Análise das contas 2015 do Flu

contas

O Fluminense apresentou recentemente suas contas relativas ao ano de 2015 e, depois de muito tempo, conseguiu fechar o ano com superávit. Para se ter uma ideia, o site do clube possui os balanços desde 2004 e, em todos os anos anteriores a 2015, foram apresentados déficits, sejam eles grandes, como o de R$ 137 milhões em 2007, na gestão Horcades, tão tenebrosa e descuidada com as contas do clube, ou menores, como o de R$ 3,3 milhões em 2013.

O “fato novo” que permitiu que o Fluminense tivesse este superávit consistente foi a adesão do clube ao PROFUT, programa de reescalonamento de dívidas do governo federal que permitia um desconto na dívida mediante desembolso na adesão. A entrada neste programa contou com atuação importante do nosso candidato Pedro Abad, atual presidente do Conselho Fiscal do clube, e gerou uma receita financeira de R$ 58 milhões, valor que foi abatido de nossa dívida fiscal.

A dívida total, analisada de forma bruta, teve um pequeno aumento com relação a 2014 (na ordem de 6%). Porém, se considerarmos a dívida líquida, o saldo caiu cerca de R$ 18 milhões entre 2014 e 2015. Este cálculo de dívida líquida exclui os valores de direitos de imagem a pagar de curto e longo prazo por entender que este deve um lançamento de despesa x caixa e seu lançamento como dívida possui natureza puramente contábil. Resumindo: Se o Fluminense contrata um jogador por 5 anos, contabilmente deve lançar o valor de seu salário até o final do contrato como dívida, porém se este for negociado antes do fim do contrato, o valor a vencer é abatido. Por isso, numa ótica mais real, a análise deve ser feita considerando a dívida excluindo salários e direitos de imagem a pagar, refletindo assim apenas a dívida efetiva do clube (empréstimos, fornecedores, impostos, ações trabalhistas e cíveis), com os salários e direitos de imagem sendo contabilizados como despesa mensal e lançados contra o caixa quando ocorre o pagamento e como dívida caso o clube atrase o pagamento (apenas do valor vencido e não do a vencer).

Sabemos que a receita ordinária é baixa, quando comparada com a dívida total e, por isso, torna-se difícil manter um time competitivo e compromissos do dia-a-dia aliados a uma redução forte no passivo total. Apesar disso, alertamos que o clube poderia tomar algumas medidas eficazes visando a redução de seu custo, o que teria impacto direto na dívida, como um foco constante na gestão da conta de salários e imagens de atletas a pagar (inflada por uma série de contratações erradas) e a busca por enxugar setores deficitários. É urgente que o clube consiga novas formas de receita para poder dar um tratamento melhor a seu passivo.

Mesmo assim, nos 5 anos da gestão Peter Siemsen, a dívida aumentou 28%, o que pode ser considerado um valor pequeno, quando índices econômicos tiveram aumento maior no mesmo período, como os índices de inflação IPCA e IGP-DI, que variaram 41% e 38% respectivamente no período ou o CDI, um dos principais indexadores de empréstimos, que variou 64% no período. A comparação com o período anterior chega a ser ainda mais assustadora, pois a dívida do Fluminense aumentou 173% nos 6 anos do período Horcades contra 28% do período Siemsen.

A receita aumentou 47% com relação a 2014. Este incremento foi turbinado por um bom ano de venda de jogadores (R$ 36,5 milhões, contra R$ 5,6 milhões em 2014). Destacam-se aí as vendas de Conca, Kenedy, Bruno, além do direito de preferência de Marlon. A venda do jogador Gerson, a maior da história do Fluminense, foi contabilizada apenas em 2016, por problemas de documentação e, por isso, não entrou na prestação de contas 2015.

A despesa, infelizmente, manteve o viés de aumento. Os gastos com pessoal e direitos de imagem saíram da curva e foram maiores que 2014 em R$ 34 milhões, influenciados pelos salários dos jogadores que eram pagos pela antiga patrocinadora e passaram a ser pagos pelo clube, além de contratos feitos em 2015 que aumentaram estas duas contas. Este é o ponto onde o clube deve ter maior cuidado em 2016, dosando a despesa de forma que maximize o resultado dentro de campo, evitando custos afundados, como foram algumas contratações recentes que nos geraram custo em rescisões e às vezes passivo trabalhista.

