iniciais da Europa League, competição que possui elevadas premiações por partida. O primeiro colocado se classifica para as seletivas da Champions League.

Ao final da exposição, o Presidente Abad narrou sua ida recente à Eslováquia na busca por recursos de terceiros para ajudar na continuidade do projeto. O Flu realizou apresentação na câmara de Indústria e Comércio da embaixada brasileira na Eslováquia. Algumas empresas se mostraram interessadas, mas é preciso que propostas formais de suporte financeiro cheguem às Laranjeiras. O Flu também participou, com todas as despesas pagas, para expor seu case na Soccerex 2016, maior feira mundial de futebol.

Ao final da apresentação, ficou claro para a maioria do Conselho Deliberativo que o projeto Flu Šamorin é uma ideia inovadora no futebol brasileiro, como manda a tradição do Fluminense FC. Uma excelente ideia, talvez prejudicada pelo momento financeiro sensível da nossa instituição. Que a nossa diretoria empenhe esforços na busca por financiamento externo que possa apoiar este projeto, que é um diferencial em nossas divisões de base comparada aos nossos adversários. E se isso não for possível, caso o projeto seja mesmo descontinuado, gostaríamos de sugerir que parte expressiva da verba seja realocada para investimento anual na captação de talentos para Xerém, segmento do clube que vem sendo o principal esteio esportivo e financeiro do Fluminense desde a saída abrupta da Unimed em Dezembro de 2014.

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44 Comentários em Flu busca parceiros para continuidade do Samorin

  1. Bolinha Gottschall
    26 de abril de 2018 at 14:57 (11 meses ago)

    Inacreditável que não se veja como este é unico caminho que poderá manter o Fluminense como time grande!!!!

    Eu (desejo meu) gostaria que todas as minhas contribuições sejam revertidas para o projeto FluSamorin, como mensalidades, compra de camisas, ingressos etc.. tudo o que tiver percentual para o Flu

  2. Wagner
    26 de abril de 2018 at 15:16 (11 meses ago)

    Poderia SIM existir um programa como Socio Futebol Samorin para o torcedor tricolor que acredita nesse projeto, como eu.
    Samorin possui um programa desses local (figura), o FLUMINENSE poderia nacionaliza-lo e toda as contribuições revertidas ao projeto de Base do clube.
    Outro ponto interessante, vender material esportivo do Samorin no Brasil. É um mercado em potencial que pode, por sí só, pagar o projeto na íntegra nas condições atuais e ainda expandi-lo, levando mais atletas da base para o FluEuropa.

    https://uploads.disquscdn.com/images/6d1b40f0aec1ff23501d383a20a8665298cdad79afa4f36ff158d4fa69fac74f.png

  3. Deiny
    26 de abril de 2018 at 16:02 (11 meses ago)

    Fui ao Maracanã agora na hora do almoço pegar a gratuidade para o meu filho e
    na bilheteria 2 guichê 21 fui informado que criança menor de 5 anos não
    precisa retirar a gratuidade… entra direto no dia.

    Para não correr o risco de chegar no dia e essa informação não ser verídica,
    liguei para o clube. E a informação que eu tive da atendente foi: “A
    distribuição das gratuidades é do Maracanã com o Fluminense. Se o
    Maracanã lhe informou isso, pode confiar.”

    Então confiei e fui embora. Espero não ter problemas para entrar com o meu filho no domingo. E isso poderia ser informado pelo Fluminense nas orientações sobre a
    venda de ingressos para a partida . Acredito que muita gente não saiba
    dessa informação.

    ST.
    Deiny

  4. Alexandre Magno Barreto Berwan
    26 de abril de 2018 at 17:09 (11 meses ago)

    Outro torcedor que trocou ideias comigo no Fluchat do Facebook foi orientado ao ligar para o telefone do Fluminense, conforme digitou, a retirar a gratuidade de seu filho de 1 mês!
    Os funcionários do FFC tem que ser orientados.

  5. Alexandre Magno Barreto Berwan
    26 de abril de 2018 at 17:11 (11 meses ago)

    É um programa inédito, de vanguarda, que mais uma vez nos coloca na situação de pioneiros.
    Certamente tem muita gente torcendo para o seu fracasso, seja a oposição sistemática, sejam os rivais invejosos de sempre.
    Há também os que fazem honestamente, cada um com a sua consciência.
    O custo é barato, conforme se lê acima.

