Filosofia que tem o nosso apoio

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Ontem o Flu nos brindou com uma boa vitória fora de casa contra o Avaí, por 3 x 0. Com o resultado, o time tricolor tem boas chances de terminar a rodada no G6.

Ainda em Florianópolis, o gerente de futebol Marcelo Teixeira escreveu um longo texto público no Facebook, onde detalhou como vem sendo executada a estratégia para as divisões de base no clube, um projeto complexo e ainda em andamento.

O texto deixa claro que o bom aproveitamento dos garotos entre os profissionais não é obra do acaso. Existe filosofia detalhada por detrás, ações que geram frutos e fazem o Fluminense avançar. Decidimos transcrever aqui o texto do Marcelo Teixeira, pois o artigo é uma leitura interessante para todos os tricolores.

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“Nos últimos dias a imprensa tem destacado bastante a utilização na equipe profissional dos jogadores formados nas divisões de base do Fluminense.

O clube chegou a uma marca impressionante de 18 jogadores utilizados esse ano e que foram formados em Xerém.

Escrevo esse texto por que gostaria de esclarecer e destacar algumas coisas e deixar claro que existe um projeto e uma filosofia por trás disso tudo que está acontecendo e sendo falado.

A chegada do treinador Abel e do gerente de futebol Alexandre Torres, ambos formados na base do Fluminense, e que hoje estão a frente do futebol profissional do clube, foram o ponta pé inicial para colocar em prática uma nova ideia de futebol no Fluminense. Uma nova filosofia.

Também é preciso destacar que esta utilização excessiva de jogadores formados em casa, está ocorrendo também muito em função das fortes restrições orçamentárias que foram impostas ao departamento de futebol. Sabemos que não se faz futebol apenas com jovens. Com atletas da base. Atletas experientes sempre serão fundamentais para qualquer projeto de futebol vencedor.

A nova gestão do presidente Abad, que iniciou em Dezembro de 2016, estabeleceu novos procedimentos de trabalho para o futebol, onde este terá que andar de forma totalmente alinhada com o departamento financeiro.

E assim, tendo que arcar esse ano com valores financeiros extremamente relevantes que foram assumidos em 2015 e 2016, o Fluminense viu seu fluxo de caixa para o ano de 2017 totalmente comprometido e bastante aquém de suas possibilidades de arrecadações. E com isso não restou outra opção para o clube, com objetivo de que as contas voltem a ficar equilibradas, que não fosse uma grande restrição financeira para todas as áreas e principalmente para o futebol.

O Fluminense só contratou um jogador em 2017. Sinto falta na imprensa de informações que destaquem quantos atletas cada clube contratou na série A. E quanto se gastou com essas contratações. Chega a ser inacreditável que um time com apenas uma contratação no ano, a custo zero, esteja conseguindo uma performance como a atual, onde por exemplo, o título do campeonato carioca diante de um adversário com um orçamento três ou quatro vezes maior só não veio por conta de uma arbitragem bastante infeliz no último jogo do campeonato.

E hoje começa a ficar bastante claro para todo o mercado do futebol que o trabalho realizado pelo treinador Abel Braga e pelo gerente de futebol Alexandre Torres + comissão técnica e demais integrantes do depto de futebol aliado ao projeto de base que começou a ser desenvolvido a cerca de três/quatro anos atrás, vem sustendo e fazendo com que o Fluminense tenha certo destaque no ano de 2017, mesmo diante de todas as grandes dificuldades citadas anteriormente.

E nosso projeto de base, que como citei começou a três/quatro anos atrás, pode ser considerado diferente do que vemos atualmente no mercado de futebol brasileiro.

Não sei dizer se é melhor ou pior, digo apenas que e diferente. Hoje existem vários clubes com excelentes profissionais fazendo grandes trabalhos de formação de atletas no Brasil. Impossível apontar que é melhor ou pior.

Mas o Fluminense seguiu um caminho diferente de todos. Um caminho próprio. Com objetivos definidos e bastante claros que tem como uma das metas criar uma identidade/marca própria de formação e desenvolvimento de atletas dentro do cenário do futebol brasileiro, sul-americano e mundial.

Criamos um Projeto de Plano de Carreira para os atletas formados na base. Criamos um Projeto Internacional. Estabelecemos um projeto de Performance junto com Michael Johnson Performance (que esse ano fomos obrigados a encerrar devido a restrições orçamentárias). Colocamos curso de inglês na base em parceria com a escola de idiomas Brasas. Assumimos o controle e a gestão total de um clube na Europa (cujo o custo anual representa a metade do salário de um bom jogador da equipe principal do Flu). Estabelecemos uma Metodologia própria de formação e desenvolvimento de atletas de alta performance. Fizemos inúmeras viagens internacionais com objetivo de qualificação pessoal e profissional dos atletas e profissionais da base do Flu. Criamos uma grande rede de Escolas de Futebol, Guerreirinhos, ligadas tecnicamente e metodologicamente as divisões de base do clube. Integração maior do futsal, através de métodos e plano de carreira para os profissionais do Futsal, com a Academia de Xerém. E desenvolvemos ainda diversos outros projetos de menor porte que também suportam e turbinam o processo de formação e desenvolvimento de atletas realizado em Xerém.

Seis pilares servem como sustentáculos de nosso projeto de formação e desenvolvimento de atletas: 1 – Filosofia e Gestão; 2 – Identificação de Talentos; 3 – Metodologia de Formação; 4 – Qualificação de Profissionais; 5 – Projeto Internacional; 6 – Infraestrutura e Tecnologia

Tenho orgulho de destacar o lema que criei e que hoje serve como “Norte” para a filosofia e para o trabalho desenvolvido na base do Flu: “Faça uma melhor pessoa que teremos um melhor jogador de futebol”.

Essa filosofia está totalmente entrelaçada com a criação de nosso clube na Europa, onde possibilitamos aos nossos atletas uma oportunidade única de desenvolvimento pessoal (“Faça uma melhor pessoa e teremos um melhor jogador de futebol”) dentro de um país Europeu, através do aprendizado de uma nova língua (a língua oficial de nosso clube é o inglês e nossos atletas ao pisar em solo europeu recebem aulas diárias de inglês), vivenciar novas culturas (nosso clube está situado a uma distância pequena de capitais europeias importantes como Viena, Budapeste, Bratislava, Praga), experimentar novos hábitos alimentares, viver num clima e temperatura bastante adversa e completamente diferente do Brasil, conviver com pessoas (europeus) com mentalidade completamente diferente da brasileira, viver por conta própria e com isso assumir maiores responsabilidades em sua vida pessoal, distância da família e amigos e por fim, não menos importante, ter a vivencia e experiência dentro de um futebol totalmente diferente do brasileiro, onde as exigência físicas e táticas, principalmente, são muito mais fortes e complexas do que a que vivenciam no futebol brasileiro. Importante destacar que o treinador de nossa equipe na Europa é Europeu e com certificado UEFA Pro, grau máximo ofertado pela entidade maior do futebol europeu.

Vale destacar também que nosso clube na Europa ainda ajuda na Qualificação dos profissionais da base do Fluminense, que tem a oportunidade de “estágio” na Europa por períodos determinados de tempo. Hoje já são quatro profissionais da base do Flu com experiência de ao menos 6 meses de Europa.

O STK Fluminense Samorin, tem definido 8 objetivos claros num projeto que foi colocado no papel e que serve como base para todo o trabalho que é realizado.

E um desses objetivos, que é estabelecer e ampliar a marca do Fluminense no mercado europeu vem avançando de forma significativa.

Partindo para nosso terceiro ano de projeto, ainda um bebê recém-nascido, adotaremos a partir da próxima temporada um novo escudo na camisa que incorpora as cores verde, branco e grená, adotaremos o nome STK Fluminense Samorin, seguiremos usando a camisa do Fluminense em metade dos jogos, avançaremos nas transmissões dos jogos para o Brasil através da internet, avançaremos e intensificaremos o processo de comunicação única Fluminense Brasil e Fluminense Europa via mídias sociais, principalmente. Enfim, são diversas ações que visam divulgar o trabalho de formação de atletas e a marca Fluminense.

Um novo grupo de dez jogadores da base do Fluminense está em fase final de preparação para embarcar para a Europa nos próximos dias. Serão os próximos a beber da fonte STK Fluminense Samorin. Farão parte da equipe principal e equipe sub 19 na temporada europeia 2017-2018.

Serão os próximos a participar, como estamos dizendo internamente, de nosso MBA ou pos graduação na Europa.

Hoje no elenco principal do Fluminense temos o orgulho de destacar que diversos dos jogadores que começam a despontar na equipe, tiveram a oportunidade de passar por alguns dos projetos que citei acima.

Mais da metade desse atletas da base que estão no profissional do Fluminense tem ao menos o nível intermediário de inglês devido a um de nossos Pilares, o Projeto Internacional.

Satisfação enorme testemunhar o amadurecimento desse processo depois de um longo caminho percorrido.

Num texto que escrevi no começo desse ano, destaquei que todo o trabalho no futebol que envolve filosofia e metodologia para formação e desenvolvimento de atletas jovens, deve ser encarado como de longo prazo.

De forma prática, estamos a quase quatro anos construindo e desenvolvendo uma ideia de projeto na base do Fluminense. Está claro que muita coisa foi feita, porém está muito claro também que ainda temos muito o que fazer. Estamos talvez passando da fase de curto para médio prazo. O longo prazo ainda está a frente no horizonte.

E por saber disso, existem planos, objetivos, sonhos e claro, um planejamento de trabalho em direção a esse futuro. Em direção a esse longo prazo.