Outra rubrica que deve ser analisada é a dos esportes amadores, que mantém sua tendência de déficit desde o início da gestão. Agora, com a CND nas mãos, esperamos que este setor do clube consiga captar patrocinadores e dê um salto de qualidade, gerando ganhos de imagem, títulos e superávit ao clube.

Ainda sobre a dívida, o clube precisa ter mais cuidado com passivo de curto prazo (aquele que vence em 1 ano). Em 2015, por conta de necessidades imediatas de caixa, o Fluminense pegou cerca de 12 milhões em empréstimos relativamente caros com BMG e Lecca, além de um valor de cerca de 9 milhões, para o pagamento de direitos de imagem de novas contratações.

A redução da dívida trabalhista via Ato foi de cerca de 8 milhões. O valor total devido no Ato Trabalhista é de cerca de R$ 70 milhões, ou seja, ainda teremos mais alguns anos onde parte da receita da TV vai direto para a conta do TRT para pagamento deste acordo que nos retira, atualmente R$ 1,2 milhão mensais. Uma das formas de reduzir esta dívida seria destinar parte de uma venda futura para fazer acordo com credores trabalhistas do clube mediante deságio, o que poderia gerar forte economia ao Fluminense e reduzir drasticamente o tempo de pagamento do Ato.

Outra dívida de curto prazo que aumentou foi a de “contas a pagar” que subiu de 20 para 50 milhões e refere-se a Direitos Econômicos de jogadores que devem ser pagos, incluídos aí o adiantamento do Gerson a ser devolvido ao Barcelona e as contratações de Henrique e Richarlisson.

No lado do Ativo, a parte circulante não teve grande aumento, continuando sempre muito baixa. No intangível houve elevação na conta de “contratos de imagem”, por causa das negociações de jogadores que tinham salários pagos pelo antigo patrocinador e passaram a ser pagos pelo clube. A variação apenas neste item foi de cerca de R$ 34 milhões, que evidentemente geram um aumento no mesmo montante no passivo/despesa. A se destacar também o lançamento do CT da Barra no Ativo Imobilizado, que aumentou esta rubrica em cerca de R$ 4,2 milhões.

No cômputo geral, podemos concluir que o Fluminense vem mantendo um trabalho excelente de controle de dívida através do escalonamento de passivos trabalhistas e fiscais. A venda de atletas não é uma conta com um valor constante mas mantém uma média considerável ao longo do anos, sendo um dos pilares para a busca do reequilíbrio fiscal. No campo, se a situação não é excelente, também não é muito ruim, pois o Fluminense já conseguiu um título em 2016, após um 2015 ruim. Estaremos sempre cobrando internamente para que o clube consiga fontes alternativas de renda, como incremento na receita de associados e patrocínios, além do fechamento de alguns ralos em todos os setores do clube buscando sempre a excelência nas contas, atingindo assim bons resultados tanto dentro quanto fora de campo.

  • Vitor Perez – Resende – RJ

    Pois é, como falei em comentário anterior, de nada adianta esse bom trabalho para controle de dívidas, sendo que estamos despejando dinheiro de forma errada num elenco desequilibrado. 800 k Fred, 400 Cícero e 400 Henrique, somados dá 1,6 mi por mês, em três jogadores velhos decadentes, totalmente fora da instensidade do futebol moderno.
    Só lembrando que o Futebol é o carro chefe do clube, tem que investir nisso com muita inteligência para ter retorno técnico e financeiro..

    Fico feliz pelos números, isso é obrigação que gestões anteriores deveriam ter sido mais responsáveis , porém to cansado de ano a ano só vibrar e so orgulhar do balanço financeiro.. Quero um time com raça, brio, intensidade, e não vejo isso a uns 3 anos e meio

    ST

    • Claudio Souza

      Pois é. Acabaram de emprestar o Léo. Daqui a pouco, contratarão um novo lateral-esquerdo igual ou pior que o Léo, mas certamente ganhando muito mais. É pra cortar os pulsos !

      ST

    • Nerval Antonio Goulart

      Vitor! Concordo plenamente com o seu comentário.! Assino junto!

    • Jorge Eduardo

      Perfeito e tem outros jogadores com salário muito alto e pouca utilidade: Oswaldo é um deles.