  6. Deiny
    26 de abril de 2018 at 17:15 (11 meses ago)

    Vamos ver no que vai dar. Segunda eu volto aqui para falar no que deu.

    ST.
    Deiny

  7. Claudio Souza
    26 de abril de 2018 at 17:44 (11 meses ago)

    Sempre achei o projeto muito interessante e me parece claro que a qualidade do time que defende o Samorim ainda não pôde crescer em virtude da grande absorção, por necessidade, dos melhores jogadores da base, pelo time profissional do Fluminense.

    Eu entendo perfeitamente os questionamentos de alguns, tal como o do Paulo Cavalheiro, que não acha correto o Fluminense continuar apostando (e mantendo sob contrato, jogando no Samorim) jogadores como o Igor Julião, que ainda não deram retorno técnico.

    Esse custo talvez possa ser reduzido com apostas mais criteriosas e certeiras, mas creio que as decisões sobre a manutenção desses jogadores sob contrato não sejam tomadas sem critério, embora qualquer critério possa ser discutido e melhorado.

    Por outro lado, projetos como o Samorim e o Plano de Carreira, certamente servem como atrativo para garotos que desejem investir na carreira de jogador de futebol. Esse tipo de atrativo pode ser um diferencial para um clube como o nosso, que não tem tanta mídia e nem torcida tão grande como os protegidos de sempre.

    Talvez esses jogadores nunca venham a vingar mesmo, mas o processo de amadurecimento físico e técnico varia de atleta a atleta e pode, sim, acontecer de o Igor Julião e/ou outros mais, em mesma situação, evoluírem a ponto de poderem ser aproveitados no nosso time principal ou, se isso não for possível, serem negociados para clubes médios onde poderiam ser úteis.

    Claro, sempre há um risco de esses jogadores nunca vingarem, mas todo o processo de desenvolvimento de jogadores tem um alto componente de risco. Ontem mesmo, em rápido levantamento, feito de memória (e, obviamente, sujeito a omissões) tentei listar os jogadores de destaque revelados pelos demais grandes clubes brasileiros nos últimos 10 anos e a lista é incrivelmente pequena. Vale lembrar que o Barcelona costuma aproveitar cerca de 10 % dos jogadores de cada geração formados nas próprias divisões de base, divisões essas que fazem captação, inclusive, em vários países mundo afora.

    Então, considerando não apenas os nomes de maior destaque que revelamos desde 2010, mas também a quantidade de jogadores oriundos da base que formam o nosso elenco e têm sido úteis, não posso deixar de colocar o trabalho do Fluminense entre os melhores do país.

    Passamos por uma entressafra também aqui em Xerém, desde que o time Campeão Brasileiro sub-20 foi desfeito. Não por coincidência, essa queda acentuada de performance do sub-20 veio mais ou menos no momento em que se evidenciou a crise financeira derivada das operações irresponsáveis feitas na administração Peter-Marimed-Macemed.

    Acho um retrocesso abandonar o Samorim para economizar pouco mais de 2 milhões de reais por ano, deixando para trás anos de trabalho e desenvolvimento. Futuramente, com a melhora das condições financeiras do Fluminense, esse projeto ainda poderá nos dar muitas alegrias, orgulho e dinheiro, se desenvolvido da forma como foi concebido.

    ST

  8. COSTA
    26 de abril de 2018 at 17:45 (11 meses ago)

    O problema é que não estamos em condições financeiras saudáveis sequer
    para disputar os campeonatos nacionais e vamos investir na Europa, já disputamos duas competiçoes e perdemos , temos um elenco barato e composto por jogadores da base e algumas apostas, não temos nenhum grande jogador que empolgue a torcida ( bons tempos da UNIMED , mesmo com algumas falhas, que foram e não voltam mais), portanto vamos primeiro utilizar esse valor, nem que seja pequeno para podermos montar um time melhor, pagar salarios em dia, para não sofrermos com a disputa do rebaixamento e quem sabe disputar uma vaga na Libertadores, pelo menos é isso que eu acho que interessa a maioria da torcida, ou pelo menos a mim, me desculpem.
    Qual é o clube que tem filial em outro continente ? acho que nem em outro pais, eu pelo menos não conheço, me desculpem se eu estou enganado. nesses tres anos qual foi o beneficio ao clube, qual o jogador revelado ou “aprimorado”, eu não conheço nenhum, e quando o jogador é bom ele desponta e alcança o time titular , não passa 10 anos , até aprimorar seu futebol, enfim, esse é o meu pensamento, me desculpem quem pensa diferente.