Porém o que é mais interessante e muito desafiador nessa história toda são os “issues” que temos que enfrentar e procurar endereçar da melhor forma possível para que esses projetos de longo prazo possam dar resultado, mesmo sabendo que quase todos eles são “issues” inerentes ao futebol brasileiro (e claro, muito prejudiciais a realização de um trabalho de excelência em formação de jovens atletas que sempre é de médio/longo prazo):

1 – Imediatismo – no futebol brasileiro, isso faz parte de nossa essência como povo que somos, o amanhã tem pouca importância. O hoje tem muita importância. Ninguém quer saber de projeto de médio/ longo prazo. Todos querem resultados imediatos. Não existe visão de futuro. Se não ganhou hoje, não presta. Se ganhou, é o melhor. A paciência não existe. O pavio é curto. Muitoooo curto por sinal.

2 – modelo político dos clubes – no Fluminense, alguns clubes pior, a cada três anos eleição. Eleição não, guerra. Nada importa nas eleições dos clubes que não seja a vitória nas urnas. “Um lado é excelente e o outro lado não presta.” Claro que isso afeta ou ameaça diretamente ou indiretamente qq trabalho de médio/longo prazo, já que constantes mudanças são realizadas nos deptos de futebol de acordo com os grupos políticos que vencem as eleições.

3 – situação social e econômica do país – esse ponto afeta diretamente o futebol brasileiro e a formação de atletas. Sabemos que a grande maioria de nossos jogadores vem de camadas sociais mais baixas. E temos inúmeros problemas sócias no país que afetam, principalmente, essas camadas da sociedade. Muitos dos meninos carregam problemas familiares graves que claro, afetam diretamente sua formação como ser humano, sua formação como pessoa. Temos um ensino público que não recebe a devida atenção das autoridades, que não recebe os devidos investimentos financeiros necessários. E se não tem atenção e investimento não pode ter alta qualidade. E assim, não conseguimos dar a educação necessária para nossos jovens cidadãos. E isso também afeta a formação como ser humano de nossos meninos. Quando tocamos nesse ponto fica claro o por que de nosso lema: ” Faça uma melhor pessoa e teremos um melhor jogador de futebol”.

4 – ausência de um calendário nacional para as divisões de base – cada estado do país hoje trabalha da forma como entende. Seja no calendário de competições, seja nas regras dos campeonatos ou seja na atenção dada para as competições de base. São questões que interferem diretamente no trabalho de base que são desenvolvidos pelos clubes brasileiros.

Esses são pontos principais. Existem outros menores sem dúvida alguma.
Mas enfim, somos brasileiros. Estamos acostumados, lamentavelmente, a enfrentar problemas no dia a dia, que não deveriam nos ser impostos. Mas por um lado talvez isso seja bom pra gente. Somos mais “fortes”, mais criativos, mais batalhadores e mais insistentes. Talvez por isso temos os melhores jogadores do mundo.

Para finalizar, legal e muito importante destacar que todo esse trabalho da base do Fluminense só existe por causa de pessoas. Não vou citar nomes aqui por que senão ficaria o dia todo escrevendo, pois temos muita gente envolvida no processo. Um ambiente de trabalho sadio, alegre, motivador, desafiador, com pessoas dedicadas e apaixonadas pelo que fazem. Esse é o segredo por trás de tudo: pessoas.

Orgulho e gratidão a todos os envolvidos no trabalho de base do Fluminense são os melhores sentimentos que carrego comigo todos os meus dias.”

#divisoesdebase #desenvolvendotalentos #formandovencedores #transformandocriancasematletas #formandocidadaos #melhorpessoamelhorjogador

117 Comentários em Filosofia que tem o nosso apoio

  1. Danilo Soares Félix
    22 de junho de 2017 at 15:23 (2 anos ago)

    Nada do que vem acontecendo no trabalho de base do Flu é obra do acaso. Existe estratégia detalhada por detrás, ações e projetos que vão dando bons frutos dentro do campo no time profissional. É a filosofia que eu acredito para o presente e futuro do Flu. O texto do Marcelo Teixeira é uma aula de como fazer futebol.

  2. Fabio DB
    22 de junho de 2017 at 16:05 (2 anos ago)

    Muito bom!!!
    ST

  3. Rodrigo
    22 de junho de 2017 at 18:41 (2 anos ago)

    Pois é. Tivemos q perder Gum, Renato Chaves e Nogueira para q o Reginaldo finalmente tivesse chance. O cara é bom, deixem ele lá agora.

  4. Valmir Carvalho da Silva
    22 de junho de 2017 at 19:32 (2 anos ago)

    Boa vitória ontem. Domingo poderemos explorar o desespero do São Paulo. Contrariando alguns, acho o Leo mais preparado para a lateral esquerda, a despeito do belo gol do Mascarenhas, ainda acho fisicamente muito frágil.

  5. Jefferson Alvares
    22 de junho de 2017 at 20:08 (2 anos ago)

    Prezado Claudio,

    Perfeito!

    Somente gostaria que mais tricolores tivessem esta mesma visão, e abraçassem de fato o clube neste momento difícil.

    ST

  6. eduardo garcia lopes
    22 de junho de 2017 at 20:13 (2 anos ago)

    Se o Douglas voltar a ser o bom jogador do começo e se firmar como 1*volante e liberar o ótimo Orejuella como 2*volante; teríamos como armar melhor o meio de campo e assim dando mais proteção a defesa

  7. Jefferson Alvares
    22 de junho de 2017 at 20:26 (2 anos ago)

    Prezados,

    O trabalho do Fluminense na base é ótimo, muito acima da média, e principalmente conduzido por profissionais como o Marcelo Teixeira, que com apoio do presidente Peter e agora do presidente Abad, tem espaço para planejar, pensar fora da caixa, e executar com tranquilidade o conceito traçado.

    Este projeto nos diferencia e muito, ao criar condições que atrai e seduz jovens promessas, nos permitindo assim alcançar competitividade, resultados esportivos e sucesso mercadológico.

    Os tricolores precisam se unir e olhar para frente, abrindo mão de vaidades pessoais e magoas em favor do bem maior. Hora de deixar as diferenças de lado, apoiar a gestão, e principalmente e incondicionalmente, este jovem e aguerrido time comandado pelo ótimo Abel, que mesmo com os defeitos que possui (TODOS outros também possuem), já deu inúmeras mostras, de ter paixão pelo trabalho no Flu e de realmente estar comprometido com este modelo de gestão de futebol, que privilegia as nossas jovens promessas.

    Não tenho duvidas de que este modelo é vencedor, e logo logo nos trará muito mais alegrias e folego para atravessar este difícil momento da economia do Brasil e do Rio de Janeiro, que afasta bons investimentos em patrocínio esportivo, nos impedindo assim de fazer os investimentos esportivos que todos desejam.

    ST

  8. Jefferson Alvares
    22 de junho de 2017 at 20:35 (2 anos ago)

    Prezado Rodrigo,

    Eu vejo um pouco diferente. O Reginaldo subiu a pouco tempo e o Abel tem tido cuidado na responsabilidade que estes jovens podem suportar.

    O Abel esta no dia a dia, e conhece muito mais do que nós, não somente o aspecto técnico destes jovens, mas principalmente o aspecto comportamental e psicológico.

    ST

  9. Mauro Carvalho - SP
    22 de junho de 2017 at 20:46 (2 anos ago)

    Belo texto do Marcelo Teixeira, belo trabalho.
    MAS MANTENHA LOW PROFILE, NADA DE ENSINAR AOS INIMIGOS, SEM DETALHES !!!
    ST

  10. Ricardo Ferreira
    22 de junho de 2017 at 21:04 (2 anos ago)

    O bem estruturado texto revela uma trabalho sério e profissional. Que haverá de colher frutos sobretudo a médio e longo prazo, ainda que já no presente, consequência de ações pretéritas, nos oferece soluções muito oportunas.

    Óbvio que este brilhante projeto deverá estar submetido a métricas e ajustes como recomendam as boas práticas de governança.

    São apontados fatores endógenos e exógenos de grande relevância, que condicionam, que influenciam o valoroso labor.

    Entretanto quero destacar um que me é muito caro.

    É explicitado neste trecho:

    “2 – modelo político dos clubes – no Fluminense, alguns clubes pior, a cada três anos eleição. Eleição não, guerra. Nada importa nas eleições dos clubes que não seja a vitória nas urnas. “Um lado é excelente e o outro lado não presta.” Claro que isso afeta ou ameaça diretamente ou indiretamente qq trabalho de médio/longo prazo, já que constantes mudanças são realizadas nos deptos de futebol de acordo com os grupos políticos que vencem as eleições.”

    Sim Tricolores, precisamos dispensar toda nossa atenção, todo nosso cuidado a fim de evitarmos, de afastarmos dos centros decisórios do nosso amado Fluminense, aventureiros de toda ordem, de todos os matizes, alguns muito bem travestidos. Forasteiros insensatos, arrivistas tresloucados.

    Grandiosa e belíssima missão.

    Parabéns Marcelo Teixeira e toda equipe.

  11. José Alberto Bernardes
    22 de junho de 2017 at 21:35 (2 anos ago)

    Derrota do São Paulo certo?

  12. Sérgio Leal
    22 de junho de 2017 at 21:39 (2 anos ago)

    Reginaldo tem 24 anos e jogou a B ano passado pelo Vila Nova de Goiânia, não subiu agora, mas rodou e ganhou experiência. Já unha se destacado no Fla-Flu de Cariacica. Pode vir a ser bom, ainda mais ganhando confiança…

  13. José Alberto Bernardes
    22 de junho de 2017 at 21:41 (2 anos ago)

    No amor e no futebol somos passionais…É da natureza humana…Importante são os DIRIGENTES serem tranquilos e convictos do melhor caminho a seguir…Vejam o Flamengo…A despeito da rivalidade e da grana absurda da Globo,o presidente lá segurou a onda alguns anos e está colocando financeiramente o clube nos trilhos…Botafogo idem….Agora com Abad estamos no mesmo rumo….Que é o correto….Pensar no médio prazo e não fazer loucuras…Junto com esse belo trabalho na base….O que é melhor,trazer irresponsavelmente um Danilinho ou dar chance para um Marquinho Calazans?Não precisa nem responder….