      Aliás essa nossa zaga é cara e não tem velocidade, passamos sufoco sempre que jogamos contra atacantes rápidos, especialmente qdo o time joga de freio de mão puxado e estoura tudo na nossa zaga.

      Jogadores caros e lentos atrapalham com qq esquema que se queira implantar.

      Aliás os ups and downs do nosso time são um mistério. Não sabemos se esses jogadores já querem derrubar o Levir ou qurem boicotar o Fred, mas é nítido que o time piorou muito com a entrada do Fred… Se for isso tem que afastar as lideranças e deixar apenas os que estiverem comprometidos. Tem que colocar o Richarlison no ataque e ver se melhora um pouco.

      • Vitor Perez – Resende – RJ

        Estamos desde 2013 falando do vestiário do Fluminense. Alguns jogos que nos deixam com a pulga atrás da orelha.
        Não aguento mais, boicote a treinador, boicote a jogador, boicote por causa de premiação… ta fod@.
        Nosso elenco hoje é um lixo de grife. Caro e não serve pra nada

        • Jorge Eduardo

          Tá mais do que na hora de substituir alguns. Uma troca de ares pode fazer bem a todos, só não podemos ficar reféns de jogadores que jogam bem quando querem.

    • Danilo Soares Félix

      Vitor, ninguém vai vibrar com balanço positivo, mas sim com títulos, mas é bom ter em mente que balanço positivo e finanças equilibradas são condições essenciais para garantir grandes times, e consequentemente os títulos que todos queremos.

      • Vitor Perez – Resende – RJ

        Danilo, o trabalho do Peter e de vocês na área das finanças foi excelente. Poderia ter sido melhor se outras gestões tivessem ao menos um pouco de cuidado, Eu vibro com o balanço positivo, pois tenho cieência que dessa forma é mais fácil de montar um bom time.

        O problema é esse, a montagem de um bom time. Erramos em 2015, e erramos mais ainda em 2016 com um dinheirinho a mais no caixa.]

        Erramo sem dinheiro, e erramos com dinheiro.

  • Dam

    estou vendo o jogo Sevilla 3 x 1 Shakhtar e quem fez um golaço foi o Mariano, o último lateral direito que tivemos.

  • Valmir Carvalho da Silva

    Esse é exatamente o problema do Peter e de alguns amigos da Flusócio, estão mais preocupados com as contas do que com time. Sei que as contas são importantes, mas não podemos pensar pequeno. Com futebol indolente de ontem, com Cícero morcegando e sem tesão, com Henrique titular e Wellington Silva jogando torto e com reforços mais ou menos que o Peter antecipou, vamos sofrer no brasileiro. Ação, porque o Flu não pode sentar na conquista da primeira Liga.

  • Claudio Souza
  • Fabio DB
    • Danilo Soares Félix

      Esses caras vão ser presos. O crime não compensa. Roubaram um produto de grande visibilidade e exclusividade.

  • Rodrigo Baroni

    Publicaram agora que os suspeitos por roubarem 10.000 camisas do Fluminense, avaliadas em 2 milhões de reais, que seriam destinadas a vendas para doaçao do arrecadado ao CT, são: um funcionário do clube, e um “torcedor” com contato político no Flu.

    Que vergonha!!

    Que se prove isso, e que esses caras tomem o rumo da cadeia, e que saibamos quem são esses sujeitos, seus nomes, e que a polícia recupere os bens do Flu que foram roubados…

    • Fabio DB

      Se não fossem falsos tricolores, como esses pilantras, seríamos hoje um Real Madri …. já que fomos saqueados por todo tipo de pirata, por ao menos 4 décadas …

      Felizmente a qualidade/mentalidade de muitos que estão no comando hoje e de muitos torcedores aqui presentes é outra e não aceitarão jamais aquela baderna de volta.

      Mas ainda espanta como tem otário que acredita em candidato apoiado por Deputado Federal ou em fanfarrão falador estilo Eurico. A ignorância do povo é o maior problema desse país.

      ST

      • Rodrigo Baroni

        Exatamente, Fábio !

