A verdade, doa a quem doer

FlaxFlu Roubo

Reproduzimos aqui no blog o ótimo texto de defesa institucional publicado no Facebook Oficial do Fluminense. A nosso ver, todo tricolor deve compartilhar esta informação nas redes sociais para que seja lida pelo maior número possível de pessoas. Não tem opinião neste texto, apenas fatos e história. Chega de aturar a história narrada por uma parte da mídia hipócrita e clubista.

Em uma sociedade cada vez mais influenciada por lendas divulgadas em redes sociais, a informação e o respeito à história às vezes ficam de lado. Por isso, é fundamental lembrar os fatos. Por sinal, a atitude deveria ser adotada por todo profissional que pretende trabalhar o esporte com isenção.

No fim do século passado, houve dois escândalos no futebol nacional que com o tempo tiveram as suas verdadeiras razões (ou motivações) caindo no esquecimento. Mais recentemente, apesar de o acesso aos fatos ser bem mais facilitado, ocorreu outra situação muito mal contada por parte da imprensa. Sem entrar em detalhes, já que tudo que vai ser colocado é público, vale recordar…

Em maio de 1997, a TV Globo divulgou gravações de telefonemas que revelavam um provável esquema de corrupção que envolvia a venda de resultados em alguns jogos. Na época, a repercussão foi enorme. Atlético-PR e Corinthians eram os clubes envolvidos no que ficou conhecido como “Caso Ivens Mendes”. Diante do cenário, então, a CBF modificou o próximo campeonato, assim como por sinal ocorreu diversas vezes sem grande alarde nos anos 1970 e 1980, não valendo os critérios de rebaixamento do ano anterior.

Já em 1999, durante o Campeonato Brasileiro, estourou o “Caso Sandro Hiroshi”, atleta do São Paulo que supostamente havia se transferido de maneira irregular. Botafogo e Internacional, clubes que lutavam contra o rebaixamento, foram os únicos beneficiados nos julgamentos de seus recursos, ganhando os pontos de seus jogos contra o São Paulo. Com isso, o Gama caiu para a segunda divisão. O clube não aceitou e entrou na Justiça Comum contra a CBF. Resultado: em 2000, de novo, a competição, então batizada de Copa João Havelange, foi reformulada. O episódio lembra o que ocorreu na Copa União, em 1987, quando diversos clubes disputaram um mesmo campeonato e os critérios de rebaixamento de 1986 foram ignorados.

Há três anos, em dezembro de 2013, uma outra história bem diferente. Na última rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo escalou André Santos de modo irregular no sábado e a Portuguesa fez o mesmo com Héverton no domingo. O fato mudou o destino da tabela final, deixando a Portuguesa em décimo sétimo lugar e o Flamengo em décimo sexto. Como o Vasco perdeu para o Atlético-PR e o Fluminense venceu o Bahia, ambos os jogos fora de casa, quem terminou em décimo quinto lugar foi o Tricolor. Sim, o Flu terminou a competição na frente do Fla, que teria sido rebaixado se não fosse um erro semelhante cometido da Portuguesa poucas horas depois, na mesma rodada.

Agora, o Tricolor entrou no STJD e pediu o simples cumprimento da lei, até porque a Fifa ainda não permite a interferência externa (uso de informações televisivas) em partidas oficiais. Caso o recurso fosse liberado, o gol que abriu o placar no Fla-Flu do último dia 13 seria anulado, uma vez que o jogador Réver estava em posição clara de impedimento desde o início do lance. Em relação ao lance do segundo gol tricolor, vale destacar que o bandeirinha tinha considerado impedimento de Cícero, não de Henrique, o autor do gol.

O caso é muito simples. A regra não pode ter dois pesos e duas medidas. Precisa valer para todos. Se não for assim, não há justiça!

Ao contrário do que alguns formadores de opinião tentam afirmar e induzir de forma errada os torcedores, o Fluminense não usa um gol ilegal a seu favor para anular um jogo. O clube trabalha para que uma manobra proibida não cause desequilíbrio técnico e ainda crie perigoso precedente jurídico para a segurança da competição.