  14. Alexandre Said Delvaux
    22 de junho de 2017 at 22:15 (2 anos ago)

    O CTVL merece ser tratado como como prioridade absoluta do FLUMINENSE. Não sei se é viável ou possível, mas penso na hipótese de se criar uma empresa para gerir a formação de atletas, que poderia ser capitalizada com recursos de sócios- investidores, garantindo ao FLUMINENSE a maior parcela do capital e aos investidores algum tipo de remuneração.

  15. Claudio
    22 de junho de 2017 at 22:17 (2 anos ago)

    Acho importante fazer uma correcao que a flapress ignora, assim como trocou a ordem dos julgamentos em 2013 para esconder que o flamengo que foi salvo.

    Foi a vitoria do Peter em 2011, e o titulo em 2012, de um cara do mercado, sem vicio politico, e o comeco da recuperacao do Flu, de xerem, das financas, que mexeu com os rivais, que decidiram seguir o mesmo caminho e eleger um cara vindo do mercado.

    Senao…cairemos na historinha da globo (mais uma) de como o time dela virou super referencia em tudo…assim como a historinha de que a lusa salvou o Fluminense em 2013, invertendo a ordem dos julgamentos.

  16. Alexandre Said Delvaux
    22 de junho de 2017 at 22:30 (2 anos ago)

    Um grande amigo, já falecido, dizia que os brasileiros jogam a semente da manga na janela ao entardecer e querem colher a manga pela manhã. Concordo com muita coisa que você disse, mas faço uma ressalva. As dificuldades financeiras não podem servir de muleta para justificar algumas coisas. Algumas coisas precisam avançar: o sócio-futebol, as ações de marketing, a conclusão do CT (juntando as duas coisas: por que não existem placas de publicidade no CT?), os cortes nos custos operacionais, o estudo sobre o uso racional e rentável do espaço do Estádio e de outras áreas do Clube etc. Enfim, não dá para ficar esperando a janela para fazer receita extraordinária!

  17. Fabio DB
    22 de junho de 2017 at 22:32 (2 anos ago)

    Exato!
    ST

  18. José Carlos F. da Costa
    22 de junho de 2017 at 22:35 (2 anos ago)

    Texto irretocável.

    A lamentar somente que, como dito em certo ponto do texto e alertado pelo colega Ricardo Ferreira, tudo pode virar pó conforme o resultado eleitoral.

    Sem dúvida, a vitória do Abad ano passado garantiu a permanência de um trabalho que inequivocamente vem dando certo.

    Fosse eu perguntado um milhão de vezes se prefiro o modelo unimed ou o modelo atual, um milhão de vezes respondo favoravelmente ao de agora.

    Vida muito longa à filosofia do Flu de fabricar talentos!

  19. Fabio DB
    22 de junho de 2017 at 22:47 (2 anos ago)

    Vivianne, como sempre, coerente com suas convicções..

    Sobre a pergunta … penso que “não tem resposta”… essa pergunta esteve no ar por 3 décadas. Até agora em 2017.

    Pela primeira vez em décadas nota-se essa preocupaçao … e indo ainda mais longe: Abad e Flusocio estão revolucionando não apenas o FFC, mas o futebol brasileiro ao mudar o processo de formação do elenco. Incluindo a forma das contratações.

    As pressões devem estar fortíssimas. Muitas das reclamações que vemos vem certamente desses contrariados.

    Se continuarem (eu acredito) coerentes com suas propostas, entrarão para a história do clube.

    ST

  20. Raul Fernandes
    22 de junho de 2017 at 23:08 (2 anos ago)

    Daronco foi o árbitro encomendado por Marco Polo Del Nero (cartola ligado ao Palmeiras e homiziado no Brasil, no alvo da Interpol) para levar o Verdão ao título da Copa do Brasil no ano passado contra o tricolor – pênaltis; acabar a partida antes da hora, justo no momento de um córner para o Flu, etc.

    Daronco faz parte da grande maioria de nossos árbitros, sempre do lado dos mais poderosos – possuem quase o mesmo nível (como sabemos) de ética.

  21. Fabio DB
    22 de junho de 2017 at 23:17 (2 anos ago)

    Concordo plenamente.
    A gestão do FFC e seus projetos passaram a ter alta complexidade. A continuidade com a Flusocio era além de certa, necessária.

    Nos debates ficou evidente a diferença abissal entre o projeto Abad e de Celso (absolutamente despreparado e claramente sem noção do q ocorria no clube) ou Mario (queria manter o “velho modelo”).

    ST

  22. Fabio DB
    22 de junho de 2017 at 23:21 (2 anos ago)

    Faz sentido.O objetivo se não é esse deveria ser quase.
    ST

  23. Fabio DB
    22 de junho de 2017 at 23:58 (2 anos ago)

    Exato…. para mim dentre as maiores ações do Peter foi desmontar a núcleo de poder liderado pelo Celso que era Unimed marketing acima de tudo…. do contrário estaríamos hoje arruinados.
    A importância do Peter só se explica, em detalhes, pessoalmente.
    ST

  24. Alexandre Said Delvaux
    23 de junho de 2017 at 1:12 (2 anos ago)

    E tem mais, essa cantada e decantada “revolução mulamba” se dá à custa do caminhão de dinheiro aportado pela globo (e por todos nós, afinal de contas, o crf não dá, na média, 3 pontos a mais de audiência na tv aberta, não é essa brastemp toda no ppv e, por isto, de certo modo, os outros clubes, ao admitirem esta situação, acabam subsidiando o crf).
    E mais, ouso dizer que uma parte disso é historinha e o tempo vai mostrar que novo Peter Drucker urubu está queimando o resto da grana da globo (vale lembrar que o sistema de distribuição de cotas mudou e a diferença só tende a cair, pois os clubes já perceberam que a globo quer favorecer os seus apaniguados, mas tem medo de perder os demais). O tempo vai mostrar se estou certo ou errado (os demonstrativos contábeis mulambos mostram extrema dependência às verbas da globo, um custo operacional absurdo e muitas dívidas…)

  25. Marcelo Fontoura
    23 de junho de 2017 at 3:43 (2 anos ago)

    Viviane, esses valores estão tendo chances de aparecer graças ao ABAD que LIMOU um time inteiro de BARANGAS do Peter, mesmo que pagando parte do nosso curto dinheiro para jogar em outro time. É aquela história… O problema de contratar jogador ruim é tê-lo no elenco é que o treinador uma hora vai precisar dele… Então é melhor ele nem estar aqui, pois abre brecha para Xerém. E nesse ponto, o Abad não ter cedido a pressão da Organizada, para trazer QQ 1 mesmo sem dinheiro, ganhou muitos pontos comigo… Pois ele teria feito igual ao Peter, sendo certo que isso foi o início do fim do Peter.

  26. Marcelo Fontoura
    23 de junho de 2017 at 3:47 (2 anos ago)

    Ele lá era o Capitão e Xerife. Fez ótimas partidas na Série B. Era adorado pela torcida.

  27. Paulo Cavalheiro - Santos - SP
    23 de junho de 2017 at 7:26 (2 anos ago)

    Cláudio, resultado da eleição foi “fifty fifty”, portanto há muita passionalidade e o esclarecimento, muitas vezes “vaza” para o ralo.

    Este novo projeto da Flusócio tem que ser perpetuado, imagine se tivesse lançado candidato em 2013 e se tivéssemos esta austeridade desde então.

    Teríamos agora um cenário muito bacana, mas segue o jogo.

  28. Paulo Cavalheiro - Santos - SP
    23 de junho de 2017 at 7:32 (2 anos ago)

    Muito legal o texto, mas entendo que deveremos ter alguns “problemas” nesta nova passagem, pois subiram muitos molekes para os profissionais.

    É ter paciência e entendimento, muita calma !! Alguns que estão elogiando abaixo, há pouco tempo estavam criticando geral, após algumas derrotas do Sub 20, é importante observar que temos um trabalho profissional.

    Parabéns ao Marcelo e toda equipe, vida longa e consistência a este pilar, imprescindível para o futuro do FFC.

  29. vivianne
    23 de junho de 2017 at 8:00 (2 anos ago)

    Faz sentido Fábio,
    Fiquei assustada com os valores q o clube deve a empresários, isso deve ser um círculo vicioso, e para romper com esse sistema tem q ter coragem, fora q uma máfia de empresários deve se formar e com isso dificultar contratações do clube q nao aderir ao esquema.
    Por isso creio q os resultados alcançados pelo Flu são muito bons nesse momento, como tb defendo a ideia de q a prioridade total tem q ser o brasileiro, o resto é consequência.
    Outra coisa q esperei uma vitória do time para comentar, sou obrigada a concordar tb com os q dizem q tem algumas pessoas q so entram no blog quando o time perde, realmente é verdade, o fluminense tem q estar acima de disputas políticas.

  30. vivianne
    23 de junho de 2017 at 8:12 (2 anos ago)

    Assim como sou crítica ao ex presidente Peter q como presidente é o responsável direto por tudo, tb nao posso deixar de falar da postura do MB, o mesmo tb tinha obrigação de vir a publico e dizer a nós torcedores o porque dos investimentos tao duvidosos no departamento de futebol, pois o q me parece o mesmo tinha uma certa autonomia para comandar o departamento.
    Ai começa a se comportar como se nao fosse co-responsável pelo desastre q foi o futebol do Flu nesse período.