  • Claudio Souza

    A questão não é essa. Hoje o considero apenas razoável, embora possa evoluir com o tempo. Essa é a vantagem de ser jovem. Se tem ao menos o benefício da dúvida.
    O problema é que certamente vão contratar outro e dentro das opções disponíveis, é bem provável que tragam alguém igual ou pior, só que gastando muito mais do que custaria o salário do Léo. Ou você tem esperanças, considerando o histórico dessa diretoria, de que irão tirar um coelho da cartola e nos brindar com um grande e ainda desconhecido LE?

    ST

  • Jefferson Alvares

    Prezados,

    Sei que todos estão muito chateados com os últimos dois jogos, e não é para menos, pois o time mais uma vez nos decepciona, mostrando que ainda temos um elenco desequilibrado e com muitas deficiências!

    Por outro lado, precisamos reconhecer que passamos por um difícil cenário econômico do nosso país, no qual o Rio talvez seja o maior reflexo da crise. Este complexo cenário, nos levou a perder dois relevantes patrocinadores em sequência (UNIMED e VITTON), e para piorar, ainda restringe e muito a busca por um novo patrocínio, algo que é imprescindível para formação de um time realmente competitivo.

    Portanto, é importante no meio de tanta indignação com os resultados dentro de campo, reconhecer com imparcialidade o complexo cenário fora de campo, e os esforços da atual gestão, que podem até não ser ainda o que desejamos na perspectiva do futebol, mas não podemos negar que vem fazendo um árduo e louvável trabalho na perspectiva financeira, que se não fosse assim, as previsões de falência rogados pelos nossos inimigos teriam se concretizado…

    Assim sendo, vale a pena ressaltar o trabalho do Abad em um amplo estudo para entrada e adequação ao PROFUT, bem como na fiscalização dos gastos, que nos permite começar a sonhar com dias melhores, mas que ao mesmo tempo nos impõem responsabilidades ainda maiores quanto as nossas despesas. Neste ponto, não custa nada citar mais um exemplo do quanto é imprescindível ao próximo presidente possuir comprovada experiência e conhecimento técnico na condução dos inúmeros problemas estruturais e financeiros que ainda possuímos.

    Por outro lado, não posso deixar de me animar ainda mais com a candidatura do Abad, pelo simples fato de saber que é um torcedor de arquibancada, um “pobre mortal” como costumamos dizer, que sofre como nós e que também sonha e quer um time sempre competitivo. Com o alicerce criado e com a visão apaixonada e comprometida da arquibancada, mas norteada pelo equilíbrio e responsabilidade de quem conhece gestão, não tenho dúvidas que teremos dias bem melhores na perspectiva de futebol, que é o motivo que nos faz sermos pessoas tão apaixonadas por este clube.

    Enfim, se as bases não estão ainda totalmente solidas, os resultados dos nossos últimos balanços mostram que estamos no caminho certo, e com um presidente de arquibancada como o Abad, que de fato sofre como nós e que ouve e briga pelas excelentes ideias que debatemos por aqui, tenho certeza que conseguiremos avançar e almejar voos maiores muito brevemente!

    ST

  • Jorge Coutinho

    Meia – juan quintero – 23 anos – colombiano

    Internacional estava querendo para substituir d Alessandro

    http://esportes.terra.com.br/i

    Luis carlos murillo – 25 anos – colombiano – lateral esquerdo onde Caldas

    Cecilio Domingues – 21 anos – paraguaio – segundo atacante – cerro portenho

  • Feliciano Lins

    Bom dia,

    Off Post

    Vou falar de novo o trabalho de Xerém é ótimo mais acho que falta ex jogadores craques,não perna de pau, ali para orientar não só os jogadores mais também os técnicos e fazer essa subida para o profissional.
    O Léo Pelé não é craque mais prefiro ele que deve ter um salário menor no banco do que o Giovanni.
    ST

    • Danilo Soares Félix

      Eu não concordo, pois é justamente o inverso que dá certo. O trabalho de formação precisa de ex-jogador que estudou, ex-jogador que fez uma faculdade e aprendeu didática, parte física, parte tática, fisiologia, etc.

      Tudo o que o Fluminense não precisa é de apenas boleiros na base, se escorando apenas no nome. Precisamos de professores, e esta mudança de paradigma é exatamente um dos motivos da nossa mudança de patamar atual.