O próprio Flamengo, em sua história, dá total razão ao requerimento do Tricolor. Em 2013, o clube pediu anulação de uma partida contra o Duque de Caxias, válida pelo Campeonato Carioca, alegando interferência externa. E no caso específico do Fla-Flu, após a leitura labial ocorrida no programa Esporte Espetacular, da TV Globo, ficou evidente a influência que veio de fora do campo no resultado final da partida.

#MomentoFluMemória #SomosFluminense

Foto: Nelson Perez/FFC

35 Comentários em A verdade, doa a quem doer

  1. André Luiz
    18 de outubro de 2016 at 16:37 (2 anos ago)

    Defesa institucional de tricolor para tricolor não vale, afinal torcedores rivais ou a imprensa não acompanham a fanpage do Flu.

    Tinha que ser nota oficial a imprensa, propaganda no YouTube, massificar no Twitter, um vídeo institucional antes da novela, um B-52 despejando planfetos nas cidades, qualquer coisa.

    E ainda exigir retratação pública de quem insistir com as mentiras

  2. Danilo Soares Félix
    18 de outubro de 2016 at 16:49 (2 anos ago)

    Vale sim, e muito. Basta a torcida ajudar a compartilhar.

    Peter entrou ao vivo hoje no Sportv e vai entrar ainda hoje no Fox Sports e ESPN.

    Essa história do B52 vou considerar que foi uma piada.

  3. Danilo Soares Félix
    18 de outubro de 2016 at 16:49 (2 anos ago)

    Infelizmente, é impressionante a quantidade de hipócritas na mídia e na sociedade brasileira. A injustiça da situação poderia ser constatada dentro da própria partida, pois o primeiro gol do CRF foi marcado em impedimento mas o Flu não teve a possibilidade do recurso de vídeo para anular a jogada. Só num país de merda como o nosso você é criticado por tentar fazer valer as regras, mesmo estando documentado com nítidas provas da ilegalidade contra si. No Brasil, o futebol apenas espelha a vida. Depois reclamam dos políticos.

  4. Flavio Chammas
    18 de outubro de 2016 at 18:37 (2 anos ago)

    Senhores

    “Jornalista não condena Peter, mas vê “medida política” por ação no STJD

    Mauro Cézar entende o presidente tricolor

    Mauro Cézar Pereira, comentarista dos canais ESPN Brasil, opinou sobre a requisição do Fluminense em impugnar o Fla-Flu.

    O jornalista diz que, se estivesse na pele do presidente tricolor, Peter Siemsen, faria o mesmo.

    – Essa questão do Fluminense, é bom lembrar o seguinte, tem eleições agora em novembro.

    São quatro candidatos, é uma eleição pesada, disputada.

    Se ele não faz isso (pedido de impugnação) iriam chamá-lo de frouxo, banana.

    Se estou no lugar do Peter Siemsen iria recorrer também.

    Eu seria criticado aqui no Linha de Passe, mas minha torcida e meus eleitores iriam aprovar.

    Vamos raciocinar. O Fluminense tem o voto do sócio-torcedor.

    Esse cara só quer saber do futebol.

    Se a piscina está linda ou se está podre, ele não está nem aí.

    As atitudes do presidente do Fluminense ligadas ao futebol são fundamentais para o destino da eleição. Isso é evidente.

    Então, para mim, é uma medida política e ele vai brigar até o final.

    É melhor apanhar da imprensa do que perder a eleição.

    Para o torcedor, e não é só do Fluminense, ele quer mais é que brigue na justiça. Salvo algumas exceções.

    Embora não concorde, entendo a atitude do Peter Siemsen.

    Se eu tivesse na pele dele, o que eu faria?

    Vou entregar de bandeja para a oposição?

    O Fluminense passa por uma recuperação do clube posterior à saída da Unimed.

    Todo mundo previa que o Fluminense iria cair para quinta divisão, que nem existe. E não foi um desastre.

    Eles conseguiram se manter organizados.

    Entre erros e acertos, a administração tem sido muito boa para o Fluminense.

    O clube está conseguindo manter um time minimamente competitivo, recuperou a sua base que estava meio sucateada, conseguiu fazer caixa com isso.