  31. eduardo garcia lopes
    23 de junho de 2017 at 8:37 (2 anos ago)

    Será que conseguiremos ganhar algum dindim da Dryworld??neste momento seria uma benção

  32. Claudio Rodrigues
    23 de junho de 2017 at 9:11 (2 anos ago)

    Prezados,

    E se um Gerente da Coca-Cola publicasse a fórmula da Coca no Facebook? Mas o Fluminense não é a Coca-Cola… Ah bom!

    Saudações Tricolores!

  33. Ricardo Ferreira
    23 de junho de 2017 at 9:36 (2 anos ago)

    “A chegada do treinador Abel e do gerente de futebol Alexandre Torres, ambos formados na base do Fluminense, e que hoje estão a frente do futebol profissional do clube, foram o ponta pé inicial para colocar em prática uma nova ideia de futebol no Fluminense. Uma nova filosofia.”

    Confesso que não fico muito à vontade quanto ao papel de Abel Braga neste vital processo.

    Tenho a impressão, vejam é algo pessoal, que Braga não possui a flexibilidade, o senso de oportunidade, o “timing” adequado para o mais eficaz aproveitamento dos jovens atletas.

    Além de demonstrar uma propensão a levar a cabo experiências que não chegam a bom termo, o que revela insuficiência técnica, a par de sua vasta experiência no mundo do futebol.

    Temos também a notória questão de insistir com jogadores que à exaustão exibiram suas inutilidades.

    Observemos como lidará com a chegada do meia Luquinha e do atacante Peu.

    Torçamos para que tome decisões que conduzam nosso Fluzão ao êxito.

  34. Feliciano Lins
    23 de junho de 2017 at 10:09 (2 anos ago)

    Bom dia
    Abad está de Parabéns.
    Sobre o time atual só falta um cara para ser o ídolo.
    Vendo a transmissão do jogo será verdade o Maranhão tem proposta seria ótimo.
    Nada de patrocinador né uma pena.
    ST

  35. Fabio DB
    23 de junho de 2017 at 10:56 (2 anos ago)

    Penso que são duas coisas diferentes.

    Uma coisa é o processo. Parece nota 10.
    A outra coisa é a execução do processo. Nota 7 tecnicamente e nota 3 financeiramente.

    O processo é ótimo. A execução precisa ser melhorada e está melhorando, mas há pendências:
    1- está evidente, pelo visto nos jogos, que a seleção de jovens jogadores não é feita como deveria. Se fosse não teríamos jogadores da base com deficiências técnicas evidentes. Que viu o sub20 jogar sabe. Fomos surrados pelo Frameigo outro dia e outros vários jogos fracos. Dizer que “subiram” muitos para o profissional é um péssima desculpa para a escolha mau feita de jovens que estão no banco de reservas fazendo o que? Se são fracos? Quem selecionou jovem fraco:
    2- Como temos apenas 30-40 ou 50% dos direitos econômicos dos atletas… ??percentual muito baixo, para quem investe tudo. Empresário investe o que??? O jogo ainda está desbalanceado e injusto.
    3- Está evidente que dos mais de 100 jogadores sob contrato, apenas agora estamos conhecendo alguns mais rodados (como o Reginaldo, esse é reforço!). Estamos engatinhando ainda nisso. Devem ter outros. Se não tem condições, devem sair para reduzir custos. Não se pode pagar 120 jogadores e usar 30.

    Vamos elogiar o que deve ser elogiado. Mas não podemos esquecer que ainda temos muito que evoluir.

    ST

  36. Fabio DB
    23 de junho de 2017 at 12:01 (2 anos ago)

    Qdo olhamos para o Fluminense vemos o Fluminense.
    Tem que gente que olha pro Fluminense mas vê uma “suculenta Petrobras”. Mas juram que são tricolores apaixonadíssimos.
    ST

  37. Flavio Chammas
    23 de junho de 2017 at 12:07 (2 anos ago)

    Senhores

    É O QUE TEMOS, E É BOM, E VAI MELHORAR

    MUITO BEM ESCRITO, VALE A LEITURA

    “Eu acredito na rapaziada (por Walace Cestari – Panorama Tricolor)

    Valha-me o verde, qu’esperança não falta! Voltamos a vencer e o alívio bate à porta querendo nos descansar. Bem que alumbramentos não sejam bem-vindos, pois a vitória contra os surfistas não resolve todos os problemas que teimam em sobrevoar Laranjeiras.

    Inda assim, ficou atestado que este é um time de brios. E, como foi essa a promessa, satisfaço-me, homessa! O vozerio quer muito mais que os meninos têm pra dar, sorte nossa que Abel é inteligentudo e sabedemais de como falar com a molecada. O que o Flu tem de oferecer sempre é suor, é luta, é entrega. E isso, dobrem-se os críticos, é o que tem sobressaído.

    O estaleiro não para de receber as baixas do campo e assim é difícil demais se manter disputando lá em cima. Sejamos duros com nossas verdades: não viemos para alcançar as graças superiores neste ano. Nossos guerreiros ainda são infantes a buscar espaços. Ainda assim, nosso início fez-nos Ícaros. Antes que o sol queime toda a cera de nossas asas, é bom que passemos por sustos.

    Com todos os titulares à disposição, podemos ir bem e surpreender. Sem todos eles, estamos na média. Mais crus, entretanto. Mas é um time que vai sendo forjado no fogo das dificuldades. Quem entra precisa mostrar mais que uma estreia. A responsabilidade é uma flecha a transpassar o peito dos nossos meninos.

    Entre combalidas oscilações, ficamos quatro jogos sem vencer e, mesmo que apitadores tenham nos tirado dois pontos no clássico, não visitamos a parte de baixo da tabela. Uma vitória – programada, de fato – nos trouxe ao G6. É pelo meio que devemos ficar durante o campeonato, não façamos da ilusão nossa consorte.

    E como a verdade está no meio, é fundamental que, nos momentos críticos – como este em que nos faltam as melhores peças – nos mantenhamos à beira da sopa. Ainda que esfrie, as beiradas são caminhos para o centro. Os guerreirinhos sempre se superam em vontade e em determinação, isso, azeitado e encorpado, pode nos levar a lugares melhores.

    Abel olha por nós e merece nosso acalanto. Os apupos não nos levarão adiante. Tire pelo menino Richarlison: se queria ir, não sei; mas, de fato, quer mostrar que está comprometido. Tanto que se mostra ansioso por marcar, por reconhecimento. E corre, e se atira, e se doa, e se desdobra… Tudo por nosso olhar, por nosso grito, por nossas palmas.

    Apoiemos. É o papel que nos cabe. A rapaziada de Xerém tem se colocado à prova e tem se portado com valentia. Vemos no suor que escorre ao final dos jogos, vemos nas lágrimas que umedecem os olhos do comandante Abel. O jogo contra o São Paulo é difícil demais. Um gol sofrido não vai me abater, eu não vou deixar de cantar. Sabe por quê? Porque eu acredito é na rapaziada.

    Panorama Tricolor”

  38. Flavio Chammas
    23 de junho de 2017 at 12:10 (2 anos ago)

    Sem polemizar, mas para um bom debate:

    Quem vc acharia em condições de tocar o projeto atual, sem grana e sem perspectiva de curto prazo?

    Também tenho criticas ao Abel, por algumas teimosias, mas num grupo pequeno, sem experiencia, com garotos em formação, só um cascudo como ele.

  39. Flavio Chammas
    23 de junho de 2017 at 12:15 (2 anos ago)

    Fabio vc está impaciente, o projeto é recente.

    Hoje qualquer jogador que chega já vem com empresário e direitos fatiados.

    Se vc não concorda, tem outros times que aceitam.

    Nossa seleção é boa, muito boa, deu frutos recentes, otimo faturamento.

    Veja com bons olhos, é a nossa salvação.

    Se não fosse a base , veja o time:DC ou JC
    Renato, Gum RChaves ??????
    Pierre , Marquinho, Orejuela, Sornoza,
    Dourado maranhão

  40. Fabio DB
    23 de junho de 2017 at 12:30 (2 anos ago)

    Eu vejo com ótimos olhos = falei nota 10. Sempre elogie aqui.

    Só que precisa evoluir. Como tudo na vida. Então, nota 7 tecnicamente (jogadores) e nota 3 financeiramente. Pois a relação com os empresários tem que mudar. Se já vem fatiado molezinha para empresários, tchau!

    Não entendo como se vê naturalmente essa relação negativa para o clube. Não há matemática financeira que justifique esse negócio. É a tal parceria CARACU. O empresário entra com a CARA.

    O Barcelona, por exemplo, não aceita isso. Lá é 80% para cima do clube. Por que será que no Brasil os clubes estão falidos??

    ST

  41. Claudio Rodrigues
    23 de junho de 2017 at 13:40 (2 anos ago)

    Sim… Esse rapaz é muito bom, a questão é que ele “adora” dar palestra sobre Xerém também. É reincidente.

    Saudações Tricolores!

  42. Flavio Chammas
    23 de junho de 2017 at 14:36 (2 anos ago)

    Senhores

    Hoje só copie e cole , pois estão escrevendo bem.

    VALE A LEITURA, É HISTÓRIA VIVA

    Em post, jornalista faz rasgados elogios ao trabalho de base do Flu: “Começou em 2011”
    Profissional de comunicação destrincha o projeto

    Pedro Venâncio, responsável pelo blog “Na base da bola”, hospedado no site Globoesporte.com, fez muitos elogios ao Fluminense. O jornalista enaltece o trabalho desenvolvido pelo clube em sua base. Segundo ele, a mudança positiva no método foi iniciada em 2011, no começo da gestão Peter Siemsen. Confira, na íntegra, o texto:

    A vitória sobre o Avaí e a boa campanha do Fluminense no Brasileirão até o momento acenderam de vez os holofotes sobre a base do Tricolor, que já colocou 18 jogadores formados por ela em campo (incluindo Gustavo Scarpa, Mateus Norton e Lucas Fernandes, que jogaram por equipes profissionais antes de chegarem ao Flu). A história parece recente sim, mas não é. E merece ser contada passo a passo, com seus acertos e erros.