      • Feliciano Lins

        Não é colocar boleiros despreparados mais pessoas de renome veja a base do Santos.
        Não para comandar mais orientar aos garotos.
        Eu vi uma reportagem do Santos em que os caras estão lá os craques deles do passado falando mostrando o que fizeram no passado.
        O que erraram e acertaram na vida deles.
        Não adianta fazer palestras tem estar lá no dia dia
        E vou falar mais uma se o Roma espera mais um ano não pagaria nem a metade da grana o profissional fez mal a ele.Essa passagem está sendo mal feita. Perdemos muito garotos bons nessa passagem.
        Não adianta ser Rei na base e o profissional nada.
        Melhorou muito com o Peter mais pode ainda ser bem melhor.
        Tentar copiar uma coisa que dá certo não é vergonha.
        E mais uma Danilo não falei em nenhum momento em deixar boleiros na base.Vamos responder com coerência.
        ST

        • Danilo Soares Félix

          O Santos não está fazendo a transição correta porque “há pessoas de nome na base”, mas sim porque a região da Baixada Santista é a melhor do Brasil em captação de talentos, pois com o avanço da urbanização, os campinhos de futebol, praças, quadras e afins escassearam, mas o litoral de lá tem uma areia plana e em grande faixa nas praias, o que facilita a revelação de talentos na região.

          Some-se a isso o bom nível econômico e IDH da região, e pronto, está aí o diagnóstico dos especialistas na parte técnica. Não é opinião, mas sim informação. Estou apenas trazendo para você.

          Uma medida MUITO MELHOR que colocar ex-jogadores de nome na base seria o Fluminense criar um núcleo de captação na região da Baixada Santista, ou então fazer um convênio com algum clube amador da região.

          Gerson não funciona no futebol moderno porque é mole, indolente. Idem para o Robert. Na base o jogo não tem a pegada dos profissionais, é mais cadenciado. No profissional, não basta apenas o talento, e por isso muitas promessas ficam pelo caminho. Acontece no Flu e também nos demais clubes.

  • Nerval Antonio Goulart

    Temos que contratar! Há jogadores do time titular que podem ser negociados ou emprestados.
    Não estamos com superávit!
    Então temos que ter algum benefício com a boa gestão financeira.
    Há bons jogadores no futebol sul-americano, que seriam boas apostas.
    Além do mais, eles têm ao seu favor o espírito de luta que falta aos jogadores do Fluminense.
    Estou cansado de ver as derrotas, muitas seguidas desse elenco, com muito poucas vitórias marcantes.
    Não podemos nos enganar. Se formos com esse time ao Brasileirão de 2016, dificilmente vamos nos classificar entre os 10 primeiros.
    Achamos a conquista da Primeira Liga, mas não convenceu. Se não houver mudanças radicais vamos ter mais decepções na Copa Brasil.
    Peter! Se liga! Contrate bem! Você ainda não está livre de sair em novembro com o time na zona de rebaixamento.
    Pense bem!
    ST

  • Danilo Soares Félix

    Todos os clubes tiveram redução de dívida por causa da adesão ao REFIS. Quem devia mais no âmbito fiscal, teve que se esforçar com uma parcela de adesão maior para entrar, e com isso, mais abatimento de dívida. Mas de qualquer forma, acho este ranking estranho.

  • Feliciano Lins

    Boa tarde,
    Vendo alguns boatos na imprensa poderemos vender o Marlon no meio do ano.
    Ficaríamos com o Henrique, Gum, Renato Chaves e Nogueira. Será que temos que contratar mais zagueiro a imprensa está especulando isso. Será que não tem ninguém na base para subir??
    Precisamos sim de laterais de verdade pelo menos um esquerdo para ser titular.
    Acho estranho o Danielzinho não estar entrando no time.
    Será que o Douglas não faz a função do Pierre.A saída de bola melhoraria muito.
    Palmeiras não emprestaria o Erick ou trocaria com o Oswaldo ou Marcos Júnior.
    Com um bom meia e um bom atacante e um lateral esquerdo poderia ser todos sulamericanos
    E o Palmeiras desistiu do GUM negocia lá uma troca ou uma venda, ainda diminuiria a folha salarial.
    Vamos trabalhar Vice de Futebol

  • Danilo Soares Félix

    Eu acho que tem que contratar sim, e sei que vai contratar. Mas acho que tem que ser jogador pra resolver, ao menos nas posições de meia-armador e lateral-esquerdo.

