Bora semear Fluminense?

crianca

Um acadêmico chamado Rodolfo Ribeiro, professor de administração e marketing, pesquisou sobre o processo de formação de novos torcedores para a tese de doutorado que concluiu na Universidade de São Paulo (USP). Ele usou a matemática e a estatística para definir os fatores que mais influenciam os novos torcedores: o fanatismo dos pais pelos seus times e os títulos conquistados.

Trata-se de um estudo muito interessante, que foi exposto no programa Redação Sportv e na revista Época Negócios, com método científico aplicado para chegar aos números: o nome da técnica é regressão logística. É com ela que seguradoras definem os preços de seguros para automóveis com base em estatísticas sobre os riscos que correm, por exemplo.

Basicamente, o resumo do estudo é o seguinte: mais do que qualquer título ou ídolo, as crianças seguem os seus pais na escolha do time de futebol. O empenho dos parentes em apoiar seu time de futebol é o fator mais importante de estímulo para os pequenos. Quanto mais engajados os pais, maiores as chances dos filhos serem torcedores do mesmo time, independente da performance do momento ou do desempenho de seus rivais diretos.

Então, não deixe de demonstrar sempre a eles o orgulho de ser tricolor, vista sempre sua camisa, leve as crianças ao estádio, seja sócio, presenteie-as com produtos tricolores licenciados. Enquanto houver um coração infantil, o Fluminense será eterno.

#JuntosSomosFortes

  • NandoTonho

    Bora!

  • Flavio Chammas

    SEnhores

    Segurei o filho com o time na terceira divisão.

    Ele conseguia torcer até por gringos argentinos contra os mulambos.

    Hoje é mais facil é só ter vontade.

  • Sergio Binda

    Os menus são paulistas, porém tricolores … o verdadeiro tricolor! E tem mais … sempre que vão ao Rio fazem questão de ir ao clube!!

    ST

  • Alexandre Jansen

    Nunca torci pro Flu por causa de ídolos, eu torço por essa camisa, as três cores. Se tiver competição de cuspe a distância, vou torcer para aquele que estiver vestindo o nosso manto.

  • Mauro Carvalho – SP

    Meus dois são tricolores, missão cumprida !!

  • Mauro Carvalho – SP
  • José Carlos Nascimento

    Meus três filhos assim como os quatro netos que me deram são tricolores. Cumpri meu papel!

  • André Barros

    Filha… tricolor, com o time na terceira (isola!!!).

    Esposa… virou a casaca, pois era urubu.

    Virei a cabeça de um sobrinho vascaíno, levando o moleque no Maracanã.

    Fiz a minha parte.

  • Bruno Daumas

    Com certeza esse ano é ano de levar as crianças ao estádio. Muitas vezes…já que o FLU não entende a importância de reformar Laranjeiras e utilizar para jogos contra times pequenos, que tornem um alçapão. Com vontade política e engenharia, as Laranjeiras poderia ter capacidade para 16 …18 mil pessoas.
    Mas nessa ausência, que volte logo o Maracanã.

    Irei a alguns jogos com os pequenos nesse ano! Bora Fluzão.

  • Alexandre Said Delvaux

    Será que o Maracanã cabe no rabo de algum burocrata?

  • Filipe

    Fluminense, precisamos de planos de sócio visando isso!

  • rosangelorm .

    Por isto pedi apoio aos amigos que entendem da área desenvolver um projeto de financiamento coletivo para termos um desenho animado infantil com o Guerreinho e o Cartolinha pois já com dois anos meu filho quer saber de tudo, e isto sempre por desenho. Quer fou da área por favor desenvolva que a torcida apoia.

  • Rodrigo Baroni

    Minha família, contando avôs, avós, pai, mãe, Irmã, tios, primos, e eu, possui 22 pessoas.

    Dos 22, são 21 tricolores!!!!!!!
    E 1 primo urubu.

    Que benção de família !!!!!!!!

    E os que nascerem serão Flu !!!! Senão, não terão almoço nem jantar!!!!!

  • Sylvio Montenegro

    Segurar um filho tricolor com 7 anos e o time caindo para a série C foi difícil. Mas consegui e ele agradece até hoje.

    Lembro como se fosse hoje daquele Fluminense x ABC na estreia da segunda divisão em 1998. Naquela época morava em Nova Friburgo. Saí Domingo bem cedo com meu filho, o jogo estava marcado para às 11 da manhã.

    Chegando ao Maraca encontramos meu pai, três gerações de tricolores reunidas para ver o Fluminense iniciar sua “caminhada rumo a Tóquio”, como eu dizia a meu filho.

    Chegamos a estar perdendo por 3 x 0, saímos do estádio, colocamos a camisa do lado do avesso em sinal de protesto. No fim, 3 x 2. E meu filho manda a seguinte pérola: – pai se tivesse perdido por 3 x 0 eu mudava de time, mas como fez dois gols vou continuar tricolor.

    No ano seguinte, na noite do dia 23 de dezembro de 1999, saímos pelas ruas de Nova Friburgo buzinando, gritando, agitando bandeiras, com mais um grupo de tricolores malucos pelo Fluminense, comemorando o título brasileiro da terceira divisão.

    Assim o moleque se forjou tricolor. Mas a imagem que mais me dói, foi a do choro compulsivo dele na fatídica final da Libertadores contra a LDU. Futebol é assim. Cheio de emoções. Tristezas e alegrias. Mas aqui em casa temos orgulho de ser tricolores!