    O primeiro desses passos é o início da gestão Peter Siemsen, em 2011, e a chegada de Fernando Simone para a base (e pouco depois de Marcelo Teixeira para os profissionais). Ali, passou-se a investir mais em Xerém novamente (a situação da casa da base tricolor em 2010 era lamentável e foi feita uma reforma). O investimento na base passou a ser mais pesado, e a observação de atletas, muito mais intensa com a chegada de Ricardo Correia, chefe do departamento de scouts do clube até hoje. Para a coordenação da base, foi trazido Jorge Macedo, do Internacional, e depois, com a saída dele, veio Klauss Câmara, então no Cruzeiro.

    Neste período, o time de juniores foi extremamente reforçado. Vieram nomes como Fabinho, então desconhecido lateral-direito do Paulínia, que foi vendido um ano depois e hoje é um dos volantes brasileiros mais valorizados na Europa, atuando pelo Monaco. Chegaram também Michael, centroavante vindo do Rio Preto, Higor Leite, do Internacional, e Eduardo, do Fortaleza.

    Com esses reforços, mais a base que já existia (2011 é o marco do início da mudança, não o início da história), o Flu chegou na final de todas as competições de juniores que existiam no Brasil na época: a Copa São Paulo, a Taça BH (então sub-20) e a Copa RS. Perdeu as três, é verdade, mas essa base dos juniores compôs com qualidade o elenco campeão brasileiro de 2012. E há “resquícios” desse início de trabalho ainda no clube, como a presença de Marcos Júnior nos profissionais.

    A tão desejada continuidade foi dada, e nos anos seguintes o Fluminense seguiu captando e revelando bons jogadores. Do Nova Iguaçu, veio Biro Biro. Do futsal do próprio clube, vieram Gerson, Kenedy e Douglas. Marlon, dispensado do Vasco, chegou como volante, virou zagueiro e decolou, embora fosse reserva da dupla Gum e Henrique quando foi embora para o Barcelona. O Flu nadava de braçada no Rio de Janeiro, foi bicampeão estadual sub-17 e sub-20 e campeão brasileiro sub-20 em 2015, já com outras pessoas no comando.

    Um hiato desse período foi durante a presença de Mário Bittencourt como diretor de futebol. Pouco entusiasta em relação ao uso base, Bittencourt apostou na contratação de jogadores mais rodados. Com Levir Culpi no ano passado, a garotada seguiu sendo pouco utilizada, exceto os que já haviam se firmado, como Gustavo Scarpa e Wellington, de volta da Espanha após seis anos. Na base, o Flu inovou e lançou um projeto internacional com o Samorin, novamente idealizado por Marcelo Teixeira, além de diversos empréstimos de jogadores da base.

    Veio 2017, o dinheiro acabou e apenas um jogador, o lateral-direito Lucas, foi contratado, além das chegadas de Sornoza e Orejuela, trazidos ainda em 2016. Era, e é, a hora de botar um trabalho de pelo menos cinco anos à prova, e as coisas, por enquanto, andam bem. Wendel ganhou a posição de titular, Marquinhos Calazans, que em certos momentos tinha pouquíssimas chances na base, evoluiu lá fora e hoje luta por uma vaga no onze inicial. Mascarenhas, que é um bom lateral (mas nada espetacular), fez um golaço contra o Avaí. A garotada não faz feio.

    A história é parecida com a do Santos, em 2002, que ficou em oitavo lugar no que seria um turno do Brasileirão (e depois embalou no mata-mata). É mais parecida ainda com a do Santos de 2013, quando a saída de Muricy Ramalho com o time perto da zona de rebaixamento e a venda de Neymar fizeram com que boa parte da imprensa cravasse a queda santista. Veio Claudinei Oliveira, veio a molecada campeã da Copinha e o time terminou o Brasileirão em sétimo. O Corinthians de 2004, sob o comando de Tite, ficou em quinto lugar com um time de moleques como Jô, Coelho e Betão, entre outros.

    Poderiam ser citados o Internacional, que em 2015 foi à semifinal de uma Libertadores com um time quase todo sub-23 (reforçado por D’Alessandro e Nilmar), e lá fora o Monaco semifinalista da Liga dos Campeões e campeão francês tem uma equipe muito jovem, com alguns nomes experientes pontuais, como Falcao. Não se trata aqui de advogar pelo uso exclusivo de garotos da base, mas sim de dizer que, com um trabalho bem feito e inteligência, é possível sim montar equipes competitivas com menos dinheiro do que os adversários, e valorizando o que se forma em casa.

    O trabalho na base do Fluminense está longe de ser perfeito. São necessárias ainda melhorias estruturais em Xerém (embora já tenha havido avanços), e os perfis de jogadores para algumas posições ainda não são os ideais, na visão do blogueiro (e ninguém é obrigado a concordar com isso). Um exemplo disso é a dupla de zaga formada por Nogueira e Reginaldo, que vem atuando bem e atende a um jogo reativo, em padrões nacionais, mas não constrói jogadas como hoje o altíssimo nível do futebol europeu pede a um zagueiro.

    E no sub-20 a escolha é por zagueiros altos também, eficientíssimos no jogo aéreo, mas novamente um pouco abaixo nesse perfil de construir jogadas de trás. Nos jogos da equipe, fica claro que não são estimulados a sair jogando quando o goleiro Yuri dá chutões em tiros de meta na maioria das vezes.

    Mesmo os atacantes de lado de campo do Flu ainda precisam se firmar como grandes jogadores lá fora, e isso é importante para um clube que gera boa recenta vendendo jogadores. Gerson e Kenedy, muito bem vendidos, são vistos como problemáticos em seus clubes, e Robert, outrora promessa de craque (realmente jogou muita bola na base), hoje está no banco de reservas dos profissionais. Ramon e Paulinho, também vistos como grandíssimas promessas um dia, não evoluíram como o esperado nos juniores, que passam por um momento conturbado com duas demissões de treinadores em seis meses. No sub-17 e no sub-15, as coisas têm sido mais bem sucedidas.

    Ainda assim, com esses problemas, a história do Flu na base recente é de sucesso. Um pouco aumentado por um marketing em cima de Xerém que às vezes soa excessivo (visto que formação e captação se complementam), mas um caso que poderia inspirar várias equipes do Brasil com problemas financeiros. E se esse time mantiver o atual ritmo, será um tapa com luva de pelica na cara dos Nostradamus de plantão que vaticinavam a queda completa do clube após a saída da antiga patrocinadora, que definitivamente não eram poucos.”

  43. Fábio Barbosa de Araújo
    23 de junho de 2017 at 15:06 (2 anos ago)

    Tricolores,

    Parece que o projeto de estádio próprio do Fluminense enfrentará um fator complicador adicional. No entanto, apesar de toda a complexidade e da dificuldade óbvia que o interesse do Flamengo nos coloca, acho que é possível encontrar um arranjo em que todos possam ganhar, em um jogo de soma positiva.
    Parece que o grande interesse do Flamengo é assumir a gestão do Maracanã, ao mesmo tempo em que constrói um estádio próprio e menor na Gávea. O Parque Olímpico seria para eles uma opção second best. Para nós, por outro lado, o Parque Olímpico é a melhor solução possível.

    Do outro lado, temos o interesse do Governo do Estado em dar uma destinação ao Maracanã. E temos a Prefeitura do Rio, que parece disposta a viabilizar os estádios de Fla e Flu, em troca do capital político que isso pode gerar.

    O jogo político é dinâmico, intricado, cruel e nada leal, mas é preciso jogá-lo. Por esse motivo, é imprescindível construir uma boa estratégia.

    Nesse caso, parece que a melhor opção seria se unir ao Flamengo para pressionar o Governo estadual por uma nova licitação do Maracanã, eventualmente até formando um consórcio com eles, em troca do apoio deles ao nosso projeto no Parque Olímpico. Isso permitiria ao Fla viabilizar sua solução prioritária e os tiraria do nosso caminho.

    Hoje o Flamengo está muito mais fortalecido que nós e, se não há como derrota-los, devemos fortalecer posição para chegar a um arranjo mutuamente satisfatório. Claro que devemos tomar cuidado com o Flamengo pois, se eles vislumbrarem chance real de ganhar tudo, vão investir nessa jogada. Daí a necessidade de ganhar e manter posição que permita negociação.

    Sei que o grupo considera Laranjeiras inviável. Sem discutir os méritos, parece que montar e apresentar um projeto de estádio em Laranjeiras pode ser usado como carta na manga, um blefe: afinal, se autorizaram o Flamengo a construir na Gávea, o Flu deveria poder construir na sua sede.

    Isso pressionaria a Prefeitura do Rio, que se verá chamada a atender a demanda do Flu e criar um problema com moradores de parte da Zona Sul, ou atender a estes e criar problema com a torcida tricolor. Em ambos os casos ela poderia sair perdendo politicamente.

    Enfim, foi o que conseguir pensar no momento. Um texto que saiu imenso, não sei se alguém vai ler e se terá alguma utilidade, pode ser que eu esteja sendo extremamente simplista e ingênuo, mas se quiserem debater, estou aberto a críticas diversas.

  44. Claudio Souza
    23 de junho de 2017 at 16:29 (2 anos ago)

    A verdade é que a gente não sabe de nada (e não é pra saber mesmo, já que se trata de uma questão estratégica para o clube, cujo sucesso depende de sigilo).

    Qualquer especulação é inútil. Vamos aguardar os acontecimentos.

    ST

  45. Claudio Souza
    23 de junho de 2017 at 16:32 (2 anos ago)

    Não virá. Se vier, dará uma explicação esfarrapada. Todo mundo, no fundo, sabe o que aconteceu.