    Sobre as finanças, deixo aqui meus parabéns à gestão, pois, apesar das contratações erradas na montagem do elenco de 2015, é muito bom perceber que fechamos o ano com R$ 32 milhões positivos. Acho que nem o mais otimista tricolor esperava isso apenas 1 ano após a saída da Unimed, e com o Flu tendo que absorver integralmente vários salários que eram pagos para ex-patrocinadora.

    Fico imaginando onde estaríamos caso a gestão fosse como as anteriores ao Peter, naquele modus operandi de “comprei, não paguei e deixa ir cobrar na Justiça”.

    • Vitor Perez – Resende – RJ

      Concordo Danilo.
      Porém sabemos que pecamos muito no investimento do futebol.
      Eu sou a favor de um time mais ”humilde”, mas com sangue e raça. Acho que a torcida inteira també seria a favor.
      Dá para fazer um time mais bem montado e mais barato que esse

      • Flavio Chammas

        Vitor sem polemizar só para debater:

        11 Wellington Silva/Pierre ou assemelhados?

        Jogador não gosta de perder, tem algo sem encaixar no time e o Levir vai descobrir.

        Nas ultimas entrevistas, todos falaram em que faltou algo, vontade ou lá o que seja, o que já é um bom começo, pois antes, até os tecnicos vinham com a historia de que jogou bem, faltou o gol e por ai se ia.

        O que parece engraçado, é que nós desprezamos um monte aqui e imediatamente aparecem times querendo, sinal de que o erro é nosso, conjunto.

        Os especialistas mais raivosos batem logo de frente e pregam a politica de terra arrasada, dispensa fulano, manda embora beltrano, e quando tentamos debater tecnicamente a situação, perdem a esportiva, oque não leva a nada.

        Que precisamos contratações, com certeza e Levir já confirmou, mas quem contratar?

        De gringos de segunda linha esta cheio por aqui, é só ver os times, mas me apontem uns dois que estão jogando bem?

        Continuo confiando no Levir e na direção, só não vi ainda o vice que assumiu.

      • Danilo Soares Félix

        Todos são a favor, mas não é tão simples assim mudar de rumo com contratos altos já assinados e em vigor.

  • Paulo Cavalheiro – Santos – SP

    Excelente ver que temos uma torcida mais “acordada” e indignada.

    Este resultado do futebol era muito previsível, o FFC fez muitas bobagens e “esquisitices” em 2015/2016, mas quem alertava era taxado de pessimista, utilizando um termo mais ameno.

    O tempo urge !!

  • Paulo Cavalheiro – Santos – SP

    Demonstração Financeira 2015 :

    ” Em 2015 o clube negociou a transferência dos Direitos Federativos e percentual
    de Direitos Econômicos dos Atletas Dario Conca, Robert Kenedy, Bruno Vieira , Marlon Santos e Gerson Santos da Silva.”

    * Somente publicado o valor total das vendas ( R$ 36,5k) ; e

    * Então não recebemos nada pelo Fernando Bob = 30% (cedido a empresários no início de 2015), Denílson = 65% (vendido a Udinese – clube de empresários) e Wagner = 20% (vendido ao Tianjin Teda) ??

  • Feliciano Lins
    • Alexandre Magno Barreto Berwan

      O retorno dos que não saíram?

  • Alexandre Magno Barreto Berwan

    O potencial do campo onde nasceu a Seleção Brasileira, o futebol carioca e das instalações onde nasceram ou foram organizados boa parte dos esportes brasileiros, é inimaginável para mim:

    Mundo ESPN ‏@ESPNagora 7 minHá 7 minutos

    Visita guiada ao estádio do Palmeiras vira atração turística e negócio milionário. Veja:

    http://es.pn/1T2GzBP

    • Fabio DB

      100% de acordo!
      ST

      • Alexandre Magno Barreto Berwan

        A questão é envolver AS agências de viagem, E MUITO MAIS DO QUE ISSO, ter infraestrutura para receber os turistas e criar um (outro) espaço para um museu da Seleção Brasileira.

        • Fabio DB

          Seria fantástico para a imagem do clube ao ratificar sua importância , lucrativo e certamente um prazer para qualquer esportista.

          ST

  • Alexandre Magno Barreto Berwan

    Adiantamento de receitas da Globo?
    Empréstimos da FERJ (?????)?