    Até assim consegue equilibrar as finanças.”

    ESTAMOS DE OLHO E VAMOS VOTAR.

  5. Flavio Chammas
    18 de outubro de 2016 at 21:02 (2 anos ago)

    Senhores

    “Leitura labial fez STJD eliminar o Grêmio na Copa do Brasil

    Atos racistas foram comprovados através de imagens da TV”

    “http://www.netflu.com.br/leitura-labial-fez-stjd-eliminar-o-gremio-na-copa-do-brasil/

  6. ALEXX
    18 de outubro de 2016 at 21:50 (2 anos ago)

    Infelizmente, a mídia precisa de um tratamento intransigente! Não apenas precisa; ela gosta, por parte da presidência e diretoria de um clube. Quantas vezes não vimos em entrevistas coletivas, um jornalista acuado antes de fazer uma pergunta a um Eurico Miranda, a um Kalil? Ou até a um técnico mais firme ou irônico, como Guardiola, Mourinho ou Greg Popovitch, pra tirarmos um exemplo da NBA?

    Eles respeitam mais, sentem mais temor também, se sentem acuados e gera até mais força e eco o que esses presidentes/ técnicos dizem. O clube se torna mais imponente.

    É isso o que os nossos representantes precisam mostrar nesse momento: intransigência na defesa do clube.

    O Flu é roubado dentro de campo, o Stjd tem de consertar fora dele; CBFla dá pro Fla no campo, tribunal tem de tirar do Fla fora dele. Jornalista e rede de televisão que proteger o Fla, fica sem resposta ou recebe uma resposta grossa; e não entra mais no clube!

    Ninguém chia com Kalil e Eurico. É assim que a grande mídia gosta, e merece ser tratada pelo Flu!!

  7. Flavio Chammas
    18 de outubro de 2016 at 22:30 (2 anos ago)

    Vc entendeu o que ele falou?

    Leu sobre isto pelo menos?

    São fatos, ninguém apaga nada, só se informa sobre a verdade

  8. Flavio Chammas
    18 de outubro de 2016 at 22:33 (2 anos ago)

    Me permitam participar, mas vejo o Peter lutando por mudanças desde muito tempo, e incluo esta entre elas.

  9. Sergio BindaB
    19 de outubro de 2016 at 1:17 (2 anos ago)

    Quem cobra estes jogadores e comissão técnica por seguidas pixotadas e falhas que nem nas peladas do aterro acontecem? Teremos uma quarta derrota consecutiva? Qual consequência financeira para estes jogadores caso percamos a oportunidade de ir a Libertadores? Repetiremos vexames históricos como o Brasileiro de 2005 e o segundo turno do Brasileiro do ano passado?

    Nossa conduta nos jogos contra Chapecoense e São Paulo foram inadmissíveis. Parece que o Gum está com miopía. Aquela entregada no primeiro tempo foi inenarrável. Levir preserve este jogador e coloque o Renato Chaves. Meio de Campo com Douglas e Cicero não rouba a boia de ninguém. É bomba na defesa o tempo inteiro. Levir coloque o ex-incendiário em campo só depois que ele emagrecer e voltar a ter gana de vencer. Se não, área com ele, pois sem estas caracteríticas nada sobra no Marquinho.

    ST

  10. Nelson
    19 de outubro de 2016 at 4:16 (2 anos ago)

    Bruno Fluzão(?) que ama o mulambo, não venha tentar menosprezar o Fluminense. Vai fazer comentários nos blogs flamenguistas, sempre elogiando-os e enaltecendo-os. Só apareceu por aquí pelo fato de estar aborrecidinho devido ao possível transtorno que o julgamento pode causar ao seu querido flamengo? O cheirinho de eca está ficando forte, não é verdade?

  11. MARCO ANTONIO DA SILVA
    19 de outubro de 2016 at 5:59 (2 anos ago)

    FLU x coxa
    Arbitro; Rafael Claus,por coincidencia o mesmo que apitou ano passado em Chapeco,que deu o gol e o bandeira correu pro meiocampo,e voltaram atras,achei aquele caso + grave que esse do flaxflu.

    S.T.