    ST

  46. Deiny
    23 de junho de 2017 at 16:58 (2 anos ago)

    Muito esclarecedor o texto! Parabéns ao Marcelo Teixeira!

    Só discordo da parte que coloca a perda do estadual na conta da arbitragem. Não podemos esquecer da falha individual no primeiro jogo. Se taparmos o sol com a peneira continuaremos a ter no elenco jogadores que não tem condições de vestir a camisa do Flu.

    ST.

  47. Marcelo Fontoura
    23 de junho de 2017 at 17:26 (2 anos ago)

    Detalhe… Contrato de 4 anos que ele RENOVOU. Mas na gestão Peter, que não pode ser isento pois era o mandatário.

  48. Fabio DB
    23 de junho de 2017 at 18:52 (2 anos ago)

    Pelo que entendi, Maracanã só é viável se administrado diretamente por Flu e Fla…. se colocarem um intermediário, acabou ..

    ST

  49. vivianne
    23 de junho de 2017 at 19:24 (2 anos ago)

    Cara Deise,
    Nao sei se já acompanhou o q escrevo aqui no blog, sou fluminense acima de tudo, meu único compromisso é com o crescimento do clube.
    Como falei no post nao tenho nenhum problema em reconhecer o q é bem feito e aplaudir, por que o Flu esta ganhando com isso, nao tenho oposição a pessoas, apenas a atitudes.
    Creio por experiência q já tive em algumas situações na vida ,q a posição de comando nao e para qualquer um, ate porque se fosse so existiriam comandantes e nao comandados, e nao ter perfil de comando nao é nenhum demérito, porque a pessoa pode ter outro perfil q se encaixe mais.
    Acho q na minha opinião foi o q ocorreu com o ex presidente, porem nao se pode negar os acertos q foram realizados na gestão, mais creio q a gestão Abad, até pelo perfil q descrevi acima será muito superior, ou melhor já esta sendo.
    Obrigado pela oportunidade de ter um debate de nivel elevado, e desculpe se as vezes passo dos limites, o lado torcedora as vezes fala mais alto💋💋💋💋!!!

  50. Alexandre Magno Barreto Berwan
    23 de junho de 2017 at 19:44 (2 anos ago)

    Xerém e a Torcida Tricolor são dos dois maiores ativos do Fluminense Football Club.
    Inclusive por isso o mal está trabalhando desde 2010 para tirar a nossa torcida dos estádios, notadamente do Maracanã, que adorariam que fosse entregue para o clube que foi privatizado na segunda metade da década de 1970 por aquela rede de comunicação, sua verdadeira dona na penumbra do futebol.

  51. vivianne
    23 de junho de 2017 at 19:51 (2 anos ago)

    Concordo com vc, mais vamos apoiar e tocar em frente, posso nao concordar com tudo, mais ate o momento Abad e flusocio estão merecendo nosso apoio.

  52. eduardo garcia lopes
    23 de junho de 2017 at 20:27 (2 anos ago)

    Maracanã =elefante branco

    Muito dispendioso/
    Veja o fra com seu ninho na ilha botou somente 13 mil/ em tempos normais de economia aquilo encheria

    Acho a proposta do engenhão boa/ junto com Edson Passos/

    Maracanã nem RM nem Barça aguenta

  53. Valmir Carvalho da Silva
    23 de junho de 2017 at 20:36 (2 anos ago)

    Os mulambos não deveriam saber de nada antes que tivéssemos costurado um acordo concreto com a prefeitura. Mas os notflu foram lá e divulgaram na mídia. Esses caras só dão bola fora.

  54. Alexandre MPS
    23 de junho de 2017 at 20:45 (2 anos ago)

    Ótima explicação sobre o trabalho de base do Fluminense e o investimento
    no STK Samorin. Mantendo-se o profissionalismo a ponto de não estragar a
    continuidade do projeto e diminuindo a influência negativa de
    empresários junto aos atletas, muitos frutos bons serão colhidos (como
    bem explanado, em determinado prazo).
    O meu comentário se estenderia ao jogo de quarta, mas paro por aqui antes que a droga do Disqus bloqueie meu comentário por achar que é spam.
    ST

  55. Francisco Fraga
    23 de junho de 2017 at 20:57 (2 anos ago)

    e mais viável ficarmos entre Engenhão e Edson Passos a parceria entre flu e Bota pelo Engenhão acho boa Flu fica com bilheteria e Bota com bares e estacionamento a um aluguel de 100 mil.jogos contra chapeco,Vitoria,Ponte,Atletico GO seriam em Edson Passos e classicos regionais no Engenhão.

  56. Francisco Fraga
    23 de junho de 2017 at 21:04 (2 anos ago)

    Marlos Freitas voltou espero que Abel lhe de oportunidade no time coisa que Levir não fez ano passado jogador se detacou jogando nos EUA.em2015

  57. Fábio Barbosa de Araújo
    23 de junho de 2017 at 23:34 (2 anos ago)

    Valmir, um projeto desses, que transita pela Prefeitura e passa por politicos, não era do conhecimento deles? Acho dificil pensar assim. Até porque até o Abel falou em projeto de estádio ANTES da noticia. Qualquer jornalista apuraria.

  58. Fábio Barbosa de Araújo
    23 de junho de 2017 at 23:36 (2 anos ago)

    Realmente é dificil Claudio, pois de fora não sabemos em que pé está cada situação (Gávea, Maracanã, etc). Só acho que com uma boa estratégia da pra destravar esse nó. Talvez eu esteja so falando mais do mesmo no vazio, mas achei importante expressar.

  59. Fábio Barbosa de Araújo
    23 de junho de 2017 at 23:38 (2 anos ago)

    Politicamente, financeiramente, administrativamente…não dá pra vencer uma disputa direta com eles hoje. Só nos resta nos defender e negociar para construir um arranjo em que os interesses deles sejam atendidos sem prejudicar os nossos.

  60. Fábio Barbosa de Araújo
    23 de junho de 2017 at 23:40 (2 anos ago)

    13 mil é quase a capacidade maxima.

    Talvez eu esteja errado, mas os custos do Maracanã poderiam ser barateados sem a Odebrecht, que tem contratos longos e onerosos com prestadores de serviços envolvidos na operação.

  61. Sergio Binda
    24 de junho de 2017 at 0:36 (2 anos ago)

    Exato Fábio… é preciso separar as coisas. O trabalho feito na base é muito importante e vem nos mantendo com um grau de competitividade aceitável ao longo do ano. Entretanto, a geração do sub 20 atual é fraca e tinha como seu único destaque o Mascarenhas que acaba de subir. Nossos goleiros falham em fundamentos básicos e nossos zagueiros, incluindo o Frazan são fracos. Dos juniores que sobraram, ainda assim da geração mais antiga, e que me agrada resta o Guilherme, que fazia dupla de volante com o Wendel.

    Outra coisa, nossos jogadores não adquirem a massa muscular necessária para o futebol de hoje e muitos apresentam erros de fundamento inaceitáveis.

    Não criticamos por criticar, ou será que é normal perder um fla flu de 3 a 1 e o outro de 4 a 0 na sequência? Sendo que o 3 a 1 eu vi e foi deprimente.

    No mais este trabalho deve ser apoiado e o que foi feito até o momento aplaudido, sabendo-se que pode ser melhorado.

    ST

  62. Sergio Binda
    24 de junho de 2017 at 0:50 (2 anos ago)

    Quando Reginaldo e Nogueira falharam contra o Nova Iguaçu eu os defendi nos comentários pos jogo. E digo mais, o Reginaldo consegue dar uns lançamentos bem interessantes para nosso ataque. Continuo achando um jogador muito interessante.

    Acho que devemos ter paciência com o Nogueira. Vejam que o Reginaldo já vai fazer 25 anos. O Nogueira caminha pra 22. Esta diferença de idade no futebol é importante.

    ST

  63. Alexandre Said Delvaux
    24 de junho de 2017 at 9:35 (2 anos ago)

    Enfim, o FLUMINENSE, ainda que de maneira tímida, através de um dos seus mais importantes dirigentes, admite a revitalização do Estádio das Laranjeiras. Acho que este é um tema relevante e deveria mobilizar toda a torcida Tricolor. Espero que as coisas evoluam.

  64. Sergio Binda
    24 de junho de 2017 at 14:56 (2 anos ago)

    Nova derrota para o Urubu no sub 20 e novo frango de nosso arqueiro!!!

    St

  65. eduardo garcia lopes
    24 de junho de 2017 at 15:51 (2 anos ago)

    Caio Martins em Niteroi pode ser uma alternativa

  66. Valmir Carvalho da Silva
    24 de junho de 2017 at 15:54 (2 anos ago)

    Paulo, ele só falou a verdade. Começa a construção e ele já será nosso. Sem correr riscos com os antiéticos da Gávea.

  67. Davi Carvalho
    24 de junho de 2017 at 16:14 (2 anos ago)

    Ele está falando a verdade, a insegurança deve ser porque o clube vive um momento financeiro ruim, por isso a diretoria não deve estar tão mobilizada ainda na causa.

  68. Marcelo Fontoura
    24 de junho de 2017 at 16:35 (2 anos ago)

    Desculpe , mas mais de 20 mil não é tão comum não… E ter estádio caldeirão com essa arbitragem hoje em dia em fundamental. Elefante branco não serve. Se for o caso jogamos no Engenhão ou no Maracanã quando o jogo for previsão de público muito grande.

  69. Cesar Castello Branco Martins
    24 de junho de 2017 at 17:44 (2 anos ago)

    Marcelo, o q eu quero dizer é q é um investimento enorme construir um estádio. E já estamos com dificuldades. Se não será um estádio com a grandeza q nosso clube merece, pelo menos q evite prejuízos. E desta forma não evitará. Pq qd tivermos públicos entre 19 e 26 mil pagantes no Maracanã nós teremos q arcar com novos prejuízos. Por isso esta configuração é inadequada.