  • Alexandre Magno Barreto Berwan

    Faleceu ex-jogador do Flu que depois brilhou no Internacional (conteúdo da Wikipédia não conferido, notadamente qual a sua situação no elenco durante a Copa Rio de 1952, talvez disputada concomitantemente aos Jogos Olímpicos):

    Larry Pinto de Faria (Nova Friburgo, 3 de novembro de 1932 – Porto Alegre, 6 de maio de 2016) foi um ex-futebolista brasileiro.

    Começou a carreira no Fluminense, onde jogou de 1951 a 1954, sendo campeão do Campeonato Carioca de 1951 e da Copa Rio (Internacional) de 1952, ano em que também foi o artilheiro da Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Verão de 1952, quando marcou quatro gols em três jogos. Em 1954 ele transferiu-se para o Internacional onde jogou até 1961, quando encerrou a sua carreira.

    Era um centroavante elegante e técnico, que nem sequer trombava com os zagueiros.

    Larry também foi o primeiro jogador que marcou um gol do Brasil em olimpíadas, acontecendo isso em 1952 em Helsinque.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Pinto_de_Faria

    • Alexandre Magno Barreto Berwan

      Quer dizer então que FOI TAMBÉM UM JOGADOR TRICOLOR QUE MARCOU O PRIMEIRO GOL BRASILEIRO EM OLIMPÍADAS?

      • Alexandre Magno Barreto Berwan

        Assim como foi um jogador tricolor que marcou o primeiro gol pela Seleção, o primeiro gol pela Seleção em Copas, na inauguração do Maracanã, do inauguração do Engenhão…

  • Danilo Soares Félix

    André, o último superavit anual do Fluminense foi há mais de 15 anos. Fica para sua reflexão.

    • André Pereira

      Fala Danilo!
      Entendo que o clube vem tendo sim uma boa gestão nessa área, que aprovo e muito.
      Mas nao foi assim no ano de 2015 e ao contrario do post, acho o resultado ruim em critérios comparativos em âmbito nacional e, se esmiuçarmos bem, esse ano ruim está nítido no próprio orçamento.
      Nao da pra comparar outras gestões com essa, mas se olhamos pro lado, veremos que outros clubes grandes, de gestão catastrófica, tiveram resultados significativamente superiores aos nossos.
      Pelo mesmo motivo. Profut.
      Nao fizemos um bom ano e os cintos nao foram apertadores. GAstamos demais e mal.
      É claro que é uma vitoria a inclusão no Profut e por isso nao sou um critico ferrenho, mas nao vejo mesmo motivos para comemoração e, sinceramente, como confio muito no grupo, acho que vcs tb nao estão nem um pouco contentes.
      Mas como é ano de eleição……
      Cada um tem jogado com suas armas.
      A mim resta a confiança de que internamente vcs estejam cobrando os ajustes necessários que tanto precisamos.
      Continuo confiando no grupo, só nao comprei essa “comemoração”.
      Perdoe o amigo aqui.
      Abraço!

  • Carlos

    Rodrigo,

    Isso tambem me chamou a atencao, mas pelo que li por ai essa “reducao” da divida se deve em grande parte a entrada no Profut e o “abatimento” dos encargos. Como nossos rivais deviam muito mais que nos, seria natural terem maior abatimento como reducao da divida….

    ST

  • Jefferson Alvares

    Grande Magnata!

    “…Só temos a ganhar ainda mais com a liderança e experiência do Fred – comentou o Magnata.”.

    Isto ai, como sempre fez vai dar a volta por cima, ou melhor já esta dando, e vai calar NOVAMENTE muitos aqui!

    St

    • Rogério Barbieri

      O Magnata é o cara….se ele estivesse em campo o número de vezes que o Oswaldo participou, o Fluminense teria tido uma campanha muito melhor….

  • Claudio

    Grandeza pra mim e saber ganhar e perder no esporte…jogando seu melhor de forma limpa.

    Querer ser o barcelona cheio de craques, todo mundo quer.

    Mas ja que o blogueiro gustavo disse isso, ele podia ganhar um premio nobel (basta querer, segundo ele), depois inventar a cura do cancer, e doar toda a grana pro Flu trazer o time do barcelona pra ca.

    Basta querer…..so uma questao de vontade.