  9. Luiz Eduardo Vianna
    26 de abril de 2018 at 17:50 (11 meses ago)

    Acho a ideia do projeto muito interessante, mas é preciso mais critério na escolha dos atletas a serem enviados pro Samorin.

    Renovar o contrato do Igor Julião (que já mostra há cinco anos que não tem bola pra jogar no Fluminense) pra mandar pro Samorin não faz nenhum sentido.

  10. Alexandre Magno Barreto Berwan
    26 de abril de 2018 at 18:10 (11 meses ago)

    Acredito que a orientação correta seja a que você recebeu, mas tanto o clube quanto o Maracanã devem se comunicar melhor com os torcedores, sem deixar dúvidas nas divulgações dos jogos e orientando quem tenha o papel de responder a qualquer um que procure explicações, o que só acontece pois os pronunciamentos oficiais não parecem claros.

  11. Cezar Motta
    26 de abril de 2018 at 18:12 (11 meses ago)

    É bonito e ambicioso. Mas eu, sinceramente, preferia ver toda essa energia e vontade na busca por investimentos em favor do Fluminense FC. Nosso clube está à míngua, devendo salários, carente de investimentos, sem estádio e precisando finalizar o CT. Comprar e manter um clube na Eslováquia me parece um delírio nas circunstâncias atuais. Preferia um Fluminense de volta ao grupo dos grandes no Brasil. Disputando campeonatos com chance de títulos. Com capacidade de manter um time competitivo. Do jeito que a coisa vai, se formos rebaixados não vai ser fácil voltar. Eu gostaria que o alarme estivesse ligado nas Laranjeiras. Mas parece que não…

  12. Davi Carvalho
    26 de abril de 2018 at 18:33 (11 meses ago)

    Não dá pra insistir em caras como Peu e Julião, jogadores ruins que não têm condições de jogar no clube.
    Se vai mandar gente pro Samorin, que use atletas melhores.

  13. COSTA
    26 de abril de 2018 at 19:35 (11 meses ago)

    Concordo, mas se são melhores porque mandar para lá, coloca no time e ve se serve, senão rescinde o contrato , como fez com os dispensados, simples assim.
    Ou seja são gastos 600,000 euros ano, 250,000 reais mes o mesmo valor do patrocínio da Valle que dizem estar atrasado, e que deve estar fazendo falta para pagar os salarios, que comentam que já estão com atraso.

  14. COSTA
    26 de abril de 2018 at 19:37 (11 meses ago)

    Essa é a palavra correta, ”’DELIRIO”’, volto a perguntar qual é o grande clube clube europeu (deve ter menos grana que o FLU), que gasta dinheiro com filial em outro continente.

  15. COSTA
    26 de abril de 2018 at 19:38 (11 meses ago)

    Voce me desculpe, mas acho que dos que foram para lá o Julião é o melhor, aliás ele é melhor M. Freitas, Peu e outros que estiveram lá, pelo menos é a minha opinião.

  16. Davi Carvalho
    26 de abril de 2018 at 19:43 (11 meses ago)

    Tem uns que são melhores e estão sem espaço. Que mande esses.

  17. Rogério Barbieri
    26 de abril de 2018 at 19:52 (11 meses ago)

    Sou fanzão do FluSamorin.

  18. Marco Bhering
    26 de abril de 2018 at 20:14 (11 meses ago)

    Idéia inovadora no Brasil, conforme manda a tradição do Fluminense na vanguarda do futebol.
    Sendo certo que 1% do orçamento não resolveria nenhum problema financeiro do Fluminense, em contrapartida dos enormes ganhos potenciais que o projeto pode alvancar no futuro, e já no presente também como vantagem na captação de atletas, e outros também mencionados no post.
    Contudo, se pensarmos que em alguns anos poderemos estar na Liga Europa, enfrentando times como Olympique, Arsenal, Dinamo, Lazio, entre outros tantos, o retorno financeiro que pode-se conseguir com exposição de marcas parceiras, direitos televisivos, entre outros tantos? Seria o caso até de se inverter a mão.. o melhores lá e o piores aqui.
    Imaginando esse cenário, a atração que o Fluminense exerceria na captação de atletas no Brasil seria gigantesca, em face da imediata exposição do cara no exterior.
    Num momento em que se fala muito em disrupção e quebra de paradigmas, não há como pensar em não seguir com esse projeto.