  70. Claudio Souza
    24 de junho de 2017 at 18:27 (2 anos ago)

    A divulgação em detalhes do projeto de estádio no Parque Olímpico, pelo Pedro Antônio, ao meu ver, teve como claro objetivo fazer com que a torcida pressione a administração, forçando-a a abraçar e apoiar o projeto.

    Talvez a entrada do Flamengo na jogada tenha motivado essa atitude do Pedro Antônio, que precisa do envolvimento do Abad para que não se ponha a perder tudo o que foi idealizado até agora.

    Só acho que essa matéria não caiu nada bem para a administração. Nunca é bom pra nenhuma instituição ter suas divergências internas expostas.

    Como torcedor, é claro que desejo que o clube comece logo a trabalhar na construção da sua casa, mas não tenho informações suficientes para tomar partido, seja do Pedro Antônio, seja do Abad.

    Agora, o que mais gostei foi da postura do PA ao dizer que não admitirá clube hegemônico na cidade. Arrebentou !

    ST

  71. Fabio DB
    24 de junho de 2017 at 19:39 (2 anos ago)

    Com todo respeito…. seu levantamento de dados está incorreto….22 mil está mais do que bom…. 90% dos jogos.
    Ficaria o Maraca apenas para jogos de grande apelo.
    ST

  72. Fabio DB
    24 de junho de 2017 at 19:47 (2 anos ago)

    Exato!!
    ST

  73. Fabio DB
    24 de junho de 2017 at 19:59 (2 anos ago)

    Não creio que esse comunicado do PA seja uma ação isolada. Esperemos.

    Gostei do tamanho realista. Maior do que isso vira vaziao e não caldeirão.
    ———

    Amanhã jogo duríssimo. SPO vem jogando bem, mas errando nas finalizações. Q continue assim.

    Parece que o W. Silva viajou. Estamos precisando demais de criatividade na frente. Torço para o Scarpa ter um pouco mais de calma e acerto nas finalizações também.

    ST

  74. Fabio DB
    24 de junho de 2017 at 20:01 (2 anos ago)

    Eu não pude ver…. como foram os jogadores individualmente?? Bem?
    ST

  75. Feliciano Lins
    24 de junho de 2017 at 20:54 (2 anos ago)

    Boa noite,
    Temos que esperar o Presidente falar sobre esse estádio, não seria tão fácil assim construir. Não conseguimos nem patrocínio para a camisa como vamos conseguir um para erguer o estádio.
    Tomara que não seja um racha na Diretoria porque essa declaração foi estranha.
    E amanhã mais 2 x 0 para nós.
    ST

  76. Humberto Margon Vaz Filho
    24 de junho de 2017 at 21:06 (2 anos ago)

    Meu caro… Você ainda não entendeu, é uma questão de proporcionalidade. O maracanã dá prejuízo por que é um estádio para 80 mil pessoas. O custo para usar 20% da sua capacidade é o mesmo que o de usar 70% ou 100% da capacidade, vai dar prejuízo.
    Ao contrário de um estádio que é feito pra receber 22 mil. O custo será sempre para usar 70% ou 100% da capacidade.
    Ninguém em sã consciência (principalmente um cara como PA) vai fazer um estadio pra dar prejuízo.
    Eu acho apenas que o projeto poderia prever um aumento de capacidade. O Engenhão e a Arena da Baixada forma feitos assim. Talvez com um espaço para aumentar provisoriamente como foi o Itaquerão para a Copa.
    De qualquer forma é importante se ter logo um documento cedendo o espaço e depois se fazer um projeto final.
    ST

  77. Sergio Binda
    24 de junho de 2017 at 21:07 (2 anos ago)

    Fábio… só vi o melhores momentos, que, aparentemente, mostram um domínio do Flu, pois perdemos gols claros. Sem dúvida o trabalho de Xerem é bem feito, mas o que me incomoda é a recorrência de defeitos há anos sem que haja uma correção, a saber:

    – nossos goleiros vivem falhando e com isto vem a derrota. Aconteceu hoje … de novo.

    – insistimos com jogadores franzinos. Para isto dar certo no futebol de hoje o cara tem de ser muito diferenciado.

    – nosso preparo físico. É esquisito desde a base. Não é possível que em dois jogos seguidos o Mascarenhas saia com caimbras. Parece que no jogo de hoje nosso time morreu no quarto final do jogo.

    Não é criticar por criticar, mas são erros que com um acompanhamento profissional de qualidade não deveriam ocorrer com tamanha frequência.

    Temos um bom trabalho na base, mas podemos para melhorar.

    ST

  78. Cesar Castello Branco Martins
    24 de junho de 2017 at 21:38 (2 anos ago)

    Vamos jogar aonde qd tivermos jogos com apelo para 25 mil, 30 mil ou 35 mil pagantes?

    a) Estadio idealizado pelo Pedro Antonio? Não cabe!
    b) Maracanã? Ou dará prejuízo ou um lucro menor do q se fosse realizado num estádio próprio que comportasse tais públicos; e com mais da metade do estádio vazio.
    c) Engenhão. Vamos continuar rodando de estádio em estádio e pagando aluguel pros nossos rivais.

    Concordo que se for desse tamanho hoje e sua estrutura permitir aumento futuro quando as finanças estiverem melhores pode ser um caminho. Mas senão ainda não me parece a melhor ideia.

  79. andre fahr
    24 de junho de 2017 at 21:38 (2 anos ago)

    Falando dessa maneira parece que essa rapaziada não teve nenhuma participação na crise financeira do Fluminense. O Abad era presidente do conselho fiscal, ele no mínimo foi omisso na gestão Peter.
    Eu acho correta a postura do Pedro Antônio, se não pressionar a têndencia da diretoria do Flu é sempre permanecer inerte.

  80. Daniel Bastos
    24 de junho de 2017 at 22:08 (2 anos ago)

    A verdade q Pedro Antonio quis ganhar os louros da divulgação do estádio e fez uma adas maiores cagadas da história.
    O nosso rival, que até então queria o Maracanã e estava com projeto na Gavea, abandonou tudo e entrou na briga pela ideia.
    Só esqueceram de avisar ao Flu, que a Patricia Amorim está n governo Crivella.
    Eventual disputa pelo espaço , que ficará com o estádio?
    Teoria da conspiração?
    Aguardaremos cenas do próximo episódio

  81. Jefferson Alvares
    25 de junho de 2017 at 2:03 (2 anos ago)

    Prezado Fabio,

    Ao contrário, o melhor cenário para o Flu seria a Lagardère assumir ou outro operador.

    O Maraca somente é viavel com um operador especialista em arenas e em geração/promoção de rendas extras (ex. Shows).

    Somente o futebol não sustenta mais estádios como o Maraca.

    ST

  82. Ricardo Ferreira
    25 de junho de 2017 at 8:53 (2 anos ago)

    Por mais de uma vez já externei minha posição nesta questão dos “professores” itinerantes. É enfadonho ficar me repetindo.

    Não faria nenhum sentido sacar Abel Braga neste momento.

    Continuarei a criticar aquilo que entender ser equivocado em seu trabalho, mas sobretudo estarei sempre torcendo para que ele tome as melhores decisões para o Fluminense.

  83. Ricardo Ferreira
    25 de junho de 2017 at 9:17 (2 anos ago)

    Penso que qualquer projeto de um estádio para o Fluminense deva partir de uma capacidade para 35 mil pessoas, e necessariamente com possibilidade de expansão.

    Estar bem próximo de estações de trem e/ou metrô é algo desejável.

    Defendo um processo aberto para sugestões arquitetônicas.

    Um empreendimento desta magnitude não pode ter como porta-voz ninguém mais que o presidente do Fluminense.

    Qualquer realizador é muito bem-vindo nesta gigantesca tarefa, mormente aqueles que já provaram sua capacidade em trabalhos semelhantes. Convergir todos os fatores, todos os meios, todas as pessoas para esse fim é o que deve ser feito. Com comedimento, com perspicácia negocial.

    Avante Fluzão!

  84. Paulo Cavalheiro - Santos - SP
    25 de junho de 2017 at 10:22 (2 anos ago)

    Time jogou bem e agrupado, perdemos dois gols no início e logo depois tomou o gol do Meigo, mais um frangaço do Yuri.

    Apertamos até o final, mas dando o contra ataque, perdemos mais gols e o Meigo também perdeu duas chances.

    João Vitor (substituto do Mascarenhas – 99), Zé Ricardo (volante – 99) e Evanilson (17 anos) foram os melhores.

    Agora complementando seu comentário abaixo, trabalho no CTVL é excelente, mas realmente precisa-se de ajustes, entendo que temos vários pontos, mas o “conceito” é profissional.

    Da mesma forma vejo o Flu Samorin, que ainda é um bebê, esperando para ver quem vamos enviar em 2017. A primeira indicação do Matheus Pato é muito bacana, este moleke tem potencial, Pedro era banco dele.

    Melhores momentos :

    https://www.youtube.com/watch?v=Pee1s2mBctE

  85. eduardo garcia lopes
    25 de junho de 2017 at 10:34 (2 anos ago)

    É jogo para vencer/ nada de ressuscitar defuntos como de outras vezes

    Quero esses 3 pontos; o Santos perdeu ontem

  86. Paulo Cavalheiro - Santos - SP
    25 de junho de 2017 at 10:34 (2 anos ago)

    Daqui há pouco subindo a serra para ver o Fluzão.

    Uma vitória nos coloca no G4, caso Faísca e Coxinha não ganhem.

    E depois a Chape em casa, grandes possibilidades de darmos uma subida bacana.