  12. Sergio BindaB
    19 de outubro de 2016 at 7:39 (2 anos ago)

    Idem!!!!

    ST

  13. Alexandre Magno Barreto Berwan
    19 de outubro de 2016 at 7:41 (2 anos ago)

    UM JORNALISTA HONESTO!

    PVC: A VERDADE SOBRE AS VIRADAS DE MESA DO FLUMINENSE.

    https://youtu.be/bqkU14Ehd-Q via @YouTube

  14. Igor Carvalho
    19 de outubro de 2016 at 7:56 (2 anos ago)

    Exato.. esse foi muito pior

  15. Cesar Soledade
    19 de outubro de 2016 at 8:09 (2 anos ago)

    Meus caros bom dia!
    Segue a resposta de um colega tricolor aos idiotas q insistem com o “paguem a série B de 1997″…é um “tijolo”, mas eu tenho usado!! Fiquem à vontade p usarem tal resposta:

    “Claro, mas que tal os times da pequena lista abaixo também pagarem????

    América-MG – Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992 (ver Grêmio). Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 (Copa João Havelange)

    América-RJ – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    América-RN – Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Americano-RJ – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Anapolina-GO – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Bahia-BA – Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

    Bandeirante-DF – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Bangu-RJ – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Botafogo-RJ – Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (ver Vasco da Gama) Salvo pelo regulamento em 1993, onde terminou em último lugar, mas havia um grupo de 16 times que não poderiam ser rebaixados.

    Botafogo-SP – resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

    Bragantino – último lugar no Brasileiro de 1996 seria rebaixado, mas CBF alegou problemas com arbitragem e cancelou o rebaixamento.

    Brasil-RS – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Caxias-RS – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Ceará-CE – Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

    Central-PE – Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

    Comercial-MS – Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

    Coritiba-PR – Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

    Criciúma-SC – Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio) Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    CSA-AL – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Desportiva-ES – Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio) Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Figueirense-SC – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Fluminense-RJ – Ao ficar em penúltimo lugar entre os 24 participantes do Brasileiro de 1996, deveria ser rebaixado, mas problemas relacionados à arbitragem, cancelou o rebaixamento. Pulou da 3ª para a 1ª em 2000 (Copa João Havelange).. Em 2013 t erminou 17o lugar mas foi salvo pela escalação irregular de um jogador da Portuguesa, que perdeu 4 pontos.

    Fortaleza-CE – Acesso à Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio) Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Goiás-GO – Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (ver Vasco da Gama)

    Goiatuba-GO – Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

    Grêmio-RS – O Regulamento do Brasileiro da Segunda Divisão de 1992 previa o acesso de apenas duas equipes; o Grêmio foi beneficiado pela mudança do regulamento que passou a classificar 12 equipes para a Primeira Divisão de 1993.

    Joinville-SC – Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (ver Vasco da Gama)

    Juventude-RS – PELO regulamento do Brasileiro de 1999 o Juventude SERIA rebaixado; MAS problemas com a falsificação de documentos do Sandro Hiroshi, cancelou a queda.

    Marcílio Dias-SC – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Nacional-AM – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Náutico-PE – Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (ver Vasco da Gama) Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Paraná-PR – resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

    Paysandu-PA – Salvo do rebaixamento em 1999; resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Ponte Preta-SP – Rebaixamento pra Terceira Divisão de 1996 foi cancelado.

    Remo-PA – Acesso À Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (ver Grêmio)

    Ríver-PI – resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Santa Cruz-PE – Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (ver Vasco da Gama) Acesso à 1ª Divisão em 1993 graças à mudança de regulamento durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (ver Grêmio)

    Santos-SP – Em 1982 ficou em 10º no paulista, classificatório pro brasileiro. Deveria disputar a Taça de Prata em 1983, mas o critério para definição dos participantes foi deixado de lado, e o Santos convidado pra Taça de Ouro de 1983.