  19. Alexandre Magno Barreto Berwan
    26 de abril de 2018 at 20:52 (11 meses ago)

    Mais um escárnio contra o FFC: remarcarem a partida do Clássico Vovô, o clássico mais antigo do Brasil e terceiro mais antigo do continente americano para uma segunda feira à noite!
    Desculpa, eles sempre tem, mas o motivo é o de sempre: causar prejuízo ao FFC e afastarem a sua torcida do Maracanã, o qu eos canalhas tem feito desde 2010, para um dia poderem entregar o estádio para os adoradores do demônio.

    P.S.: Nem BFR, nem o FFC estão na Copa do Brasil. Será que eles querem entregar o dia e horário nobre para alguém?

    https://explosaotricolor.com.br/brasileirao-cbf-altera-data-e-horario-do-classico-entre-botafogo-e-fluminense/

  20. Flavio Chammas
    26 de abril de 2018 at 21:17 (11 meses ago)

    Assino junto, se pedirem como fizeram no CT eu ajudo.

    A escolha de jogadores não está a altura do projeto por que ficamos com todos os moleques que poderiam ir e serem testados.

    Pegamos todos sem exceção, e além disso, nossa captação parou por falta da grana não só, mas também pelo caos politico em que nos encontramos, e os empresários não confiam no clube.

    Todo moleque já tem um, é só ver o exemplo do Paulinho do Vasco, que optou por ir a um clube menor, mas jogar, num plano de carreira, exemplo não seguido por outros afoitos, que se perdem no meio do caminho.

    Vamos levar tempo para nos reerguermos, ainda mais com a situação politica se degringolando cada vez mais.

  21. Cesar Castello Branco Martins
    26 de abril de 2018 at 21:26 (11 meses ago)

    Sou fã do Flu Samorin. Me parece um ótimo projeto de desenvolvimento e capacitação de jogadores e funcionários. Faz parte, também, de todo esse grande processo de reestruturação que o Flu vem passando, e q não pode retroagir. Só espero q não se torne megalomaníaco, e perca o foco.

    ST

  22. Paulo Cavalheiro
    26 de abril de 2018 at 21:26 (11 meses ago)

    Projeto é bacana, mas está seriamente contaminado.

    A seleção dos samurais é abominável, além de ser um campeonato de quinta categoria, escolhido em função de baixo custo.

    O que vejo, é uma análise sem profissionalismo, em relação aos diversos fatores abrangentes do projeto.

  23. Rogério Barbieri
    26 de abril de 2018 at 21:26 (11 meses ago)

    O Maracanã tem 80 mil lugares.

    Se o Fluminense tem uma média de ocupação de 15 mil lugares nos últimos anos (chute) é sinal que ele tem uma média de desocupação de R$ 65 mil lugares.

    Depois daquela linda lua de mel, jamais vista no futebol mundial entre torcida do Fluminense e o Maracanã, desde 2010, afastaram a torcida do Fluminense desse e dos demais estádios.

    A diretoria tem que fazer algo para voltar a popular as nossas arquibancadas.

    Somos e sempre fomos muito melhores.

    Se o Fluminense conseguir vender 40 mil ingressos a R$ 10,00 para cobrir as despesas de todos os jogos, os outros 40 mil poderiam ser vendidos na tabela atual.

    Ou seja, se o Fluminense terá 19 mandos de campo, no campeonato brasileiro, seria
    necessário cobrar taxa única R$ 190,00 antecipado. O preço seria único, assim, se alguém comprasse faltando 15 mandos de campo também pagaria R$ 190,00.

    Após a venda dos 40 mil ingressos para todos os jogos no Maracanã a R$ 190,00, os ingressos passariam a ser vendidos ao preço comum. Os 40 mil primeiros seriam os privilegiados.

  24. COSTA
    26 de abril de 2018 at 21:27 (11 meses ago)

    Mas como podemos mandar melhores, eles existem realmente? Então porque não são lançados em nosso time titular, ou voce acha que o nosso time e excelente, eu acho que esta longe disso, mas quem sabe os fatos desmentem o que eu penso.