    Ave FFC !!

  87. Paulo Cavalheiro - Santos - SP
    25 de junho de 2017 at 10:57 (2 anos ago)

    Arena Fluminense é um projeto muito sério, muita calma nesta hora, nada de precipitação e emergência e sim de cautela, austeridade e retidão.

    Um grupo de trabalho que tenha capacidade técnica e tempo para avaliar consistentemente todas as variáveis e diretrizes do projeto em relação a localização, transportes, investimentos, remuneração dos investidores, prazos, dívida, “naming rights”, capacidade e possibilidade de expansão, projeção de público, impacto na associação de torcedores, engajamento da torcida, administração e custos operacionais da arena, empreendimentos adjacentes, receitas indiretas, Maracanã, etc. e etc……..

    Saliento, que após a tomada de decisão, é um equipamento perenal, que será “aproveitado” durante muitos anos, isto é irreversível ou então um tremendo prejuízo.

    E paralelamente não podemos “esquecer” de Laranjeiras, um patrimônio e ativo muito valioso, que não pode deixar de “contribuir” neste momento, que receitas extraordinárias são imprescindíveis para sairmos do deficit financeiro.

  88. Paulo Cavalheiro - Santos - SP
    25 de junho de 2017 at 11:17 (2 anos ago)

    Estes são os grandes negócios do passado, jogador quer ir para o exterior e ainda “pagamos” na rescisão e ainda temos um opositor, que concorreu a presidência advogando contra o clube, isto é a nossa “pobre” oposição :

    Flu é alvo de cobrança por atrasos na comissão de agente de Victor Oliveira. Quase R$50 mil são cobrados do Tricolor das Laranjeiras.

    ” Desta maneira, o clube recebeu uma intimidação para apresentar sua defesa em 10 dias. Vale lembrar que o atleta rescindiu com o clube em agosto de 2016 quando se transferiu para o Sheriff, da Moldávia. Ex-candidato à presidência do Fluminense, Pedro Trengrouse faz a defesa do caso para o staff do jogador. “

  89. Rodrigo
    25 de junho de 2017 at 12:01 (2 anos ago)

    Qtas vezes o Flu joga pra mais de 30 mil (q não seja clássico). Duas, três vezes ao ano. Então manda pro Maracanã. Simples.

  90. Claudio Souza
    25 de junho de 2017 at 12:19 (2 anos ago)

    Vendo Mulato Véio x Patético Goianiense. Breno Lopes na lateral-esquerda do burro-negro goiano. Recordar é sofrer !

    ST

  91. MARCO ANTONIO DA SILVA
    25 de junho de 2017 at 12:24 (2 anos ago)

    passando so pra parabenizar a mulambada pelos 22 anos do gol de barriga [25.06.1995]
    s.t.

  92. Sergio Binda
    25 de junho de 2017 at 16:24 (2 anos ago)

    Pior início de jogo do Flu. Scarpa e Wendel horríveis!!! Parece que estes jogadores estão de sacanagem hoje… não ganhamos uma dividida!!

    Já vi que vai ser daqueles jogos que não vai dar nem pra torcer!!!

    ST

  93. Sergio Binda
    25 de junho de 2017 at 16:39 (2 anos ago)

    Como os jogadores do Fluminenses escorregam … vai tomar no cu … parece time de pelada!!

  94. Sergio Binda
    25 de junho de 2017 at 18:02 (2 anos ago)

    Resultado foi bom. Sacanagem colocarem o Wellington nas condições que ele está.Totalmente fora de ritmo. Ele entrou e ficamos com menos um.

    Fisicamente sempre terminamos os jogos caindo pelas tabelas.

    Vamos ter de quebrar escrita contra a Chape.

    O Scarpa está muito mal e o Dourado é matador mas precisa aprender a cabecear.

    ST

  95. Fabio DB
    25 de junho de 2017 at 18:03 (2 anos ago)

    O empate em si foi bom.

    Mas as piores atuações no ano e ao mesmo tempo de Scarpa, Richarlison, Dourado, Wellington Silva, Lucas e Reginaldo, auxiliados por Marquinhos deixaram um gosto amargo de derrota.

    ST

  96. vivianne
    25 de junho de 2017 at 18:05 (2 anos ago)

    Se o Henrique e o Dourado estivessem nos seus melhores dias, pois vem sendo ao lado do Wendel os melhores do time teríamos vencido.
    Como procuro ser coerente, defendo o Abel, mais essa história do Marquinho todo jogo já deu.
    Hoje o time dominando ele mata o time botando o Marquinho, ai ele tem q colocar o Renato pra consertar a m… q ele fez.

  97. José Alberto Bernardes
    25 de junho de 2017 at 18:08 (2 anos ago)

    Absurdo o Wellington Silva estar gordo desse jeito…fiquei assustado!O homem não consegue sair do lugar…Bom empate…Porque Lucas Fernandes não entrou?Essas coisas a gente questiona!

  98. Paulo Fernandes
    25 de junho de 2017 at 18:10 (2 anos ago)

    Faltam só mais 30 pontos. Vamos que vamos.

  99. Rodrigo Costa
    25 de junho de 2017 at 18:33 (2 anos ago)

    Só não ganhamos porque eles tem goleiro e nós não.
    Senti um time mais ligado e com mais vontade.
    Scarpa nitidamente fora de posição, está como armador, mas acho que não é a dele, cada jogo ele piora. Abel poderia tentar o Luquinhas ali.
    Lucas, com 5 minutos de jogo parece que correu uma maratona, impressionante como caiu de produção.
    Agora teremos uma sequência melhor de adversários, tô sentindo que daremos um salto na tabela.
    Vamos torcer pra Edson Passos ser logo liberado, será um grande reforço.

  100. Fábio Pitman
    25 de junho de 2017 at 18:36 (2 anos ago)

    4 pontos em 2 jogos fora.

    Ótimo.

    Segue o jogo.

  101. Alexandre Magno Barreto Berwan
    25 de junho de 2017 at 18:45 (2 anos ago)

    O time está de parabéns: 4 pontos em 6 disputados fora de casa, desempenho que faria a frapress dizer que o urubu do mal cheirinho estaria começando a arrancada para o título!
    Essa situação dos gols sofridos é que está phoda: temos que acertar o setor defensivo,que não é sinônimo apenas de defesa.Time pode compactar mais.
    Considerando os dois últimos jogos, apenas 1 gol sofrido, mas os adversários não estão em bom momento, de modo que fica a dúvida se o desempenho mudou.
    Tomara que sim!

    —x—

    QUINTA FEIRA, LUGAR DE TRICOLOR É NO MARACANÃ!

  102. Rodrigo Baroni
    25 de junho de 2017 at 19:20 (2 anos ago)

    Obrigado Paulo !!!!!!!!!!!!!!

    Eu havia lido na pressa Mário…

  103. José Alberto Bernardes
    25 de junho de 2017 at 19:21 (2 anos ago)

    Bahia Tava melhor no jogo….Aí o juiz (mamãe globo)expulsou um do Bahia….Cheirinho de roubo!

  104. Rodrigo Baroni
    25 de junho de 2017 at 19:24 (2 anos ago)

    Quinta feira, TODOS AO MARACANÃ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  105. Fabio DB
    25 de junho de 2017 at 19:41 (2 anos ago)

    Troller distraída detected…rsrsrs

  106. Fabio DB
    25 de junho de 2017 at 20:34 (2 anos ago)

    Chapecoense também sendo assaltada contra o Atl-MG… dois pênaltis claros não marcados a favor ……. atlético não tá jogando nada por sinal.

  107. Paulo Fernandes
    25 de junho de 2017 at 20:56 (2 anos ago)

    Sou tão tricolor quanto todos aqui. Só acho que não podemos ter grandes ambições esse ano. Só isso. Acho que todas as opiniões devem ser respeitadas, não ? Aliás, somos os últimos entre os cariocas.

  108. Alexandre Said Delvaux
    25 de junho de 2017 at 21:01 (2 anos ago)

    Só uma coisa a teclar: todas as defesas, de todos os times, falham, algumas vezes acontecem gols, outras não. No entanto, a defesa do FLUMINENSE falha, é sempre gol. Um banho de sal grosso e treinamentos em dobro para os defensores.

  109. luiz
    25 de junho de 2017 at 21:20 (2 anos ago)

    Colocação abaixo dos rivais do Rio no momento não quer dizer nada.
    Tem que ser verificado os adversários que cada um deles enfentrou e os mandos de campo.
    Além disso, todos muito próximos na classificação.
    Afirmar isso depois de 4 pontos em 2 jogos seguidos fora só tem uma explicação: gostar de reclamar !!!

  110. Fabio DB
    25 de junho de 2017 at 21:42 (2 anos ago)

    Brincalhão.

  111. Fabio DB
    25 de junho de 2017 at 21:45 (2 anos ago)

    Claro que é fake … só entra pra falar m@#@$a… tinha que bloquear esse mulambo.

  112. Fabio DB
    26 de junho de 2017 at 22:20 (2 anos ago)

    90% de seus comentários são claramente para denegrir o clube, jogadores e provocar o torcedor. Fiz questão de reler vários deles antes de me manifestar. Você não é torcedor do FFC. Ou pelo menos não tem o menor respeito pelos que são.

  113. Jefferson Alvares
    30 de junho de 2017 at 18:21 (2 anos ago)

    Prezado Sérgio,

    Apesar de morar no Rio há alguns anos, sou goiano e conheço um pouco da formação de base e torcida do Vila Nova, ou seja, algo muito diferente de jogar em time grande, principalmente para um AINDA jovem.

    Ouso dizer que um garoto da base do Flu, que ainda são inexperientes e merecem mais paciência, tem muuito mais experiencia e rodagem do que um jovem jogador do Vila Nova…

    ST

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