    São Caetano-SP – Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

    Sergipe-SE – Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

    Serra-ES – Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Sobradinho-DF – Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (ver Vasco da Gama)

    União São João-SP – Acesso à Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (ver Grêmio) Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

    Vasco da Gama-RJ – O regulamento do Brasileiro de 1974 previa q final teria como mandante a equipe com melhor campanha; no caso o jogo seria no Mineirão – Cruzeiro tinha a melhor campanha, no entanto a equipe mineira foi punida, devido problemas ocorridos em um jogo anterior realizado no Mineirão frente o próprio Vasco da Gama. A CBD tirou a final do Mineirão colocou-a no Maracanã. O mesmo fato ocorrido com o Santos aconteceu com o Vasco em 1983, quando ficou em nono no estadual daquele ano e foi “levado” para a Taca de Ouro de 1984, quando também conquistou o vice-campeonato. Na Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o regulamento previa a classificação de 6 equipes em cada um dos grupos que contava com 11 participantes. A equipe carioca fazia má campanha e inúmeras manobras foram feitas tendo em vista punir outras equipes, com perda de pontos, entre elas o Joinville e a Portuguesa. A solução foi aumentar o número de equipes classificadas, o que significou a classificação do Vasco para a Segunda Fase.

    Villa Nova-MG – resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.”
    Saudações tricolores !!

  16. Cesar Soledade
    19 de outubro de 2016 at 8:13 (2 anos ago)

    Perfeito!!

  17. Flavio Chammas
    19 de outubro de 2016 at 8:40 (2 anos ago)

    Senhores

    Se depender desses torcedores, não me parece bem a candidatura, pois eram meia duzia, não como tenta repercutir o Net flu;

    “Celso Barros é festejado por torcedores em Edson Passos
    Ex-presidente da Unimed é candidato à presidência do Fluminense”

    ESTAMOS DE OLHO E VAMOS VOTAR

  18. Raul Fernandes
    19 de outubro de 2016 at 13:04 (2 anos ago)

    Tudo q está ocorrendo com o time do Flu tem a ver, ou não absolve, as inúmeras c….s q o “Burro com ou sem Sorte” tem cometido contra a equipe; logo, os resultados, e o moral do elenco.

    A personalidade e o equilíbrio ético do treinador despertam questões..
    Os problemas q criou com Diego Souza e Fred já davam pistas.
    Aliás, alguém tem dúvida de q com Diego e Fred no time estaríamos brigando pela ponta da tabela?

    No momento, seu (dele) novo Oswaldo (este durou cerca de 20 partidas) é o Marquinho, o Incendiário, no qual o engraçado treinador ainda não percebeu a péssima forma física e técnica do atleta(?), nem mesmo através dos quadris e cintura do jogador.
    A exemplo do q havia com o “corredor”, a entrada do Incendiário geralmente resulta em nada .

    Agora, o “caso” contra Magno Alves prossegue, pois este teria veladamente reclamado da substituição desastrosa q nos levou à derrota (humilhante, pela freguesia) pro Chapecoense. Quando o jogador acabara de apresentar uma atuação decisiva contra o Galo, para uma virada eletrizante.

    Neste elenco, Magno não pode deixar de ser titular, com sua experiência e o faro de gol q o levou a marcar 436, numa profissão em q apenas 16 atacantes ultrapassaram os 400 gols – e ser o 9o. artilheiro (já seria o oitavo, se o Burro deixasse) da história do 114 anos do FFC.

  19. Francisco Carlos da Silva
    19 de outubro de 2016 at 13:11 (2 anos ago)

    Juca Kfouri um dia teve seriedade ?
    Sempre foi CANALHA, ao que eu saiba .
    E olha que acompanho futebol desde 1983 … rs

  20. Caique Berto
    19 de outubro de 2016 at 13:26 (2 anos ago)

    Pode ser acrescentado o São Paulo que “caiu” no estadual-SP de 1990 mas, por nova regra, participou do estadual 1991 que misturou todas as equipes, permitindo que o São Paulo, jogasse na fase classificatória apenas contra as equipes “série b” e se classificasse para a fase final na qual, inclusive, ganhou o título. Detalhe: por ter melhor campanha (pudera, só jogou contra times mais fracos) teve vantagens nos desempates do mata-mata (e precisou disso para desclassificar o Palmeiras).
    ST

  21. Leandro
    19 de outubro de 2016 at 14:04 (2 anos ago)

    Análise perfeita.