  25. Wagner
    26 de abril de 2018 at 21:28 (11 meses ago)

    Marco, se o Samorin for para Superliga Eslovaca que é comparado à Serie A Brasileirão, de imediato vira membro da UEFA. Daí as coisas começam a escalar de maneira totalmente positiva. Nossos jogadores estarão muito mais expostos e valorizados no territorio europeu, enquanto que os nossos técnicos de base terão acesso à formação de técnicos oferecida pela UEFA. Salto imenso de qualidade no nosso elenco de jogadores e técnicos e retorno financeiro pro Fluminense.

  26. Paulo Cavalheiro
    26 de abril de 2018 at 21:33 (11 meses ago)

    Fernando Migué Neto, moleke com potencial no passado, hoje é o nove do time, sendo que começou como LE e depois de meia. Completamente irresponsável.

    Igor Julião, de avião virou pipa, e de LD virou o cérebro do time, e meia.

    Mas devem ter empresários com carta branca no Laranjal.

    Ou seja, também tem muita mutreta no Samorim.

    Pobre FFC.

  27. Wagner
    26 de abril de 2018 at 21:45 (11 meses ago)

    Pra pontuar, além da formação dos jogadores de base do Fluminense, o Samorin é celeiro de formação de técnicos. O Gustavo Leal é auxiliar técnico do Samorin e nessa sua estada lá na Europa já recebeu a certificação de técnico UEFA B.
    São pouquissimos os técnicos brasileiro com qualquer tipo de certificação internacional, imagina certificação UEFA!!!

  28. Valentino
    27 de abril de 2018 at 0:57 (11 meses ago)

    E essa Valle Express que novamente atrasa o pagamento do patrocínio? Vai ficar por isso mesmo? Isso tá caminhando pra ser uma nova Dryworld…

  29. Filipe Seixas
    27 de abril de 2018 at 10:19 (11 meses ago)

    Um custo de 1,2% das despesas não pode acabar. O retorno a longo prazo é muito favorável e benéfico. Um absurdo será ver esse projeto acabar! Se vire, diretoria!

  30. Cezar Motta
    27 de abril de 2018 at 10:37 (11 meses ago)

    Amigo Wagner, respeito a sua opinião. Mas a preocupação do Fluminense deveria ser organizar a própria casa, não cuidar da carreira pessoal de profissionais. A menos que fossem os profissionais do próprio clube. Não vejo importância no fato de que o clube tenha permitido ao auxiliar do Samorim ter diploma de técnico B, exceto para o próprio Gustavo Leal. A Eslováquia não tem nenhuma importância no cenário europeu, jamais vai ter. É um desperdício de recursos, de tempo, um diversionismo infantil (ou personalista) em um clube falido como o nosso, com futuro imediato sombrio.

  31. COSTA
    27 de abril de 2018 at 11:53 (11 meses ago)

    Assino embaixo, outros estão sendo beneficiados, menos o clube.
    Onde está até hoje o grande craque revelado ou “””aprimorado lá como fala o gênio do MT.

  32. vivianne
    27 de abril de 2018 at 11:57 (11 meses ago)

    Vou reafirmar o q já falei, estou pouco me lixando para flu samorim, assim como me lixo para time de vôlei, basquete e coisas afins,sou futebol, o fluminense é conhecido pelos títulos brasileiros.
    É inaceitável na minha opinião e respeito quem pensa o contrário, ter um projeto ambicioso de time na Europa se essa diretoria não tem capacidade de colocar em campo um time minimamente descente compatível com a grandeza do fluminense.
    Falam em time da Europa e estão com dificuldades para pagar salário desse time medíocre que montaram para disputar o brasileiro, sinceramente a falta de planejamento de objetivo é de visão minimamente racional é absurda.
    Nem colocando o uniforme do fluminense com patrocínios nos valores módicos sai capazes de conseguir um patrocinador q pelo menos pague em dia, não conseguem resolver a questão scarpa q até agora só deu prejuízo ao clube, não resolveram Diego Souza outra burrada dessa diretoria, fora contrato Maracanã, dryword q foi tudo feito por esse mesmo grupo político.
    Ai é essa gente q acha q terá capacidade de administrar um clube na Europa e ainda quer q acreditemos q levarão esse clube pata quem sabe UEFA champions, os mesmos q não conseguem levar o flu se quer em uma final de campeonato carioca, vcs estão de brincadeira com a minha cara, mais uma cortina de fumaça desse pessoal.
    Não quero saber de samorim, quero poder ir ao Maracanã e não ter q ver gum, Renato chaves, Marlon Freitas e afins com a camisa do fluminense.
    Parem de contar história, time na Europa e contando moeda para pagar salário desse time medíocre q vcs montaram.
    Chega de mentira!