    • Caique Maciel

      Belíssimo relato, Sylvio. Parabéns pela sua luta pelo Flu

  • Ricardo Ferreira

    Semear, irrigar, fazer crescer.

    Fiz minha parte. Em tempos difíceis…

    Não queda dúvida que o núcleo familiar tem papel muito importante neste aspecto.

    Entretanto penso que o título e o ídolo são fundamentais.

    O ser humano em geral, a criança e o jovem em particular, adere ao exitoso, ao conquistador, a quem demonstra força e poder.

    Ao Fluminense, visto que não possuímos o aparato de propaganda ao nosso lado, resta a perseguição obsessiva ao pódio, ao caneco. E também forjar ídolos, nos quais a garotada possa se espelhar.

    Desta forma conquistaremos a centralidade, o protagonismo.
    Com muito trabalho, competência, profissionalismo, busca incessante pela excelência, conquistaremos as vitórias que imporão nossa marca às mídias.

    Tenho convicção que o nosso presidente Abad, já gritando é campeão ( parabéns! ), coadjuvado por sua equipe, se baliza por estes parâmetros.

    De toda sorte, não podemos descuidar da guerra da comunicação, lutando tenazmente a fim de manter nossas cores sempre em evidência.

    Avante Fluzão!!

  • Ricardo Ferreira
  • Alexandre Magno Barreto Berwan

    Missão de pai cumprida, além de ter incentivado muitas outras crianças e adolescentes!

  • Caique Maciel

    Na minha família são 16 tricolores. Estamos fazendo nossa parte.

  • Alexandre Said Delvaux

    Meus 22 filhos são Tricolores.

  • Sylvio Montenegro

    Uma sugestão, que até acho que já foi dada por aqui.

    Poderíamos fazer algo semelhante ao que foi feito com a seleção sul-africana de rugby, por ocasião da Copa do Mundo de Rugby na África do Sul, retratado no filme Invictus.

    Sabendo da aversão dos negros pelo esporte dos brancos, identificado com décadas de opressão e apartheid, Mandela solicita aos Springboks que vão treinar junto com as crianças e jovens negros em Soweto. Queria, através do esporte, começar a reunificar um país marcado por séculos de racismo, separação, violência e exploração. Desse gesto saíram fortalecidos a seleção e o país.

    Nós, que infelizmente carregamos a pecha de elitistas, e até mesmo racistas, vide a mal contada história do pó-de-arroz, poderíamos fazer isso em bairros e comunidades das periferias e favelas cariocas.

    Imagina, um grupo de jogadores do Flu batendo bola com a molecada da Cidade de Deus, da Maré ou de Belford Roxo? Doando algumas camisas e material do Fluminense. Essas atividades poderiam ser de prospecção de jovens talentos, amistosos de nossas escolinhas etc.

    É só uma ideia, mas seria bom para as crianças, para o clube e estaríamos entrando e crescendo nossa torcida diretamente no coração do território do adversário. Além de ajudar a acabar com essa triste pecha que gostam de nos imputar.

    ST

  • Trapizomba

    Meu filho so’ visitou o Brasil quando ele tinha 1 ano e 1/2, nem se lembra mais.

    Mas e’ tricolor doente, assiste a todos os jogos comigo

  • Alexandre Magno Barreto Berwan

    O único país contra o qual o Fluminense nunca disputou uma partida OFICIAL da Conmebol foi a Bolívia. Você sabia?

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Fluminense_Football_Club_em_competi%C3%A7%C3%B5es_da_Conmebol#Advers.C3.A1rios_por_pa.C3.ADses_4

  • Flavio Chammas

    Senhores

    Um off, mas importante

    Se eu fosse o Tiago Silva, mudava de time.

    Por mais que se despeje grana no Paris SG, definitivamente é um “time pequeno”, sem um manto que pese na hora do jogo.

    O que se viu ontem foi um time jogando contra um amontoado, que ganha muito bem, mas títulos na carreira, acho difícil que tenham.

    TEM JOGO HOJE?

    • Fernando Ventura Jr.

      Sim, houve problemas no voo. Nossos atletas têm tido azar nos deslocamentos na Copa do Brasil. O pessoal da Flusócio poderia colocar algo simples:

      Criciúma X Fluminense
      Horário: XXhXX
      Local do Jogo: XXXXXXX
      Competição: Copa do Brasil – terceira fase
      Time Provável: XXX, XXX, XXX, …
      Último Confronto: Fluminense 3 X 2 Criciuma – Torneio da Liga

  • Fabio DB

    Pai, mãe, irmão, irmã, mulher (até a ex rsrsr), filho, filha, sogro, sogra, cunhada, cunhado, sobrinhos… tem gente na família com cadeira cativa no Maraca, sócio ha décadas e até cordão com pingente tricolor de ouro com brilhantes herdado de avô e pai tricolor já falecidos…. estou falando sério…. mas há também alguns queridos Botafoguenses e menos Flamenguistas e Vascaínos.

    ST

  • Pedro Henrique

    Hahaha fez o que pôde

  • Danilo Soares Félix

    Sou de família tricolor e tenho apenas um filho tricolor, mas já encaminhei umas 10 crianças. Usar a camisa, dar presentes tricolores e levar aos jogos é muito importante. O orgulho que você demonstra pelo Flu serve de exemplo para os guris.

  • Armando Castanheira

    Tem razao. Está em baixa e com imprensa chamando-o de covarde.