  22. Rogério Barbieri
    19 de outubro de 2016 at 15:21 (2 anos ago)

    1.) Que forma escrota de colocar as coisas.

    2.) Volto a afirmar:

    “Um jornalista sem caráter é igual a um político corrupto.

    Ambos tem nas mãos poderosas armas de manipulação do povo.”

    3.) O mais irônico é ver a opção de 1986

    Em 86, com atletas doentes – dois com dengue e dez com virose transmissível – o Flu perdeu por WO para o Americano. Recorreu, mas fracassou.

    68 % = Eu deixaria de lado. O errado foi não mandar o time para dentro de campo.

    Ora, o fato aconteceu, o Flu perdeu por WO, perdeu o título aonde o Fla foi campeão subornando todo mundo e, quem sabe, até o juiz do tribunal que decidiu pelo WO.

    4.) Se deixar de lado e mandar o time para de campo é razoável, por quê a RGTV e o Flamengo insistem nesse papo de hepta. Afinal, na justiça já perderam em todas as instâncias por não terem entrado em campo contra o Sport em 1987.

  23. Rogério Barbieri
    19 de outubro de 2016 at 15:23 (2 anos ago)

    DEUS está dando mais uma chance para o Fluminense expor oficialmente a imprensa e o Flamengo.

    Se a imprensa condena o Fluminense pelo suposto rebaixamento da Portuguesa, porque parou de investigar e noticiar o assunto?

    Se o Flamengo é realmente o clube envolvido no suborno, tragam essa condição à tona.

  24. Rogério Barbieri
    19 de outubro de 2016 at 15:27 (2 anos ago)

    A imprensa está denegrindo e desvalorizando ainda mais a imagem do Fluminense perante a opinião pública.

    Isso é um crime.

    O Fluminense precisa combater a posição da imprensa.

    Quantas empresas estão deixando de ter interesse em associar a sua marca ao Fluminense porque o clube lembra manobras obscuras e inadmissíveis no mundo de negócios?

    Afinal, não é a legalidade que está sendo enfatizada.

    Somos o clube mais imoral do País.

  25. Mauro Carvalho - SP
    19 de outubro de 2016 at 20:25 (2 anos ago)

    RAUL, 100% DE ACORDO.

    ESSE VAIDOSO IMBECIL BARROU O MAGNATA E AGORA CISMA COM O GORDO MARQUINHOS.

    PREOCUPA SABER QUE A SITUAÇÃO QUER MANTER JORGE MACEDO E ESSA BESTA NO CLUBE.

  26. Mauro Carvalho - SP
    19 de outubro de 2016 at 20:27 (2 anos ago)

    PERFEITO, ROGÉRIO, É UMA SEGUNDA CHANCE PARA O PETER FAZER O QUE NÃO FEZ EM 2013.

    SE TIVEREM CORAGEM, POIS NESSA DIRETORIA SÃO TODOS MUITO FIDALGOS…..

  27. Mauro Carvalho - SP
    19 de outubro de 2016 at 20:29 (2 anos ago)

    SIM, JULIANO, EU TAMBÉM POSTEI NO OUTRO TEMA QUE DEVERÍAMOS, AO INVÉS DE TENTAR ANULAR A PARTIDA, RECORRER À FIFA E EXPOR A REDE ESGOTO.

    HÁ HOMENS DE CORAGEM NA DIRETORIA??

  28. Sylvio Montenegro
    19 de outubro de 2016 at 20:39 (2 anos ago)

    Perfeito Juliano! Na minha avaliação, o pior aspecto da gestão Peter foi essa submissão verhonhosa aos interesses das organizações Globo. Lamentável em todos os aspectos, principalmente porque ajuda a manter tudo como está no decadente futebol brasileiro. De nada adianta o discurso ser um e a prática outra.

  29. Alexandre Magno Barreto Berwan
    20 de outubro de 2016 at 6:35 (2 anos ago)

    O Fluminense tem é que contratar um escritório de investigação particular para denunciar essas quadrilhas que tomaram conta do futebol, já que os órgãos públicos não investigam a contento e os jornalistas abdicaram da necessidade de serem isentos em suas análises.

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