  33. COSTA
    27 de abril de 2018 at 12:25 (11 meses ago)

    Tambem tenho s mesma opinião o FLU e aqui e não lá , tem até opiniões de que deve ser os melhores lá e os piores aqui, imagina s que ponto chegamos.
    Total devaneio chegar a liga Europa, não tem dinheiro aqui, patrocínio atrasado, eliminado da Copa do Brasil, r ficamos sendo iludidos por esse projeto criado pelo gênio do MT ( o do email lembram) e pelo MITO , aquele que ia sanear o clube financeiramente.

  34. COSTA
    27 de abril de 2018 at 12:32 (11 meses ago)

    Pois E não paga nem salários em dia e quer time na Europa, e pior que tem quem apoie esse gênio do MT, e o que eu acho tem gente levando vantagem com isso, não é o clube.
    Tem até sonhos do Samorin fazer amistosos com o Barca, Real, etc, estão de brincadeira cadeira essa times não sabem e nem querem saber quem é o Samorim

  35. COSTA
    27 de abril de 2018 at 12:34 (11 meses ago)

    Parabéns pelo desabafo, eu tambem estou de saco cheio desse tal de Samorin, podia ser 0,1 % Já seria demais para um clube nessas condições financeiras

  36. Valmir Carvalho da Silva
    27 de abril de 2018 at 12:35 (11 meses ago)

    Sinceramente esse projeto não se justifica. Temos dificuldades de manter salários em dia de um time modesto, sendo assim, como pensar em manter projeto na Europa?
    O Fluminense é futebol clube. Um clube gigante, cheio de glórias e que pertence ao Brasil e ao Rio de janeiro. Nossos projetos devem ser voltados para conquistas e a volta a Libertadores.

  37. Paulo Dore Fernandes
    27 de abril de 2018 at 12:47 (11 meses ago)

    O pior é que renovaram o contrato do Julião para colocá-lo no Samorim. Não dá pra acreditar que seja só incompetência.

  38. Luiz
    27 de abril de 2018 at 12:48 (11 meses ago)

    O “patrocinador master” atrasando pagamento,como diz aquele nosso amigo
    ABENÇÃO JOÃO DE DEUS

  39. COSTA
    27 de abril de 2018 at 13:06 (11 meses ago)

    Que me desculpem os que pensam ao contrário, mas projeto criado pelo MT, o gênio dos emails, e pelo MITO, o gênio das do saneamento financeiro, não pode ser bom para o clube, pode ser para eles

  40. Cezar Motta
    27 de abril de 2018 at 13:13 (11 meses ago)

    A vocação para o erro é impressionante mesmo, Marcel.

  41. Marco Bhering
    27 de abril de 2018 at 13:32 (11 meses ago)

    Wagner,
    Sem dúvida! Com a exposição, não teríamos mais a figura do clube vitrine/repassador, logo o retorno com a venda de jogadores seria alavancada.
    Quando se ouve falar até de jogadores de futebol querendo abrir ou comprar clube na Europa, ou até mesmo como o Ronaldinho nos EUA na MLS, não há como pensar em parar esse projeto, ainda mais com o baixo custo.
    Alguns podem dizer que com esse dinheiro traríamos um jogador diferencial, mas cara, vivemos a fase mais medíocre do futebol brasileiro, não há craques e a diferença técnica entre os jogadores é mínima, o que faz um time vencedor é o comprometimento e o jogo coletivo (talvez a única exceção seja o Grêmio), vide o Corinthians do “craque” Rodriguinho.
    Esse é o momento apropriado pra lançar a molecada, como é o caso do Pedro, do Airton, Pablo Diego, Ibañes, do Calazans, e outros, que podem não ter experiência (e acabar perdendo uma semifinal ao 48 do 2o.T), mas tem sangue e correira, vontade de vencer, potencial para crescer tecnicamente, comprometimento e mais identificação com o Fluminense.
    ST

  42. Fernando Bastos
    27 de abril de 2018 at 13:33 (11 meses ago)

    Excelente sugestão. ST

  43. Delley
    28 de abril de 2018 at 12:42 (11 meses ago)

    Gosto muito da ideia do projeto, mas a gestão….
    Resumindo, como várias coisas no Brasil e no Fluminense…
    Boas ideias & Péssimos negócios !, de longe se tem a sensação de que se tornou um local de alocação de alguns apadrinhados.

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